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CPPC assinala 40 anos da sua formalização legal (3/4)

Constituição da República Portuguesa

Fiel e poderoso aliado

A importância do movimento da Paz na corajosa resistência do povo português à mais longa ditadura fascista da Europa e a interligação entre as lutas pela paz e pela democracia e o progresso social ficaram patentes na Constituição da República Portuguesa, aprovada em 2 de Abril de 1976. Esta, no seu artigo 7.º, consagra, entre outros princípios: a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade, assim como a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos. A política externa independente, de solidariedade e cooperação com os povos do Mundo, não submetida a interesses exteriores, há muito reclamada pelos defensores da paz, tornou-se também, a partir de então, um desígnio constitucional.

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Vitória da Paz no Japão

O primeiro-ministro japonês foi obrigado a suspender temporariamente as obras de transferência de uma base militar dos EUA para Okinawa, face a uma decisão judicial tomada na sequência de uma iniciativa interposta pelo Governador de Okinawa para impedir tal transferência.

A interrupção das obras representa uma vitória da persistente luta do movimento pela Paz japonês e da população de Okinawa, que contesta a instalação da nova base e defende o fim da presença militar norte-americana nesta ilha e em todo o Japão.

Sendo uma importante vitória para a causa da Paz, este é um combate que está longe de estar terminado, pois o governo militarista nipónico parece determinado em garantir o reforço da presença militar dos EUA no Pacífico e a utilizar o Japão para concretizar tal objectivo.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 40º Aniversário da Proclamação da República Árabe Sarauí Democrática

O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 40º Aniversário da Proclamação da República Árabe Sarauí Democrática

A 27 de Fevereiro de 1976, na cidade de Bir Lehlu, território livre do Sara Ocidental, a Frente POLISÁRIO, em representação do povo sarauí e no respeito pela Resolução 1514 aprovada pela Organização das Nações Unidas, proclamou a constituição de um Estado livre, independente e soberano denominado República Árabe Sarauí Democrática, assumindo a responsabilidade de recuperar a integridade territorial e a soberania da sua pátria ocupada militarmente, no ano anterior, pelo Reino de Marrocos.

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70 anos da Vitória sobre o nazi-fascismo

Com uma exposição do CPPC, um concerto pelo Coral do Clube de Colaboradores da AXA, intervenções da Presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ilda Figueiredo, do Presidente da Associação de Inquilinos do Norte de Portugal, Manuel Vieira, e do dirigente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto, Adelino Soares, e um debate em que também participou o coronel e historiador David Martelo, assinalou-se, no Porto, no passado dia 29 de Maio, os 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo, numa realização do Conselho Português para a Paz e Cooperação em colaboração com as referidas entidades.

Ali se destacou a importância da vitória sobre o nazi-fascismo em 1945, as novas ameaças que existem e a actualidade da luta pela paz para que não se repita a tragédia do nazi-fascismo.