Outras Notícias

armas nucleares

  • + DE 5000 JÁ ASSINARAM!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. Fê-lo, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

    Recordamos que a 9 de Outubro de 2017 a Campanha Internacional para Abolição das Armas Nucleares/ICAN foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz.

  • + DE 5000 JÁ ASSINARAM!

  • 26 de Setembro – Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares

    A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • 65 anos do Apelo de Estocolmo pela abolição das armas nucleares

     

    No momento em que se assinalam 65 anos do Apelo de Estocolmo pela abolição das armas nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos os amigos/as da Paz para a convergência de vontades na acção em torno dessa causa, cuja actualidade permanece, convidando-o/a a subscrever o texto abaixo em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76455.

    Pelo fim das armas nucleares!NOS 65 ANOS DO “APELO DE ESTOCOLMO”

  • 70 anos depois, o Apelo de Estocolmo continua atual fim às armas nucleares

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    «Exigimos a interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações. Exigimos o estabelecimento de um vigoroso controlo internacional para a aplicação dessa medida de interdição. Consideramos que o governo que primeiro utilizar a arma atómica, não importa contra que país, cometerá um crime contra a humanidade e será tratado como criminoso de guerra. Pedimos a todos os homens de boa vontade no mundo inteiro que assinem este apelo.»

  • 70 Anos do Apelo de Estocolmo - Os portugueses não ficaram à margem

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    na foto Alves Redol e Lopes-Graça no Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz (1948)

     

    O Apelo de Estocolmo, pela proibição das armas atómicas, foi lançado há 70 anos pelo movimento mundial da paz, contribuindo decisivamente para a sua afirmação e desenvolvimento: em todo o mundo muitos milhões subscreveram este Apelo pela “interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações”, fazendo dele um clamor planetário pela paz e o desarmamento.

    Os portugueses não ficaram à margem deste impetuoso movimento, tendo sido muitos os ativistas da paz que recolheram assinaturas um pouco por todo o País, as entidades, coletividades e associações que aprovaram moções e resoluções e as pessoas que escreveram missivas defendendo a proibição das armas atómicas. Fizeram-no apesar das violentas limitações e proibições impostas pela ditadura fascista – alinhada já então com a política externa norte-americana e membro fundadora da NATO –, tendo vários ativistas sido presos enquanto levavam por diante esta campanha.

  • 70 anos do lançamento do Apelo de Estocolmo

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    Assinalando os 70 anos da lançamento do Apelo de Estocolmo, as organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz tornam público o seguinte texto:

    70 anos após o Apelo de Estocolmo
    - Reafirmar a exigência do fim de todas as armas nucleares

    “Exigimos a interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações. Exigimos o estabelecimento de um vigoroso controlo internacional para a aplicação dessa medida de interdição. Consideramos que o governo que primeiro utilizar a arma atómica, não importa contra que país, cometerá um crime contra a humanidade e será tratado como criminoso de guerra. Pedimos a todos os homens de boa vontade no mundo inteiro que assinem este apelo.”

  • 72 anos dos bombardeamentos nucleares

    Veja o folheto distribuído pelo CPPC para assinalar os 72 anos dos bombardeamentos nucleares dos EUA contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, a 6 e 9 de Agosto de 1945.

    http://issuu.com/conselho_paz/docs/2017armasnuclearescppc3

  • 73 anos depois de Hiroxima e Nagasáqui. Pôr fim às armas nucleares. Defender a paz.

    73 anos depois de hiroxima e nagasaqui por fim as armas nucleares defender a paz 1 20180808 1616172725

    No momento em que passam 73 anos sobre os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – perpetrados, respectivamente, a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento de destruição generalizada. O desarmamento geral, simultâneo e controlado é, desde há mais de sete décadas, um objectivo central da acção de todos quantos, em Portugal e no mundo, defendem a paz e a segurança internacionais.

  • 74 anos de Hiroxima e Nagasáqui. Fim às armas nucleares.

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    Quando passam 74 anos dos bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – ocorridos a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento.

    A dimensão do crime que constituiu o lançamento das bombas atómicas sobre as cidades de Hiroxima e Nagasáqui fica, desde logo, expressa no número de vítimas e na brutalidade dos seus efeitos: mais de 100 mil mortos no momento das explosões e outros tantos até ao final de 1945, na sequência dos ferimentos; entre os sobreviventes e seus descendentes, disparou a incidência de malformações e doenças oncológicas, devido à radiação – realidade que se sente ainda hoje, mais de 70 anos depois dos acontecimentos.

  • 75 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui | Pelo fim das armas nucleares

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala os 75 anos dos bombardeamentos atómicos de Hiroxima e Nagasáqui e reafirma a necessidade e urgência de pôr fim às armas nucleares, apelando à assinatura e ratificação do Tratado de Proibição das Armas Nucleares.
    Na memória dos povos de todo o mundo permanecem os horrores da Segunda Guerra Mundial, incluindo o holocausto perpetrado pelos nazis alemães e os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – ocorridos a 6 e 9 de Agosto de 1945 - sobre um Japão na prática já derrotado e sobre cidades sem importância militar estratégica, tornando o crime ainda mais brutal.
  • 75 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui | Pelo fim das armas nucleares | Porto

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    No Porto, o CPPC assinalou os 75 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui com a distribuição de documentos junto à estação da Trindade, expressando a exigência de que Portugal assine o Tratado de Poibição de Armas Nucleares e pelo o fim deste armamento. 

  • A ACTUALIDADE DO “APELO DE ESTOCOLMO”: A AMEAÇA NUCLEAR 65 ANOS DEPOIS

    Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

    Olhando para trás, para um tempo histórico recente, pode dizer-se que o despertar de uma consciência colectiva da responsabilidade social associada ao conhecimento científico, radicou em larga medida na perspectiva da utilização militar do “fogo atómico” ― chamemos-lhe assim ― que se tornou real num curto espaço de tempo, com o homicídio em massa da população civil de Hiroshima e Nagasaki, dificilmente justificável no plano militar mas de grande interesse para os seus mentores, como ensaio real, “no terreno”, da operacionalidade, capacidade destrutiva e efeitos colaterais dos explosivos nucleares.

    Foi na alvorada desse processo histórico de domínio do referido “fogo atómico” pelo homem, que se levantaram as vozes de alguns dos mais eminentes homens de ciência de então, alertando para os riscos para a própria sobrevivência da espécie que a utilização da energia nuclear para fins militares trazia consigo. Um desses homens foi Frédéric Joliot-Curie, herói da resistência francesa ao invasor nazi e pacifista convicto, primeiro presidente do Conselho Mundial da Paz, co-fundador, em 1946, da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos que prossegue hoje, passadas quase sete décadas, o mesmo combate pala Paz. Em certa altura da sua vida, Albert Einstein exprimiu o sentimento de que “a libertação da energia do átomo tudo mudou excepto a nossa forma de pensar (…)”. Em 1955, em plena “guerra fria”, poucos meses antes de morrer afirmou: “Cometi na minha vida um grande erro (…) quando assinei a carta para o Presidente Roosevelt recomendando que se fizesse a bomba atómica (…) ”.

  • A Actualidade do Apelo de Estocolmo

     

    Importante iniciativa sobre “ A Actualidade do Apelo de Estocolmo. A Ameaça Nuclear 65 Anos Depois" na Casa da Paz

    Em vésperas de abertura da conferência da ONU, em Nova York, sobre o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, em 21/4/2015, uma sessão na Casa da Paz, em Lisboa, onde se assinalou a comemoração do 65º aniversário do Apelo de Estocolmo.

    Na abertura da iniciativa intervieram: Ilda Figueiredo - Presidente da direcção do CPPC; Frederico Carvalho – Investigador; Manuel Simões - Liga Operária Católica; Rui Namorado Rosa - Vice-presidente da direcção do CPPC e Sérgio Ribeiro – Economista.

  • A Paz e o Desarmamento Nuclear

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  • A Paz e o Desarmamento Nuclear | Exposição | Palestra

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  • A situação na Península da Coreia e a urgente defesa da paz e do desarmamento

    O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

  • Abolição das Armas Nucleares. Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!

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    Na sequência das actividades decididas na reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz da região Europa, realizada em Londres a 26 de Maio, e da posterior consulta dessas organizações divulgamos o texto “Abolir as Armas Nucleares – Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!”, para assinalar os 73 anos dos bombardeamentos dos EUA contra estas duas cidades japonesas.

    Abolição das Armas Nucleares
    Hiroxima e Nagasáqui Nunca Mais!

    Os dias 6 e 9 de Agosto de 1945, são datas que os amantes da paz de todo o mundo assinalam, para manter viva a memória do terrível crime em que consistiu o lançamento, pelos EUA, de bombas atómicas contra as cidade japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, e para concluir, desta tragédia que causou milhares de mortos e sofrimento que continua ainda hoje, a necessidade de continuar e fortalecer a luta contra o militarismo e a guerra, pela paz e o desarmamento, nomeadamente o desarmamento nuclear.

  • As armas nucleares são uma séria ameaça à Humanidade - é urgente a sua abolição!

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    Os passados meses de agosto e setembro marcam momentos que nos lembram o horror nuclear e nos convocam a todos para uma acção mais determinada em defesa da paz e do desarmamento – a 6 e 9 de agosto evocam-se os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, em 1945, e as suas dramáticas consequências, que ainda perduram; a 29 de agosto celebra-se o Dia Internacional contra os Testes Nucleares; a 21 de Setembro o Dia Internacional da Paz; e a 26 de Setembro o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

    A actual realidade mundial, porém, não podia estar mais longe dos valores em defesa da paz associados a estas evocações.
    As despesas militares e a corrida armamentista não cessam de aumentar, impulsionadas pelos Estados Unidos da América, país que representa cerca de um terço do total das despesas militares ao nível mundial. Parte considerável dos gastos militares norte-americanos destinam-se precisamente à modernização do seu arsenal nuclear e a sua doutrina militar prevê a utilização de armamento nuclear num primeiro ataque, inclusive contra países que não disponham deste tipo de armamento.
  • Cerimónia evocativa das vítimas de Hiroxima e Nagasaki - Município do Seixal

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    No passado dia 6 de agosto foram assinalados os trágicos bombardeamentos nucleares dos EUA contra as cidades japonesas de Hiróxima e Nagasaki. A cerimónia teve lugar no Jardim da Paz, situado na Cruz de Pau, no Múnicipio do Seixal, e contou com presença de Joaquim Santos, Presidente da Câmara do Seixal, Ushio Shigeru, embaixador do Japão em Portugal e Zulmira Ramos, membro da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    O dia foi assinalado de forma simbólica com a plantação de uma oliveira, como símbolo da paz, e com o hastear a meia-haste das bandeiras de Portugal, do Japão e dos Municípios pela Paz em memória das vitimas destes cruéis ataques nucleares.
    Na intervenção feita pelo CPPC, Zulmira Ramos lembrou as vítimas e o sofrimento causado por esta ação desumana dos EUA, alertando também para o risco que a utilização de apenas uma pequena fração dos arsenais de armas nucleares hoje existentes iria representar para a vida na Terra. Por isso, afirmou a exigência do fim de todos as armas nucleares e de todas as armas de destruição massiva, bem como a exigência que se coloca a todos os países, incluído Portugal, da assinatura e ratificação do tratado de Proibição de armas Nucleares, tratado já em vigor no âmbito da ONU.