Outras Notícias

armas nucleares

  • Debate sobre a importância do desarmamento nuclear

    debate sobre a importancia do desarmamento nuclear 1 20190329 1262016433

    Realizou-se na Escola Secundária António Sérgio, em Vila Nova de Gaia, no passado dia 14 de Março, um vivo debate sobre a importância do desarmamento nuclear e a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição das Armas Nucleares, tendo por base a exposição do CPPC que tem andado a circular por várias escolas de Vila Nova de Gaia.
    Participaram cerca de 100 alunos e professores e foram distribuídos documentos do CPPC e do Encontro pela Paz.

  • Debate: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    O CPPC promove, no dia 9 às 18h00, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate inserida na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Participam Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor Norberto Jorge.

    No âmbito desta campanha, o CPPC lançou uma petição, que pode ser subscrita aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

     

  • Debate: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

  • Debate: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade! - Olhão

    Integrado na campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, o CPPC promove no dia 24 de Janeiro, em Olhão, um debate em que participa Ilda Figueiredo. O debate está marcado para as 21 horas nas instalações da Associação Cultural Re-Criativa República 14 (antiga Recreativa Rica, na Avenida da República, 14).

    Desta campanha faz parte uma petição, que pode ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/viewfullsignatures.aspx…

  • Defender a Paz contra as Armas Nucleares | Évora

    defender a paz contra as armas nucleares evora 1 20191001 1794178142

    Assinalando o Dia Internacional da Paz, foi inaugurada em Évora, a 20 de setembro , a exposição “Defender a Paz contra as Armas Nucleares”. Esta mostra da exposição resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Évora e o Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    A cerimónia de inauguração contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, e de Zulmira Ramos e Armando Farias, membros da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

  • Defender a Paz! Não às armas nucleares! Pelo desarmamento geral, simultâneo e controlado!

    454289391_765292655815512_5497106556954233747_n.jpg

    Há 79 anos, a 6 e a 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos da América (EUA) lançaram duas bombas atómicas sobre as populações das cidades de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata de muitas dezenas de milhares de pessoas e a de muitas outras nos dias, meses e anos seguintes. Os efeitos da radiação fazem-se sentir ainda hoje, como é evidenciado pelas elevadas taxas de malformações e doenças oncológicas que ali se continuam a registar.

    Nada justificava tal bombardeamento criminoso. A Segunda Guerra Mundial já tinha terminado na Europa. O Japão estava em vias de capitular incondicionalmente. A guerra iria acabar por completo em pouco tempo. O único propósito desse crime contra a Humanidade foi o de mostrar ao mundo o poder imbatível dos EUA de então, um poder a que todos, em especial a União Soviética (URSS), deviam submeter-se sob pena de passarem por igual tragédia. Foi um crime deliberado, inserido na estratégia dos EUA para a conquista da supremacia mundial no período pós-guerra.

    Manter viva a memória desses acontecimentos é de crucial importância para que os povos não permitam que tal horror jamais se repita.

    Essa preservação da memória é também parte fundamental da permanente e incansável luta pela paz e pela abolição das armas nucleares, que é tão antiga como a existência dessas mesmas armas. Uma luta ainda mais decisiva em tempos como o nosso, em que a mentira e a propaganda belicista são amplamente difundidas.

    Uma explosão nuclear resultaria na morte imediata de todos quantos se encontrassem num raio de vários quilómetros da zona do impacto, ao gerar temperaturas de vários milhares de graus celsius e ventos com velocidades superiores a 1000 km/h: o resultado é a formação de tempestades de fogo de enorme poder destrutivo que varrem tudo à sua passagem.

    Na atualidade, uma guerra nuclear, que nunca seria circunscrita a um território específico, além das mortes imediatas que provocaria, teria efeitos duráveis sobre o ambiente, conduzindo a alterações globais catastróficas no plano da meteorologia, que poderiam persistir por vários anos. Como é sublinhado por diversos cientistas, as alterações meteorológicas associadas ao chamado inverno nuclear reduziriam a duração ou eliminariam os períodos férteis de crescimento das plantas durante anos, levando a maior parte dos seres humanos e outras espécies animais a sucumbir à fome.

    Pela dimensão e potência dos atuais arsenais nucleares, uma guerra nuclear não se limitaria a repetir o horror de Hiroxima e Nagasáqui, antes o multiplicaria, pondo em risco a própria sobrevivência da Humanidade.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) confia que, apesar de toda a desinformação e manipulação, os povos tomarão consciência da séria ameaça que representam as atuais escalada armamentista, incluindo as armas nucleares, e apologia do militarismo e da guerra.

    O CPPC confia que a aspiração dos povos à paz prevalecerá sobre os promotores da guerra, sobre os interesses do complexo industrial-militar e de todos quantos são indiferentes e ganham com a morte, o sofrimento, a destruição que a guerra comporta.

    O CPPC considera da maior importância o envolvimento de todos os defensores e amantes da paz, dos democratas, independentemente de diferenças políticas, de crença religiosa ou outras, para o sucesso dessa luta.

    Neste sentido, relembrando e prestando homenagem a todas as vítimas de Hiroxima e Nagasáqui e honrando a luta daqueles que, em Portugal, foram presos e torturados, durante o fascismo, por defenderem a paz e a abolição das armas nucleares, apelamos a que se juntem a nós neste importante combate, nomeadamente através da assinatura da petição “Não às Armas Nucleares! Pela adesão de Portugal ao Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares!”, para que Portugal assine e ratifique este tratado.

    Apenas com o desarmamento geral, simultâneo e controlado – nomeadamente a abolição das armas nucleares – consagrado na Constituição da República Portuguesa, será possível caminhar ativamente para um país e um mundo mais seguro, de paz e cooperação.

    A petição pode ser assinada em: https://shorturl.at/BgasT

    A Direção Nacional do CPPC
    6-09-2024

  • Desarmamento nuclear debatido em Matosinhos

    desarmamento nuclear debatido em matosinhos 1 20190626 1023510043

    No passado dia 14 de Junho, no salão nobre da Junta de Freguesia da Senhora da Hora, em Matosinhos, abriu a exposição do CPPC sobre desarmamento nuclear, a que se seguiu um momento de poesia e uma palestra com Olga Mendes e a presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo, onde se falou da corrida aos armamentos, dos perigos que se correm, do armamento nuclear e do Tratado de Proibição de Armas Nucleares que é preciso que Portugal assine e ratifique.
    A exposição irá continuar em Matosinhos, circulando por vários locais, visando a sensibilização para a campanha pela assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

  • Desfile | Paz Sim! NATO Não! | Lisboa

    concentracao paz sim nato nao lisboa 1 20210615 1223425315

    Ontem, em Lisboa, afirmou-se « Paz Sim! NATO Não!» no desfile organizado por ocasião da cimeira da NATO, que decorreu ontem em Bruxelas. As intervenções foram feitas por João Barreiros, em nome da CGTP-IN e por Eduardo Lima, pelo CPPC, tendo a apresentação da iniciativa sido feita por Mariana Silva.
    Denunciou-se o imenso legado de morte, sofrimento e destruição, incluindo de deslocados e refugiados, causadas pelas guerras de agressão promovidas pela NATO – como se verificou na Jugoslávia, no Afeganistão ou na Líbia. A Cimeira do dia de ontem contribuiu para aprofundar o seu conceito estratégico ofensivo e a postura de confrontação, tornado claro que a NATO é responsável pelas trágicas consequências na vida destes países e dos seus povos.
  • Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares - 26 de Setembro

    dia internacional para a eliminacao total das armas nucleares 26 de setembro 1 20190928 1275875900

    Desde 2013 que o dia 26 de Setembro é, por decisão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

    Reputados cientistas alertam que a explosão de apenas um por cento das armas nucleares operacionais hoje existentes no mundo equivaleria a cerca de 4000 vezes a energia libertada pela bomba atómica lançada pelos EUA sobre Hiroxima, em 1945.

    Uma explosão nuclear provoca a destruição massiva quer de seres vivos quer de estruturas inertes. Pela conjugação de diferentes efeitos, pode conduzir a morte imediata mas também a sequelas desfasadas no tempo, que afetam a saúde, quer em resultado da exposição direta às radiações quer pelos efeitos da contaminação do meio ambiente resultante da disseminação de poeiras radioativas.

  • Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares - 26 de Setembro

    Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    A Paz, mais do que a simples ausência de guerra ― trágico flagelo que ao longo dos séculos tem afligido a humanidade ― é, nos dias de hoje, condição de sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra. A ameaça representada pela presença de armamentos nucleares nos arsenais de alguns países, pesa sobre cada um de nós, sobre os povos, sobre todos os seres vivos no planeta. Nunca uma tal ameaça existira até ao advento da possibilidade da utilização militar da energia nuclear. Até hoje, num único momento histórico, foi a arma nuclear utilizada contra populações, matando de forma indiscriminada seres humanos, sobretudo civis, fora, aliás, do que se chama “teatro de guerra”, e destruindo, em vastas extensões de terreno, todas as infra-estruturas que suportam a vida em sociedade. Foi nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945. Aí tiveram morte imediata mais de 200 mil pessoas. Diversos observadores consideram que o lançamento sobre Hiroshima e Nagasaki das duas bombas, de tipo diferente e de fraca potência, face às que mais tarde foram desenvolvidas e fazem hoje parte dos arsenais das potências nucleares militares, constituiu uma experiência destinada a permitir uma avaliação qualitativa e quantitativa dos efeitos de um rebentamento atómico a baixa altitude. Isto é: um ensaio real.

  • Distribuição de Folheto - 70 anos dos bombardeamentos nucleares

    No momento em que se assinalam, a 6 e 9 de Agosto, 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, efectuados pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) presta homenagem às vítimas das armas nucleares. O CPPC recorda a data com a distribuição de um folheto, em várias cidades, amanhã, 6 de Agosto, exigindo que nunca mais se repita o holocausto nuclear, a abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado, o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos Estados e igualdade de direitos dos povos.

    No Porto a distribuição acontecerá a partir das 18h30 na Praça da Liberdade (início junto à estátua do ardina) e em Lisboa com início pelas 13h30 no Chiado (cruzamento Rua Garret e Rua Nova da Trindade).

  • Divulgação da declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H

     

    No dia em que se assinalam 72 anos do bombardeamento nuclear dos EUA contra Nagasáqui, a 9 de Agosto de 1945, divulgamos a declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H, que decorreu na cidade de Hiroxima no Japão.

    Declaração

    No dia 7 de Julho deste ano, 72 anos após os bombardeamentos atómicos pelos EUA de Hiroshima e Nagasaki, foi finalmente aprovado um tratado para proibir as armas nucleares. Tendo trabalhado com os Hibakusha [os sobreviventes dos bombardeamentos] desde a Primeira Conferência Internacional contra as Bombas A e H em 1955 apelando para a prevenção da guerra nuclear, a eliminação das armas nucleares e a ajuda e solidariedade com os Hibakusha, saudamos calorosamente a aprovação do tratado como um acontecimento histórico e comprometemo-nos a avançar com determinação renovada para alcançar um "Mundo Livre de Armas Nucleares, Pacífico e Justo".

  • Divulgação de texto de Socorro Gomes "REFORÇAR A LUTA DOS POVOS CONTRA AS ARMAS NUCLEARES"

    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz).
    (foto: monumento no Parque da Paz em Hiroxima)

    REFORÇAR A LUTA DOS POVOS CONTRA AS ARMAS NUCLEARES

    Ignorando décadas de luta dos povos contra os armamentos de destruição em massa, as potências imperialistas aglutinadas na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e seu líder maior, os EUA, não hesitam em colocar as armas nucleares no centro da sua política. Atualmente há quase 15 mil ogivas nucleares espalhadas pelo mundo e a modesta redução deste arsenal não significa a redução do perigo; a nossa mobilização permanece urgente.

  • Educação para a Paz | As Armas Nucleares | Barreiro

    educacao para a paz as armas nucleares barreiro 1 20220228 1099418561

    No dia 7 de fevereiro 2022, o CPPC dinamizou uma “Conversa sobre a Paz” centrada nas Armas Nucleares, na Escola Secundária de Sto. António, no Barreiro.
    Realizaram-se 3 sessões para 3 turmas do 11º ano com a presença, no total, de 60 alunos.
    Zulmira Ramos e Armando Farias, respetivamente da Direção e da Mesa da Assembleia, fizeram uma apresentação sobre os problemas da militarização do mundo, as principais causas dos confrontos armados verificados ao longo destes últimos 100 anos, nomeadamente a rapina, por parte do imperialismo, das riquezas
    dos povos e da sua dominação.
    A eliminação das desigualdades económicas, sociais e culturais é uma condição fundamental na construção da Paz. Mas o que se verifica é a utilização da riqueza criada pelos povos em despesas militares, contrapondo a esta perigosa corrida armamentista a absoluta necessidade de acabar com a fome e construir escolas, hospitais e habitações em países que estão em extrema pobreza.
  • Europa diz: Sim à Paz! Não à NATO!

    europa diz sim a paz nao a nato 1 20191130 1891936534

    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, de que o CPPC é coordenador, divulgaram um apelo em defesa da paz e contra a NATO e a sua cimeira de Londres.

    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à cimeira belicista de Londres

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuará a assinalar os seus 70 anos com uma cimeira de Chefes de Estado e Governo em Londres, de 3 a 4 de dezembro de 2019.

    Durante 70 anos, a NATO tem sido a ferramenta militar agressiva número um do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar do mundo. Apesar das rivalidades entre seus membros individuais e das contradições que surgem de tempos em tempos, ela permanece intrínseca e profundamente interligada com as políticas dos EUA e da UE, seu chamado "pilar europeu".

  • Évora, pela paz e o desarmamento nuclear

    evora pela paz e o desarmamento nuclear 2 20200211 1633770885

    Foi muito participada a iniciativa no Teatro Garcia Resende que o CPPC e a Câmara Municipal de Évora realizaram, no passado dia 7 de fevereiro, sobre a Paz e o Desarmamento Nuclear com a participação do Presidente da CM de Évora, Carlos Pinto de Sá, o investigador e membro da Presidência do CPPC, Frederico de Carvalho e a Presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Na sessão, o investigador Frederico Carvalho, através de uma intervenção muito documentada, demonstrou os perigos para a paz e a própria sobrevivência da humanidade da corrida aos armamentos, designadamente do armamento nuclear.

  • Exposição " Pela Paz, contra as Armas Nucleares" - Loulé

    exposicao pela paz contra as armas nucleares loule 1 20211010 1492787758

    Inaugurada no passado dia 21 de Setembro, a exposição " Pela Paz, contra as Armas Nucleares" é resultado da parceria do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Peace and Art Society e da Câmara Municipal de Loulé.
    A exposição poderá ser visitada na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, até ao próximo dia 6 de Novembro.
  • Exposição "PELA PAZ, PELA SEGURANÇA, PELA DEFESA DA HUMANIDADE"

    exposicao pela paz pela seguranca pela defesa da humanidade 1 20181125 1789664154

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio do Centro QUALIFICA e da "Desenhando Sonhos", tem patente, na Escola Luís de Freitas Branco, em Paço de Arcos (Oeiras), até o dia 30 de Novembro, a exposição "PELA PAZ, PELA SEGURANÇA, PELA DEFESA DA HUMANIDADE",

    No dia 29 de Novembro, pelas 19h30 realizar-se-á uma sessão/debate sobre as armas nucleares no Auditório.

  • Exposição | Defender a Paz, contra as armas nucleares | Évora

    exposicao defender a paz contra as armas nucleares evora 1 20190921 1438084700

  • Exposição | Holocausto - Nunca mais vi uma borboleta | Vila Nova de Gaia

    exposicao holocausto nunca mais vi uma borboleta vila nova de gaia 1 20210629 1163517155

    A convite da Escola Básica Sofia de Melo Breiner, em Vila Nova de Gaia, uma delegação do CPPC, que incluiu Ilda Figueiredo e João Rouxinol, realizou-se, no dia 18 de Junho, uma visita à exposição "Holocausto - Nunca mais vi uma borboleta" com trabalhos de alunos, actividade realizada no âmbito do DAC (Domínio de Autonomia Curricular) do 9.º ano e do projeto desenvolvido em articulação com o Município de V. N. de Gaia e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) com a cedência da exposição itinerante sobre "Armas Nucleares".