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Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra! - Santo Tirso

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Realizou-se, no passado dia 18 de maio, um acto público pela Paz, contra a guerra e por uma Palestina Livre.
A iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, pelo Movimento dos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, e pelo Projecto Ruído - Associação Juvenil, teve início às 15h, no Jardim do Largo Coronel Batista Coelho.
Nas intervenções realizadas foi referida a necessidade de prosseguir a luta pela Paz, exigindo o fim da ocupação da Palestina, o cumprimento das resoluções da ONU, o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, entre os quais se incluem o desarmamento e a dissolução dos blocos político-militares.

CPPC presente em ações de solidariedade com a Palestina

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No passado dia 18 de maio o Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente em várias ações de solidariedade com a Palestina.
Às 16h, em Lisboa e no Porto, esteve presente em iniciativas promovidas pela comunidade brasileira em Portugal, onde, uma vez mais, expressou a sua solidariedade com o povo palestiniano, denunciou o genocídio e exigiu um cessar-fogo imediato, permanente e Palestina independente.
Estas mesmas reivindicações foram expressas, às 21h30 na Póvoa de Varzim, onde o CPPC marcou presença numa concentração na Praça do Almada.

Excelente Concerto pela paz no Porto - Depois de dois anos de interregno

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Cerca de quatro centenas de pessoas estiveram ontem, 19 de maio de 2024, no Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC), que decorreu no auditório da Fundação Engenheiro António de Almeida. Várias dezenas de músicos, atores e outros artistas foram recebidos e saudados pelo Presidente do Conselho de Administração da Fundação, Augusto Aguiar-Branco, que na sua alocução, sublinhou a necessidade de fomentar um opinião púbica em prol da paz, acompanhando a ideia de que “pela paz, todos não somos demais”.
Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC destacou, por seu lado, o acolhimento dispensado à iniciativa pela Fundação, pelo seu presidente e trabalhadores, manifestando a “grande alegria” pela realização do emblemático concerto na cidade, “depois de um interregno de dois anos”, por “razões que todos conhecem”.
No Concerto, que foi apresentado pelo professor universitário Rui Pereira, participaram o Coral de Letras, o Bando dos Gambozinos e o Balleteatro, assim como o ator e encenador, António Durães, para além dos músicos Fausto Neves, Suzana Ralha, Teia Campos, Pedro Marques, Paulo Vaz de Carvalho, Manuel Rocha, Hugo Ciríaco, Guilherme Lapa, Luísa Moutinho, Paulo Melo e o bailarino Tiago Pinho. A sala homenageou ainda com uma longa ovação, o maestro José Luís Borges Coelho, também presente.
Na sua intervenção, Ilda Figueiredo reiterou a exigência “do fim do massacre na Palestina”, com um cessar-fogo “imediato e duradouro com uma Palestina independente”, bem como “o fim da guerra na Ucrânia e de todas as guerras”. Lembrando diferentes iniciativas recentes do CPPC, a presidente da direção do movimento salientou o “III encontro pela Paz” realizado em outubro último e que reuniu em Gaia, com o apoio da autarquia, “mais de 800 pessoas e uma centena de organizações”.
Em todas estas iniciativas, disse Ilda Figueiredo, “pugnamos por uma cultura de paz em vez da guerra, apelamos a que se trave a escalda belicista, que se ponha fim às sanções que atingem os trabalhadores e as populações, enquanto as multinacionais do armamento, da energia, da alimentação e da distribuição acumulam lucros”. Nos próximos fins-de-semana acolherão concertos pela Paz as cidades de Coimbra, Gondomar e Vila Nova de Gaia.
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Nos 76 anos da Nakba – Pôr fim ao genocídio! Liberdade para a Palestina!

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No dia em que se perfazem 76 anos sobre a expulsão de centenas de milhar de palestinianos das suas casas e terras pelas milícias e exército israelitas em 1948 – aquando da fundação do Estado de Israel –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia, condena e exige o fim imediato do genocídio perpetrado por Israel contra a população palestiniana na Faixa de Gaza e reafirma a sua solidariedade com a luta do povo palestiniano pela concretização dos seus inalienáveis e legítimos direitos nacionais.
Este dramático acontecimento, que os palestinianos designam como o dia da «Nakba», ou seja, da «Catástrofe», marca o início do êxodo forçado do povo palestiniano, expulso das suas casas e terras na Palestina histórica.
 
São 76 anos de ocupação e colonização, de destruição de povoações inteiras, de assassinatos, de prisões arbitrárias – incluindo de menores de idade –, de exploração e segregação, de humilhações diárias, de ilegalidades, de violências, de crimes e de violações do direito internacional, cometidos pelo Estado de Israel contra o povo palestiniano.
 
Nesta data, não esquecemos também o que nos conduziu à situação com que nos confrontamos: a intensificação da política de ocupação, opressão e provocação conduzida pelo governo de extrema-direita de Netanyahu e pela acção de colonos israelitas, que agravou a situação e conduziu ao incremento da confrontação e da violência em Israel, nos territórios palestinianos ocupados e no Médio Oriente.
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