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Bandeiras pela Palestina

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No dia 14 de dezembro realizou-se, em diversas Praças e rotundas da cidade de Coimbra, uma iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com outras organizações, onde foram aplicadas bandeiras da Palestina, reafirmando a exigência de Paz no Médio Oriente e de pôr fim ao massacre em curso na Palestina.

Manifestação - Paz no Médio Oriente! 14 de janeiro 2024

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A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!
Pela Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!
É urgente pôr fim à guerra!
É urgente pôr fim ao massacre!

Independentemente dos desenvolvimentos que venham a ter lugar até ao dia 14 de janeiro, a situação dramática que se vive na Palestina, em especial na Faixa de Gaza exige o prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano!

A criminosa e cruel violação de qualquer princípio humanitário por parte de Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, é todos os dias demonstrada pela chacina, pelos brutais bombardeamentos, pelos ataques a hospitais, ambulâncias, escolas, agências da ONU, pelos cortes de água, eletricidade, bloqueio a alimentos e medicamentos.

O grau de destruição e morte causado por esta agressão é inaceitável: dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres; milhares de desaparecidos; quase toda a população da Faixa de Gaza, mais de 2 milhões de pessoas, deslocada ou sem abrigo, centenas de funcionários das agências humanitárias da ONU e pessoal de saúde mortos.
Denunciamos e condenamos a hipocrisia e cumplicidade daqueles que tudo fazem para branquear e permitir que a chacina continue. São inadmissíveis os vetos e votos contra dos Estados Unidos da América e de países europeus às exigências da ONU dum cessar-fogo humanitário imediato e permanente em Gaza.
É preciso parar! E é preciso encontrar soluções duradouras.

É preciso com urgência:

- um cessar-fogo imediato e permanente;
- pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
- assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
- garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
- pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
- pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
- libertar todos os detidos;
- impedir a expulsão dos palestinianos da sua terra.

É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja finalmente concretizado um Estado Palestiniano soberano e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.

A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que exige o reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano. O prolongamento e instigação deste conflito constituem uma grave ameaça à paz em toda a região e no mundo.
É necessário manter o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
Dia 14 de Janeiro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação, com início em Sete Rios.
Junta-te a nós!
Palestina vencerá! ⯑⯑

Organizações subscritoras até ao momento:
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Movimentos Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente
Projecto Ruído - Associação Juvenil

Solidariedade com o Saara Ocidental

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A convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação e em colaboração com o SPN, esteve em Vila Nova de Gaia e no Porto, no dia 14 de dezembro, Omar Mih, representante da Frente Polisário em Portugal, referindo a luta do povo saraui pelo direito à autodeterminação e pelo fim da repressão que o Reino de Marrocos continua a praticar no Saara Ocidental.
No Porto, reuniu com o SPN e na Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto realizou-se uma sessão pública que teve a participação de Omar Mih, Ilda Figueiredo pelo CPPC e Henrique Borges pelo SPN.
No local esteve também exposto um conjunto de fotografias de Henrique Borges feitas nos acampamentos de sarauis refugiados na Argélia.
Em Gaia, o representante da Frente Polisário participou numa animada sessão, na Escola Secundária Joaquim Ferreira Alves, em Valadares, com alunos e professores.

Assembleia Geral das Nações Unidas exige um cessar-fogo imediato

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a aprovação pela Assembleia Geral da das Nações Unidas da resolução que exige um cessar-fogo humanitário imediato.
 
Expressando profunda preocupação com a situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza e com o sofrimento da população palestiniana, e enfatizando que as populações palestiniana e israelita devem ser protegidas de acordo com o direito humanitário internacional, a Assembleia Geral da das Nações Unidas: exige um cessar-fogo humanitário imediato; reitera o seu pedido de que todas as partes cumpram as suas obrigações ao abrigo do direito internacional, incluindo o direito humanitário internacional, nomeadamente no que diz respeito à protecção dos civis; e exige a libertação imediata e incondicional de todos os reféns, bem como a garantia do acesso humanitário.
 
Face ao massacre cometido por Israel, que teve início há dois longos meses e que continua em curso, contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, mas também noutros territórios palestinianos ocupados, o CPPC considera da maior importância e significado a adopção desta resolução, que teve 153 votos a favor, 23 abstenções e 10 votos contra – incluindo os votos contra dos EUA e de Israel.
 
Uma resolução que evidencia, uma vez mais, que o mundo está do lado da paz e da exigência de um cessar fogo imediato, como tem sido expresso por milhões de pessoas por todo o lado, incluindo em Portugal.
 
O voto contra dos EUA, que já no passado dia 8 tinha vetado no Conselho de Segurança da ONU um projecto resolução com conteúdo similar, demonstra a sua cumplicidade e apoio à brutal política de agressão que Israel leva a cabo e a cobertura que dá aos crimes e massacres que Israel comete contra o povo palestiniano.
 
Como o CPPC tem vindo a afirmar: é urgente pôr fim à guerra! É urgente pôr fim aos massacres! É urgente um cessar fogo imediato! É urgente a ajuda humanitária à população palestiniana na Faixa de Gaza! É urgente uma solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente, que passa necessariamente pelo fim da ocupação, dos colonatos, da opressão israelita, e pela garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano, como determina o direito internacional, incluindo em inúmeras resoluções da ONU.
 
A Direção Nacional do CPPC
13-12-2023