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Caminhada pela Paz em Setúbal | 5 de Janeiro

No próximo dia 5 de Janeiro irá realizar-se, em Setúbal (polo da anunciada), uma caminhada pela Paz, organizada pela União de Freguesias de Setúbal, pelo Centro Comunitário da União de Freguesias de Setúbal e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
A caminhada, com início às 10h30, será antecedida por uma conversa sobre a Paz, que terá lugar às 9h30. Às 11h00 decorrerá uma aula aberta de capoeira.
Convidamos todos a participar

Defesa da Paz, urgência do nosso tempo | LISBOA 12 JANEIRO

 

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) irá realizar, no próximo dia 12 de Janeiro, uma sessão pública "Defesa da Paz, urgência do nosso tempo".
Será em Lisboa, na Fundação José Saramago, às 18 horas, e contará com a participação de Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, José Baptista Alves, capitão de Abril e Presidente da Mesa da Assembleia da Paz e José Goulão, jornalista.
Convidamos todos a participar! 

Educação para a paz no Agrupamento de Escolas Amadora Oeste

No âmbito do Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizou duas sessões de educação para a paz no Agrupamento de Escolas Amadora Oeste, onde estará em exibição, durante um mês, a exposição do CPPC "Pela Adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares".
Neste dia, relembramos que ainda está a decorrer a recolha de assinaturas para a petição pública (https://peticaopublica.com/?pi=PT111458), que pretende que autoridades portuguesas assinem e ratifiquem o Tratado de Proibição das Armas Nucleares, em respeito pelo consagrado no artigo 7.º da Constituição da República, que preconiza o «desarmamento geral, simultâneo e controlado».
Pôr fim às armas nucleares é fundamental para garantir a sobrevivência da Humanidade e a vida na Terra. Pela concretização deste importante objetivo, todos não seremos demais!

Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares

 

No texto da Resolução nº 68/32 da Assembleia Geral das Nações Unidas, pode ler-se: “Declara o 26 de Setembro Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares dedicado à promoção deste objectivo, incluindo através do aumento da consciência e do conhecimento do público sobre a ameaça que representam para a humanidade as armas nucleares a necessidade da sua eliminação total, a fim de mobilizar esforços internacionais para alcançar o objectivo comum de um mundo livre de armas nucleares”.
Segundo a ONU, existem actualmente no mundo quase 13 mil armas nucleares, que constituem indubitavelmente a maior ameaça à Humanidade e à própria vida no planeta.
Desde o horror do criminoso lançamento pelos Estados Unidos da América de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasaqui, em 6 e 9 de Agosto de 1945, que mataram ou feriram gravemente centenas de milhares de pessoas, num mar de fogo e radiação, muitas tentativas existiram, designadamente no âmbito da ONU, para pôr cobro à corrida aos armamentos, particularmente nucleares.
Desde os anos 90 do século passado, ao invés de se evoluir para o desanuviamento e para o desarmamento nuclear com a extinção dos blocos militares (extinguiu-se o Pacto de Varsóvia mas não a NATO), o que ocorreu foi o sucessivo alargamento e reforço da NATO, sempre mais próximo da Rússia, e o aumento das despesas militares e da corrida armamentista, com largo destaque para os Estados Unidos da América e a NATO que, no seu conjunto, representam mais de metade do total das despesas militares ao nível mundial.
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