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Apoiamos a luta do povo cipriota pela liberdade, solução e reunificação! Solidariedade com o povo cipriota! Fim à ocupação turca de território de Chipre!

 

48 anos, no dia 20 de Julho de 1974, as forças militares turcas iniciaram a sua agressão contra Chipre. Desde então, a Turquia ocupa ilegalmente territórios cipriotas, incluindo a cidade de Famagusta – que vemos neste vídeo.
Nesta ocasião, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua denuncia e condenação da ocupação turca de parte da República de Chipre e apela à solidariedade para com a luta do povo cipriota pela reunificação do seu país e do seu povo, de acordo com as resoluções das Nações Unidas, assente numa federação bi-comunal e bi-zonal, e livre de bases militares estrangeiras no seu território.
O CPPC saúda o Conselho de Paz do Chipre (CPC) e a sua perseverante e determinada ação contra a ilegal ocupação pela Turquia e pela exigência do respeito e cumprimento dos direitos e da soberania do povo cipriota, através da reunificação da sua pátria e das comunidades cipriota grega e cipriota turca.

Sessão "Fim ao bloqueio, Solidariedade com Cuba e América Latina livre e soberana!"

 

Foi uma sessão muito solidária e participada, implicando a distribuição das pessoas por duas salas, com funcionamento on line, que mais dezenas de pessoas puderam acompanhar.
Houve intervenções iniciais do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Associação de Amizade de Portugal Cuba e da Universidade Popular do Porto, que acolheu a iniciativa. Mas seguiram-se outras intervenções muito calorosas no apoio a Cuba e à luta dos povos na América Latina e do Caribe na defesa do seu direito soberano a viver em paz, e que foram encerradas com a mensagem, através de zoom, da Embaixadora de Cuba.
Durante a sessão, denunciou-se o bloqueio económico, comercial e financeiros que os EUA impõem a Cuba, há mais de 60 anos, pondo gravemente em causa os direitos do povo cubano e o desenvolvimento do seu país, apesar da esmagadora maioria dos países com assento na Assembleia Geral das Nações Unidas terem reiteradamente exigido o fim do bloqueio.
Foi salientado o exemplo de resistência, coragem e dignidade de Cuba, de soberania e independência, de solidariedade e cooperação, tal como se referiram as lutas de outros povos da América Latina, designadamente da Venezuela Bolivariana, Nicarágua, Bolívia, o recente resultado eleitoral na Colômbia e o seu contributo para a paz e a esperança no Brasil.
Durante e no final da sessão, exigiu-se várias vezes o fim do bloqueio e proclamou-se convictamente "Cuba vencerá!"

Intervenção de Ilda Figueiredo nos desfiles Paz Sim! Guerra e Corrida aos Armamentos Não

Lisboa

 

Estimados amigos da Paz

Em nome dos subscritores do Apelo Paz sim! Guerra e corrida aos armamentos não! saúdo este magnífico Desfile, todos os milhares de amigos da paz aqui presentes e as muitas dezenas de organizações e personalidades que se juntaram a este importante e necessário Apelo divulgado em Maio.

Um Apelo em defesa da paz que, apesar de ter sido ignorado durante semanas e semanas por órgãos de comunicação social, foi passando de mão em mão, chegando a muitos milhares de pessoas por todo o país, o que só possível com a vossa dedicação e generosidade e esta profunda aspiração do nosso povo que deseja a paz e não quer mais guerra.

Queremos a paz, a segurança, a cooperação, a justiça nas relaçoes internacionais, queremos os direitos dos povos.

Sabemos que o caminho para o garantir é o respeito pelos princípios do direito internacional, conformes com a Carta da ONU e os constantes na Acta Final da Conferência de Helsínquia.

Por isso, estamos aqui, respeitando as opiniões de cada um de nós sobre os desenvolvimentos, no plano internacional, como na Palestina ou no Sara Ocidental, na Ucrânia, no Iémen, na Síria, na Líbia ou no Iraque, entre outros conflitos que flagelam o mundo, que provocam destruição, sofrimento, mortes e milhões de refugiados e deslocados.

E unidos na condenação da guerra, na profunda preocupação com o agravamento da situação mundial e com os sérios perigos que nos ameaçam, unidos na solidariedade com os que sofrem as consequências das guerras e conflitos.

Por isso, consideramos que o aumento das despesas militares, a corrida aos armamentos, a produção de mais sofisticadas armas, incluindo nucleares, a instalação de mais bases militares em países terceiros, representam uma inquietante ameaça para todos os povos da Europa e do mundo, tanto mais quando se constata o agravamento dos problemas da fome, da doença, da pobreza que afectam grande parte da Humanidade.

Por isso dizemos e repetimos: Paz sim! Guerra não!

Por isso, afirmamos, como refere o Apelo que aqui nos une:

Que o empenho na diplomacia para a solução política dos conflitos não deve ser substituído pela ingerência, pela desestabilização, pelos bloqueios e as sanções, pelas intervenções, invasões e ocupações militares, pela guerra, pelo uso ou a ameaça do uso da força nas relações internacionais, com todas as suas dramáticas consequências.

Há que acabar com as sanções que, para além de se inserirem na lógica da confrontação, , atingem sobretudo as condições de vida das populações, tanto nos países que as sofrem como nos que as impõem – como vemos com o aumento do custo de vida, ao mesmo tempo que se acumulam os lucros dos grandes grupos económicos. 

Sanções cujas consequências se alargam a muitos outros povos, aprofundando desigualdades, aumentando a pobreza e a miséria. E como neste desfile já se gritou

- Para a guerra vão milhões, para os povos só tostões! 

O momento que estamos a viver exige que as autoridades portuguesas não contribuam para a escalada de confrontação e de guerra, mas para a criação de condições de diálogo que garantam o estabelecimento de um clima de confiança, com vista à criação de um sistema de segurança coletiva, a uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

- Armamento Não! Paz e Cooperação!

Somos um país onde houve uma revolução que pôs fim à guerra colonial. 

A Revolução de Abril, que em breve comemora 50 anos, constituiu uma pujante afirmação contra o fascismo e a guerra. Abril abriu as portas da liberdade e da democracia, repudiando todas as manifestações de fascismo, a xenofobia, o racismo. Abril abriu as portas da paz, pondo fim à guerra colonial e consagrando na Constituição da República Portuguesa importantes princípios – como a não ingerência nos assuntos internos de outros Estados, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a dissolução dos blocos político-militares, o desarmamento geral, simultâneo e controlado –, repudiando o militarismo e a guerra nas relações internacionais.

Por isso, a nossa exigência às autoridades portuguesas: não contribuam para a escalada de confrontação e de guerra! Reafirmamos:

- Diálogo, Negociação. Não à Confrontação!

Queremos uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos!

No espírito destes princípios, preocupações e considerações, estamos hoje aqui, como iremos estar no próximo dia 29, na Cordoaria, no Porto, proclamando bem alto: Armamento Não! Queremos Paz e Cooperação!

E regressaremos à rua, todas as vezes que forem necessárias, para afirmar

- Paz Sim! Guerra Não! 

Muito obrigada pela vossa espantosa participação na defesa da Paz, dando um grande testemunho da aspiração dos povos a este bem precioso para a Humanidade, para a defesa do seu presente e a garantia do seu futuro.

- A Paz é um direito, sem ela nada feito!

Pela paz, todos não somos demais!

A luta continua!

 

Porto

Estimados amigos da Paz

Em nome dos subscritores do Apelo Paz sim! Guerra e corrida aos armamentos não! saúdo este magnífico Desfile, os mais de mil amigos da paz aqui presentes, as muitas dezenas de organizações diversas e personalidades que se juntaram a este importante e necessário Apelo divulgado em Maio.

Um Apelo em defesa da paz que, apesar de ter sido ignorado durante semanas e semanas por órgãos de comunicação social, foi passando de mão em mão, chegando a muitos milhares de pessoas por todo o país, o que só possível com a vossa dedicação e generosidade e esta profunda aspiração do nosso povo que deseja a paz e não quer mais guerra.

Queremos a paz, a segurança, a cooperação, a justiça nas relações internacionais, queremos os direitos dos povos.

Sabemos que o caminho para o garantir é o respeito pelos princípios do direito internacional, conformes com a Carta da ONU e os constantes na Acta Final da Conferência de Helsínquia.

Por isso, estamos aqui, respeitando as opiniões de cada um de nós e de vós sobre os desenvolvimentos, no plano internacional, como na Palestina ou no Sara Ocidental, na Ucrânia, no Iémen, na Síria, na Líbia ou no Iraque, entre outros conflitos que flagelam o mundo, que provocam destruição, sofrimento, mortes e milhões de refugiados e deslocados.

Estamos unidos na condenação da guerra, na profunda preocupação com o agravamento da situação mundial e com os sérios perigos que nos ameaçam, unidos na solidariedade com os que sofrem as consequências das guerras e conflitos.

Por isso, consideramos que o aumento das despesas militares, a corrida aos armamentos, a produção de mais sofisticadas armas, incluindo nucleares, a instalação de mais bases militares em países terceiros, representam uma inquietante ameaça para todos os povos da Europa e do mundo, tanto mais quando se constata o agravamento dos problemas da fome, da doença, da pobreza que afectam grande parte da Humanidade.

Por isso dizemos e repetimos: Paz sim! Guerra não!

Por isso, afirmamos, como refere o Apelo que aqui nos une:

Que o empenho na diplomacia para a solução política dos conflitos não deve ser substituído pela ingerência, pela desestabilização, pelos bloqueios e as sanções, pelas intervenções, invasões e ocupações militares, pela guerra, pelo uso ou a ameaça do uso da força nas relações internacionais, com todas as suas dramáticas consequências.

Há que acabar com as sanções que, para além de se inserirem na lógica da confrontação, atingem sobretudo as condições de vida das populações, tanto nos países que as sofrem como nos que as impõem – como vemos com o aumento do custo de vida, ao mesmo tempo que se acumulam os lucros dos grandes grupos económicos. 

Sanções cujas consequências se alargam a muitos outros povos, aprofundando desigualdades, aumentando a pobreza e a miséria. E como neste desfile já se gritou

- Para a guerra vão milhões, para os povos só tostões! 

O momento que estamos a viver exige que as autoridades portuguesas não contribuam para a escalada de confrontação e de guerra, mas sim para a criação de condições de diálogo que garantam o estabelecimento de um clima de confiança, com vista à criação de um sistema de segurança coletiva, a uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

- Armamento Não! Paz e Cooperação!

Somos um país onde houve uma revolução que pôs fim à guerra colonial. 

A Revolução de Abril, que em breve comemora 50 anos, constituiu uma pujante afirmação contra o fascismo e a guerra. Abril abriu as portas da liberdade e da democracia, repudiando todas as manifestações de fascismo, a xenofobia, o racismo.

Abril abriu as portas da paz, pondo fim à guerra colonial e consagrando na Constituição da República Portuguesa importantes princípios – como a não ingerência nos assuntos internos de outros Estados, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a dissolução dos blocos político-militares, o desarmamento geral, simultâneo e controlado –, repudiando o militarismo e a guerra nas relações internacionais.

Por isso, a nossa exigência às autoridades portuguesas: não contribuam para a escalada de confrontação e de guerra!

Por isso, é com grande preocupação que assistimos, neste momento, a mais uma Cimeira da NATO, em Madrid, que pretende o seu alargamento, agravar a corrida aos armamentos e, assim, contribuir para a continuação da guerra, o sofrimento e o empobrecimento dos povos, o que não respeita os nossos princípios constitucionais de defesa da dissolução dos blocos políticos militares nem a esperança dos povos na Paz

Reafirmamos:

Queremos uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos!

- Diálogo, Negociação. Não à Confrontação!

No espírito destes princípios, preocupações e considerações, estamos hoje aqui, como estivemos no passado dia 25 em Lisboa, proclamando bem alto: 

Armamento Não! Queremos Paz e Cooperação!

E regressaremos à rua, todas as vezes que forem necessárias, para afirmar

- Paz Sim! Guerra Não! 

Muito obrigada pela vossa espantosa participação na defesa da Paz, dando um grande testemunho da aspiração dos povos a este bem precioso para a Humanidade, para a defesa do seu presente e a garantia do seu futuro.

- A Paz é um direito, sem ela nada feito!

Pela paz, todos não somos demais!

A luta continua

 

CPPC presente no desfile "Paz Sim! Guerra e Corrida aos Armamentos Não!" no Porto

O CPPC participou ontem, dia 29 de Junho, no desfile Paz Sim! Guerra e Corrida aos Armamentos Não!, que passou pelas ruas do centro histórico, da Cordoaria até à Ribeira, no Porto.
Promovido por um conjunto de personalidades e organizações das mais variadas áreas de intervenção, defendeu o desarmamento, a negociação visando a criação de um sistema de segurança coletiva, o fim das guerras e das sanções, que prejudicam os povos.
O CPPC participou com bandeiras e faixas apelando a que se dê uma oportunidade à paz, dizendo não à guerra e à corrida aos armamentos e exigindo a dissolução da NATO.