Outras Notícias

Construir a Paz com os Valores de Abril

  • Abril e a Paz na Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto

    Hoje, na Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto, na inauguração da exposição seguida de debate, sobre "Construir a Paz com os valores de Abril", também de uma exposição de alunos da Escola sobre o 25 de Abril, e de uma instalação preparada em conjunto com alunos e professsora. Estas iniciativas decorreram no âmbito do protocolo entre o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Câmara Municipal do Porto. Participaram quatro turmas de alunos e diversos professores, reafirmaram-se os valores de Abril inscritos na Constituição da República Portuguesa, que agora celebra 40 anos de existência, e falou-se das lutas pela Paz que o CPPC prossegue.

  • Construir a Paz com os Valores de Abril - Espinho

    Decorreu hoje um importante debate em que participou Ilda Figueiredo em torno da exposição "Construir a Paz com os valores de Abril", no Agrupamento escolar Manuel Laranjeira, em Espinho.

    Participaram cerca de 100 jovens e alguns professores, foram distribuidos os boletins Noticias da Paz e a exposição continua na Escola até finais de Maio.

     

  • Educação para a Paz - Perafita

    Hoje, em duas escolas de Perafita (Ribeiras e Perafita), em Matosinhos, a presidente da direcção nacional do CPPC participou em iniciativas de educação para a Paz, envolvendo mais de 150 alunos e diversos professores.

    Ali se falou da Paz, da sua importância, dos seus vários pressupostos, da revolução de Abril em Portugal que pôs fim ao fascismo e à guerra colonial, com a liberdade, a democracia, os direitos e progresso social, condições indispensáveis para a paz.

     

  • Educação para a Paz - Porto

    Na biblioteca da Escola Secundária Filipa de Vilhena, no Porto, onde está a exposição " Construir a Paz com os valores de Abril" do Conselho Português para a Paz e Cooperação, decorreu uma palestra com a participação da Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo e cerca de 100 alunos e diversos professores.

    Em debate estiveram a importância da revolução de Abril e a Constituição da República Portuguesa, pondo fim ao colonialismo e ao fascismo, definindo o caminho para se conseguir o desenvolvimento e progresso social, a paz, defendendo a soberania e independência nacionais, a solidariedade e a cooperação com todos os povos do mundo.

  • 40 Anos da Revolução de Abril - Construir a Paz com os Valores de Abril

     
    CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril em Coimbra, Lisboa e Porto. Para os amigos que queiram participar com o CPPC, os pontos de encontro são:

    Coimbra
    14h30
    Praça da República, 28 (junto ao Sind. Professores)

    Lisboa
    14h30
    Marquês de Pombal / Duque de Loulé (frente ao Banco do Brasil)

    Porto
    14h30
    Largo Soares dos Reis (junto a estatua de Virgínia de Moura, frente ao Museu Militar)
    40º Aniversário da Revolução de Abril

    40 anos nos separam do fim da ditadura fascista de Salazar e Caetano, da opressão, da exploração e do fim da Guerra Colonial que durante 13 anos ceifou, sem dó nem piedade, a juventude portuguesa e a juventude dos povos colonizados, numa guerra fraticida que deixou marcas de grande dor e sofrimento em toda a população, dum e do outro lado do conflito.

    É, por isso, que afirmamos que o 25 de Abril de 1974 foi um acto de PAZ. Desde logo, pelo reconhecimento expresso no Programa do Movimento das Forças Armadas de que a solução do conflito colonial era política e não militar e, posteriormente, já em pleno processo revolucionário, pelo reconhecimento do direito à independência das colónias, culminando com a introdução no Art.º 7º da Constituição da República Portuguesa (CRP), do qual se transcreve:

    Artigo 7º
    (Relações internacionais)

    1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do direito dos povos à autodeterminação e à independência, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nas assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os ou tros povos para a emancipação e o progresso da Humanidade.

    2. Portugal preconiza a abolição de todas as formas de imperialismo, colonialismo e agressão, o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

    3. Portugal reconhece o direito dos povos à insurreição contra todas as formas de opressão, nomeadamente contra o colonialismo e o imperialismo, e manterá laços especiais de amizade e cooperação com os países de língua portuguesa
    Portugal entrou assim numa nova Era, assumindo em pleno, na ordem interna e externa, todos os avanços civilizacionais que o final do século XX registava, projectando um Futuro de paz, de progresso e de cooperação e amizade com todos os povos do mundo.

    A CRP, apesar das 7 revisões constitucionais a que foi sujeita, todas para a limitarem na sua índole libertadora e progressista, continua a ser uma plataforma fundamental, na defesa dos valores de Abril, em torno da qual se impõe mobilizar os portugueses.

    Num quadro internacional caracterizado por redobrada agressividade do imperialismo, tanto mais quanto a crise económica mundial se revela inultrapassável, sob o domínio das teses neoliberais, Portugal intensifica a sua participação na NATO - fora-da-Lei Fundamental - e militares portugueses são envolvidos em acções de agressão contra outros povos.

    Na ordem interna, uma prática política de sistemático desrespeito da CRP e de afronta às principais Conquistas da Revolução de Abril, levada a cabo ao longo dos últimos 37 anos, conduziu o nosso país a uma situação de pré-desastre económico-financeiro com consequências dramáticas para a vida dos portugueses, fazendo mesmo perigar a própria independência nacional.

    O CPPC, na passagem do 40º Aniversário do glorioso 25 de Abril de 1974 e do início do processo revolucionário ímpar que devolveu a Portugal a dignidade perdida sob a ditadura fascista, impondo-o ao convívio da comunidade das nações como um país democrático e progressista, reafirma:

    Urge reconduzir Portugal aos valores de Abril!

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação

    Abril de 2014

  • Abril, paz, desarmamento, solidariedade, cooperação – sempre!

     

    Todos os meses marcam motivos relativos à história do movimento da paz que merecem ser assinalados – entre estes, abril assume um particular significado.
     
    Em 25 de abril de 1974, a Revolução foi, ela mesma, um ato de paz, abrindo caminho ao fim das guerras coloniais, à criação de novos países cujos povos conquistaram a sua independência nacional ou à plena relação de Portugal com todos os povos do mundo.
     
    Dois anos mais tarde, a 2 de abril de 1976, era aprovada e promulgada a Constituição da República Portuguesa, que consagrava, no seu artigo 7° princípios fundamentais que regem – ou pelo menos deveriam reger – a política externa portuguesa, entre os quais: "a independência nacional, o respeito dos direitos do homem e dos povos, a igualdade entre os Estados, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, a cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade."
     
    Segundo a Lei Fundamental, Portugal deve preconizar o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos. Reconhece, igualmente, o direito dos povos à
    autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.
     
    Nesse mesmo ano de 1976, outro acontecimento relevante marca indelevelmente a história do movimento da paz português: no dia 24 de abril efectuou-se o registo oficial do Conselho Português para a Paz e Cooperação. Consagrava-se formalmente o que há muito se verificava na prática – a existência de um movimento reunindo pessoas de diversas origens sociais e correntes de pensamento, unidas na defesa da paz, do desarmamento, do desanuviamento, da solidariedade aos povos vítimas da guerra e da opressão.
     
    Um movimento surgido no início da década de 50, durante o fascismo, e que, até ao 25 de abril de 1974, não deixou de denunciar o alinhamento da ditadura com os que apostavam na guerra, no colonialismo (assumido ou encapotado) e na corrida aos armamentos para manter e ampliar privilégios e dominios. Por essa razão, muitos dos dirigentes e ativistas do movimento da Paz foram presos, torturados e forçados ao exílio.
     
    Apesar das perseguições, das proibições e da repressão, nunca este movimento deixou de defender a paz e a solidariedade, surgindo à luz do dia, com a Revolução, como um movimento pujante, determinado e alargado: os princípios constitucionais, atrás enumerados, são bandeiras que o CPPC levantou desde os seus primeiros momentos, testemunhando quer a justeza das causas como a influência e premência assumidas pelo movimento da paz antes como após o 25 de abril.
     
    Em Portugal, como um pouco por todo o mundo, este amplo movimento surgiu da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial e das legítimas esperanças de paz duradoura e universal que ela abriu. Mas resultou, também, dos receios que uma nova e mais destruidora guerra se pudesse verificar, sobretudo após os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui. Também em abril, mas de 1949, entre os dias 20 e 26, teve lugar simultaneamente em Paris e Praga o Primeiro Congresso Mundial dos Partidários da Paz, no qual participaram mais de dois mil delegados de 72 países. O Apelo que dele emanou mantém flagrante atualidade:
     
    «Nós somos pela Carta das Nações Unidas, contra todas as alianças militares que anulam esta Carta e conduzem à guerra.
    Nós somos contra o fardo esmagador dos gastos militares responsáveis pela miséria dos povos.
    Nós somos pela interdição das armas atómicas e dos outros meios extermínio em massa de seres humanos, exigimos a limitação das forças armadas das grandes potências e o
    estabelecimento dum controlo internacional efectivo da utilização da energia atómica para fins exclusivamente pacíficos e para o bem da humanidade.
    Nós lutamos pela independência nacional e a colaboração pacífica entre todos os povos, pelo direito dos povos a determinar o seu futuro, condições essenciais para a liberdade e a paz.
    Nós opomo-nos a todas as tentativas que, com o propósito de abrir caminho à guerra, procuram restringir e em seguida suprimir as liberdades democráticas. Nós constituímos um bastião global da verdade e da razão; queremos neutralizar a propaganda que prepara a opinião pública para a guerra.
    Nós condenamos a histeria belicista, a pregação do ódio racial e da inimizade entre os povos. Preconizamos a denúncia e o boicote dos órgãos da imprensa, produções literárias e
    cinematográficas, personalidades e organizações que fazem a propaganda para uma nova guerra.»
     
    Deste congresso saiu o Comité Permanente dos Partidários da Paz, que em março do ano seguinte, lançaria o Apelo de Estocolmo, pela abolição das armas nucleares, que recolheria centenas de milhões de assinaturas em todo o Mundo. No final de 1950, no Segundo Congresso, seria finalmente constituído o Conselho Mundial da Paz – do qual o CPPC é, hoje, membro do Secretariado e do Comité Executivo e Coordenador para a Europa.
     
    Assumindo o legado deste movimento e transportando na sua ação diária os seus princípios e objetivos, o CPPC assume no quotidiano aquele que é, desde sempre, o seu compromisso:
    agir lado a lado com todos quantos, em Portugal e no mundo, intervêm com a aspiração e a convicção de que é possível um mundo justo, democrático, solidário e de Paz.
     
    Como afirmou nesse longínquo abril de 1949, Frédéric Joliot-Curie, «a Paz é assunto de todos!»
  • Assinado importante Protocolo com o Município de Vila Nova da Barquinha


    Na passada quinta-feira, dia 11 de Setembro, foi celebrado um protocolo de cooperação entre o CPPC e Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, tendo este sido assinado, pelo Ex.mo Sr. Vereador da Cultura Dr. Ricardo Honório, em representação do Ex.mo Sr. presidente da Câmara, Dr. Fernando Freire, e pela Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Este protocolo enquadra a cooperação, entre as duas entidades, em torno do projecto “Os 100 anos da Grande Guerra e a Luta pela Paz” tendo em conta que foi neste município que decorreu grande parte do treino militar do Contingente Expedicionário Português, que participou na I Guerra Mundial, e o seu interesse na defesa da Paz e em projectos de Educação para a Paz.

    Neste projecto estão envolvidos, ainda, outros dois municípios, o de Constância e o de Loures com os quais foram já assinados protocolos de cooperação semelhantes.

    No âmbito do projecto, estão previstas, a elaboração de painéis e outros materiais para uma exposição sobre o tema acima referido, a participação em conferências e debates, outras acções e iniciativas na defesa da Paz e da Cooperação entre os povos e a promoção de acções de “Educação para a Paz”.

    Nesta ocasião o CPPC entregou, também, um exemplar da exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril" ao município.

  • Com a paz no horizonte - PIAS

    Nas instalações da Junta de Freguesia de Pias realizou-se um importante debate do Conselho Português para a Paz e Cooperação com a presença da Presidente da direcção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, do Presidente da Junta de Freguesia, José Augusto, e dos membros do CPPC, Maria José Afonso e José Baguinho. Com a paz no horizonte, foi uma iniciativa muito participada, com uma audiência muito consciente dos problemas que ameaçam a paz no mundo, que deram opinião e colocaram preocupações com a evolução da situação internacional, designadamente no Médio Oriente, na Ucrânia e na Europa em geral.

    Foram igualmente abordadas as campanhas do CPPC de solidariedade com a revolução Bolivariana da Venezuela o com o povo saraui e o povo palestino, a actualidade do Apelo de Estocolmo , a exigência da dissolução da NATO e do desarmamento geral e controlado, nos termos do artigo 7º da Constituição da República Portuguesa. No final, vários participantes foram sensíveis ao apelo "pela Paz todos não somos demais!" e inscreveram-se no CPPC.

     

  • Comemorações Populares do 25 de Abril em Lisboa

    O CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.
    Para os amigos que queiram participar com o CPPC, o ponto de encontro é no Marquês de Pombal / Duque de Loulé (frente ao Banco do Brasil), pelas 14h30.

     

     

  • Comemorações Populares do 25 de Abril no Porto

    O CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril no Porto.
    Para os amigos que queiram participar com o CPPC, o ponto de encontro é no Largo Soares dos Reis (junto a estátua de Virgínia de Moura, frente ao Museu Militar), pelas 14h30.

     

  • Comemorar a Constituição de Abril

     

    A 2 de abril de 1976, os deputados da Assembleia Constituinte, eleitos nas primeiras eleições em liberdade do nosso país, aprovavam e promulgavam a Constituição da República Portuguesa. Fruto da vitória da Revolução de Abril, a Constituição traduziu a vontade do povo português de rompimento definitivo com o regime fascista e colonialista, de transformação profunda das condições económicas, sociais, políticas e culturais do país, no sentido do progresso, justiça social e ampla democracia no quadro da independência e soberania nacionais, paz, amizade e cooperação com todos os povos.
    Apesar das revisões que sofreu desde então e a foram tolhendo no que tinha de mais democrático, rico e avançado, a Constituição da República Portuguesa ainda regista parte importante da perspetiva progressista, emancipadora, solidária e pacífica que iluminava a esmagadora maioria dos deputados constituintes e que, ainda hoje, a distingue como uma das mais modernas e democráticas constituições do mundo.
    Enquanto poderosa afirmação de soberania e independência a Constituição transformou Portugal num país democrático dotado de capacidade para ter voz própria nas grandes questões internacionais, sob orientação dos princípios enunciados no seu Artigo 7.º (Relações Internacionais), designadamente:
    «Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.
    Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.
    Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.»
    No entanto, os sucessivos governos têm envolvido Portugal nos desígnios belicistas e hegemónicos dos Estados Unidos da América/NATO e das grandes potências europeias. Em contradição com o comando constitucional, a política desses governos tem mostrado total incapacidade para manter distanciamento, quando não são ativamente coniventes, em relação a ilegalidades e ingerências de todo o tipo perpetradas por aquelas potências – desde a cedência de território nacional para lançamento de aventuras belicistas, ao reconhecimento de títeres políticos e à retenção de ativos de estados soberanos por bancos portugueses.
    Ao reafirmar-se comprometido com o caminho emancipador e pacífico indicado na Constituição de Abril, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) mantém-se determinado em prol da paz, da segurança e da cooperação internacionais; da amizade, cooperação e solidariedade entre os povos.
    O CPPC assume como suas as causas da dissolução dos blocos político-militares; do fim das bases militares estrangeiras, das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva. Assume, igualmente, como suas as causas do respeito pela soberania e independência dos Estados; do direito dos povos a definirem o seu próprio destino livre de ingerências.
    Nestes tempos de incerteza, complexos e perigosos, o CPPC reitera a confiança na justeza da sua linha de orientação e dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa, e reafirma-se disposto a agir lado a lado com todos quantos, em Portugal e no mundo, intervêm convictos de que um mundo justo, solidário e de paz é não só desejável como possível.
  • Construir a Paz com o Valores de Abril na Biblioteca Municipal de Palmela

    A exposição " Construir a Paz com os Valores de Abril", foi inaugurada na biblioteca municipal de Palmela, no passado dia 20, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Álvaro Amaro e da presidente da direcção do CPPC Ilda Figueiredo.

    A exposição pode ser visitada até 9 de Maio.

     

     

     

     

  • Construir a Paz com os Valores de Abril

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    No passado dia 31 de janeiro, na escola profissional INETESE, em Lisboa, realizou-se uma sessão sobre a Paz e o 25 de Abril.
    Estando patente a exposição do CPPC, "Construir a Paz com os Valores de Abril", as dirigentes Sofia Costa e Julie Neves falaram sobre a luta pela Paz em Portugal durante o fascismo e também sobre a sua atualidade e a importância da defesa dos valores de Abril.
    Na sessão participou também o membro da presidência do CPPC e ex-militar Henrique Mendonça, que deu o seu importante e vivo testemunho sobre o antes e depois do 25 de Abril que assinala, em 2024, 50 anos.
  • CONSTRUIR A PAZ COM OS VALORES DE ABRIL - AMARELEJA

  • CONSTRUIR A PAZ COM OS VALORES DE ABRIL - BEJA, Sobral da Adiça

  • Construir a Paz com os Valores de Abril - Escola Secundária Gondomar

    No âmbito da exposição Construir a Paz com os Valores de Abril, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, teve lugar ontem, dia 20, na Escola Secundária de Gondomar, uma palestra com a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo. Foi uma iniciativa bastante participada por alunos dos 11º e do 12º anos - das áreas das Humanidades e de Economia.

     

  • CONSTRUIR A PAZ COM OS VALORES DE ABRIL - ÉVORA

  • CONSTRUIR A PAZ COM OS VALORES DE ABRIL - ÉVORA

    Dia 10 de abril foi inaugurada a Exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril", nas instalações da União das Freguesias da Malagueira e Horta das Figueiras, em Évora.

    Seguiu-se um debate sobre a paz no mundo. Várias pessoas usaram da palavra tal como o Presidente da Junta José Russo, o Vereador da Cultura, da Câmara Municipal de Évora, Eduardo Luciano e várias pessoas que estavam na assistência. Ilda Figueiredo, Presidente da DN do Conselho Português para a Paz e Cooperação deu explicações sobre a exposição, referiu-se ao artigo 7º da Constituição da República Portuguesa e a algumas campanhas do CPPC seja na solidariedade com a revolução Bolivariana, seja relativamente ao Apelo de Estocolmo contras armas nucleares, seja a exigência de dissolução da NATO.

     

     

  • CONSTRUIR A PAZ COM OS VALORES DE ABRIL - ÉVORA

    No passado dia 29 de Abril, alunos da Escola Manuel Ferreira Patrício acompanhados de dois professores de História, visitaram a Exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril" e participaram numa sessão com o Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da Paz do CPPC, Abílio Fernandes.

     

  • Construir a Paz com os valores de Abril - Freguesia do Sado

     
    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.