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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), uma das organizações membro da Plataforma pela Paz e Desarmamento, esteve presente no Acampamento pela Paz, que teve lugar nas Piscinas Municipais de Évora,entre os dias 29 e 31 de Julho.
Com a participação de centenas de jovens de todos os pontos do país, os três dias do acampamento foram uma forte afirmação do desejo dos jovens por um mundo de Paz, denunciando a guerra, os bloqueios e sanções e as suas consequências.
Com atividades que preencheram os dias, desde as artes - com a pintura de um mural e uma oficina de cartazes - ao desporto – com torneios de diversas modalidades, até aos debates “Guerras Sanções e Bloqueios – Quem Perde São os Povos” e “Tráfico de Seres Humanos – Romper o Silêncio” – as Piscinas Municipais de Évora e a própria cidade encheram-se do significado da Paz.
O desfile do Acampamento, no sábado, teve início após um caloroso jantar no Monte Alentejano e depois das palavras de Pedro Costa, da Câmara Municipal de Évora, que referiu a importância deste acampamento, da defesa da paz e da participação ativa dos jovens nestas questões, e foi o ponto alto do acampamento, onde, desde o Rossio ao Jardim Público, se exclamou “Paz Sim! Guerra Não!” “O custo de vida aumenta: os jovens não aguentam!” e “Para a guerra vão milhões, para o povo só tostões!”.
O CPPC, representado por Julie Neves, membro da Direção Nacional, participou, no último dia do acampamento, no debate “Guerras, Sanções e Bloqueios – Quem Perde São os Povos”, que contou também com a participação de Domingos Pereira, da AEFCSH e de Yusmarí Diaz, Embaixadora da República de Cuba em Portugal. Numa conversa informal, como o próprio ambiente exigia, mas que não deixou de ser proveitosa e esclarecedora, o CPPC interveio, brevemente, sobre o surgimento do movimento da Paz no Mundo e Portugal, sobre as suas origens, focando-se no trabalho que desenvolveu e continua a desenvolver em torno da defesa da Paz, com especial ênfase nas iniciativas e trabalho de solidariedade com os povos do mundo, denunciando a ingerência externa e as tentativas de desestabilização e de impedimento à soberania e autodeterminação dos Estados.