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O CPPC saúda a marcha do povo cubano contra o bloqueio e a inclusão ilegítima de Cuba na lista de estados que supostamente patrocinam o terrorismo

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O CPPC sempre se manifestou contra o bloqueio económico e financeiro dos EUA contra Cuba exigindo o seu levantamento assim como a retirada da ilegítima lista de países que supostamente patrocinam o terrorismo.
 
Por isso, saudamos a recente manifestação de mais de 500 mil cubanos que se manifestaram frente à embaixada dos Estados Unidos, em Havana, para exigir o levantamento do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelo governo dos Estados Unidos, assim como a retirada dee Cuba da arbitrária lista de países que supostamente patrocinam o terrorismo.
Esta manifestação demonstra que o povo cubano está unido na determinação de decidir o seu próprio futuro e construir o seu projecto de país sem pressões nem ataques externos, apesar das consequências muito negativas destas medidas coercivas unilaterais e ilegítimas de EUA muitas vezes rejeitadas pela Assembleia Geral da ONU.
 
Sabendo-se que Cuba não patrocina o terrorismo e é um garante de paz, nunca devendo de estar nessa lista em que foi incluída pelo presidente Donald Trump por motivações puramente políticas, poucos dias antes de finalizar o seu mandato anterior, é tempo do presidente cessante Joe Biden retirar Cuba de tal lista ilegítima.
 
Por isso, o CPPC reafirma, mais uma vez, a sua solidariedade com Cuba e o povo cubano, exigindo o fim do ignóbil bloqueio económico, comercial e financeiro dos EUA contra Cuba e a retirada lista ilegítima de estados supostamente terroristas, erguendo a sua voz em prol do direito do povo cubano a desenvolver-se em paz.

Boas festas e Próspero 2025

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação deseja a todos boas festas e um próspero 2025, unidos no reforço do movimento da Paz por um mundo melhor!

Fim à ingerência e à agressão à Síria

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É com preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação acompanha os acontecimentos na República Árabe Síria e alerta para os riscos de uma nova escalada da violência e do fim da existência deste país enquanto Estado soberano e secular.
 
Os recentes acontecimentos na Síria são indissociáveis de mais de uma década de ingerência externa e agressão, de ilegal ocupação de partes do seu território por forças militares estrangeiras – nomeadamente dos EUA e da Turquia, sem esquecer a ilegal ocupação dos Montes Golã por Israel –, do saque dos seus recursos, desde logo, os petrolíferos, e de pesadas sanções económicas impostas à margem da ONU pelos Estados Unidos da América e da União Europeia, que fragilizaram a economia, dificultaram a aquisição de bens de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos, assim como a reconstrução do país devastado por anos de guerra – saliente-se que as ilegais sanções norte-americanas contra a Síria recaíram sobre qualquer entidade, independentemente da sua nacionalidade, que prestasse apoio humanitário à Síria ou colaborasse na sua reconstrução.
 
As forças e grupos que agora tomaram o poder e que dominam territórios na Síria – algumas das quais com origem na Al-Qaeda ou no chamado Estado Islâmico – foram treinadas, armadas e financiadas ao longo dos anos pelos EUA e outros países membros da NATO, por Israel e por Estados do Golfo, ligação que fica desde logo evidente no seu silêncio face aos bombardeamentos, invasão e ocupação de mais território da Síria por parte de Israel, mas também por parte da Turquia e dos EUA.
 
A República Árabe Síria, pela postura soberana que assumia e pela solidariedade que sempre manifestou com o povo palestiniano, era, há muito, um alvo a abater para os EUA e os seus aliados. Impõe-se a exigência do fim dos bombardeamentos israelitas e da retirada das forças estrangeiras que ocupam ilegalmente a Síria.
 
É premente uma solução política que garanta a soberania e os direitos do povo sírio, a integridade territorial do seu país, o carácter secular do seu Estado, com a sua composição multiétnica e religiosa.
 
É premente a paz no Médio Oriente, o fim do genocídio do povo palestiniano e a criação do Estado da Palestina e o cumprimento do direito de retorno dos refugiados palestinianos, conforme determinado pelas resoluções da ONU.
 
A direção nacional do CPPC.
19 de dezembro de 2024

Os artistas e a Paz

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Decorreu no dia 11 de dezembro, no Gabinete da Bienal, em Vila Nova de Gaia, um interessante e participado debate em que intervieram artistas como Agostinho Santos, Nazaré Alvares e Felicia Sousa e ativistas da paz como Ilda Figueiredo pelo CPPC.
Aí se debateu o papel dos artistas e da arte no momento tão complexo e perigoso que estamos a viver e se apelou à participação de todos na defesa da paz, designadamente na manifestação nacional de 18 de janeiro - Todos Juntos pela Paz! É urgente pôr fim à guerra!