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Excelente Concerto pela Paz em Vila Nova de Gaia

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No Auditório Municipal de VN de Gaia realizou-se um excelente Concerto pela Paz, no passado dia 1 de junho, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), com apoio da Câmara Municipal de Gaia e da Federação Concelhia das Coletividades. Deu-se particular importância ao Dia Internacional da Criança, na defesa da sua felicidade, com paz, liberdade e progresso social, lembrando-se as crianças mortas nas guerras, com destaque para a Palestina, e proclamou-se, a muitas vozes, Paz sim! Guerra Não!
Participaram a Academia de Música de Vilar do Paraíso, o Orfeão de Oliveira do Douro, o grupo de Teatro O Pórtico do AE Gaia Nascente, o Coral infantojuvenil de Valadares e o Grupo de Cordas do Rancho Regional de Gulpilhares e o Centro Popular de Trabalhadores do Areinho de Oliveira do Douro.
Iolanda Oliveira apresentou o Concerto pela Paz e intervieram Ilda Figueiredo pelo CPPC e a vereadora da Cultura Paula Carvalhal pela CM de Gaia. Foi salientada a importância da cultura da paz e as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que em Gaia tem tido grande participação generosa de artistas de várias áreas, escolas, movimento associativo e Câmara Municipal, na defesa da paz e dos valores de Abril, dando sequência ao III Encontro pela Paz que decorreu no passado dia 28 de outubro em Gaia.

Pelo imediato reconhecimento do Estado da Palestina por Portugal

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Centenas de pessoas concentraram-se na Praça do Rossio, em Lisboa, para exigir do governo português o imediato reconhecimento do Estado da Palestina, juntando-se assim aos mais de 140 países que já o fizeram.
No dia em que Espanha, Noruega e Irlanda consumaram esse reconhecimento, duas das organizações promotoras da concentração (CPPC e o MPPM) anunciaram o envio de uma carta ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, instando-o a reconhecer o Estado da Palestina, corrigindo desse modo uma injustiça histórica.
Em várias intervenções foi sublinhado que as autoridades portuguesas têm mesmo a obrigação constitucional de defender os direitos nacionais do povo palestiniano e a aplicação das múltiplas resoluções das Nações Unidas que apontam ao fim da ocupação e à criação do Estado da Palestina soberano, independente e viável, com Jerusalém Oriental como capital e a consagração do direito ao regresso dos refugiados.
Para além das intervenções de Julie Neves, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Dinis Lourenço, da CGTP-IN, Domingos Pereira, do Projeto Ruído, e da jovem activista palestiniana Nour El Tibi, participaram na concentração o músico Sebastião Antunes, acompanhado pelo Grupo de Adufes de A Voz do Operário, e Ritmos de Resistência.

Fim ao genocídio e aos crimes de Israel Cessar-fogo imediato e permanente!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente o atroz bombardeamento contra um campo de refugiados palestinianos no noroeste de Rafah, que Israel realizou durante esta madrugada e que provocou pelo menos 50 mortos, muitos dos quais crianças.

Longe de ser um caso isolado, este novo massacre cometido por Israel – dois dias após o Tribunal Internacional de Justiça ter ordenado a interrupção imediata da ofensiva militar de Israel contra a cidade palestiniana de Rafah –, junta-se ao horror de tantos outros, que nos últimos sete meses provocaram a morte a mais de 36 000 pessoas, feriram outras 81 000, para além das 11 000 que permanecem desaparecidas, entre as quais muitos milhares de crianças – um genocídio que Israel continua a levar a cabo contra o povo palestiniano.

Este novo crime de Israel só foi possível porque os Estados Unidos da América, o Reino Unido e outras potências da NATO e da União Europeia continuam a apoiar financeira, diplomática e militarmente Israel e a sua política de ocupação, de opressão, de genocídio contra o povo palestiniano e os seus inalienáveis direitos nacionais.

Instamos uma vez mais a que o Governo português se deixe de manobras dilatórias e pretextos, e reconheça o Estado da Palestina, contribuindo para o cumprimento do direito internacional e a Paz no Médio Oriente, juntando-se assim à esmagadora maioria dos países que integram a ONU que já o fizeram, deixando de se subordinar à política dos EUA e de ser cúmplice com as violações do direito internacional por parte de Israel.

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As comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e educação para a paz no Freixo, Ponte de Lima

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No Agrupamento de escolas do Freixo, em Ponte de Lima, no passado dia 24 de maio , Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC fez uma palestra sobre as comemorações dos 50 anos de Abril inserida no projeto de educação para a paz. Também assistiu às intervenções de alunos, que incluíram desfiles, teatralização da defesa de direitos e a pintura de um painel sobre os 50 anos de Abril. Belos trabalhos e grande participação de professores e alunos.