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Pela Paz, Não ao Armamento Nuclear! - 5 de Agosto | Seixal

No próximo dia 5 de Agosto, quinta feira, às 18 horas, na Galeria de Exposições Augusto Cabrita, no Seixal, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Câmara Municipal do Seixal realizam e convidam todos os amigos da Paz a participar numa iniciativa cultural em defesa da Paz assinalando o 77º aniversário dos bombardeamento atómicos sobre as cidades de Hiroxima e Nagasáqui.
Esta iniciativa contará com a apresentação do livro de poesia "Hiroxima" editado conjuntamente pelo CPPC e pela Âncora editora, com a participação de um dos seus coordenadores, Manuel Simões; um momento musical, proporcionado por Vítor Paulo, e ainda com a abertura da exposição de cartazes sobre a Bomba Atómica da Mayors for Peace - Uma Mensagem de 1945 para o Futuro.

Plataforma pela Paz e Desarmamento organiza novo Acampamento pela Paz - Centenas de jovens reuniram-se em Évora, entre os dias 29 e 31 de Julho

 
 
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), uma das organizações membro da Plataforma pela Paz e Desarmamento, esteve presente no Acampamento pela Paz, que teve lugar nas Piscinas Municipais de Évora,entre os dias 29 e 31 de Julho.
Com a participação de centenas de jovens de todos os pontos do país, os três dias do acampamento foram uma forte afirmação do desejo dos jovens por um mundo de Paz, denunciando a guerra, os bloqueios e sanções e as suas consequências.
Com atividades que preencheram os dias, desde as artes - com a pintura de um mural e uma oficina de cartazes - ao desporto – com torneios de diversas modalidades, até aos debates “Guerras Sanções e Bloqueios – Quem Perde São os Povos” e “Tráfico de Seres Humanos – Romper o Silêncio” – as Piscinas Municipais de Évora e a própria cidade encheram-se do significado da Paz.
O desfile do Acampamento, no sábado, teve início após um caloroso jantar no Monte Alentejano e depois das palavras de Pedro Costa, da Câmara Municipal de Évora, que referiu a importância deste acampamento, da defesa da paz e da participação ativa dos jovens nestas questões, e foi o ponto alto do acampamento, onde, desde o Rossio ao Jardim Público, se exclamou “Paz Sim! Guerra Não!” “O custo de vida aumenta: os jovens não aguentam!” e “Para a guerra vão milhões, para o povo só tostões!”.
O CPPC, representado por Julie Neves, membro da Direção Nacional, participou, no último dia do acampamento, no debate “Guerras, Sanções e Bloqueios – Quem Perde São os Povos”, que contou também com a participação de Domingos Pereira, da AEFCSH e de Yusmarí Diaz, Embaixadora da República de Cuba em Portugal. Numa conversa informal, como o próprio ambiente exigia, mas que não deixou de ser proveitosa e esclarecedora, o CPPC interveio, brevemente, sobre o surgimento do movimento da Paz no Mundo e Portugal, sobre as suas origens, focando-se no trabalho que desenvolveu e continua a desenvolver em torno da defesa da Paz, com especial ênfase nas iniciativas e trabalho de solidariedade com os povos do mundo, denunciando a ingerência externa e as tentativas de desestabilização e de impedimento à soberania e autodeterminação dos Estados.

CPPC recebeu novo Representante da Frente Polisário em Portugal

 

No dia 27 de Julho de 2022, o Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu na Casa da Paz, em Lisboa, o senhor Omar Mih, Representante da Frente POLISARIO em
Portugal.

Na reunião, em que participaram Ilda Figueiredo e Julie Neves, da DN do CPPC, foram abordados aspectos da questão do Sahara Ocidental, que tem estado na agenda da Comissão das Nações Unidas sobre Questões Políticas Especiais e Descolonização desde 1966.

Foi dado especial destaque à situação da população saharaui que tem estado sujeita à ocupação, a uma repressão feroz e a violações dos direitos humanos nos territórios ocupados do Sahara Ocidental por parte do Reino de Marrocos, enquanto várias centenas de milhares de saharauis são obrigados a viver em campos de refugiados no deserto argelino perto de Tindouf, em condições extremamente difíceis.

Continua por concretizar o plano de paz das Nações Unidas que prevê a celebração de um
referendo de autodeterminação.
Como foi salientado, o Sahara Ocidental é, de facto, o último país africano que ainda não
completou o processo de descolonização. No entanto, o referendo, mais de 20 anos após o cessar-fogo ter sido declarado (1991), ainda não pôde realizar-se, devido principalmente à intransigência marroquina.

As dirigentes do CPPC deram a conhecer algumas das recentes iniciativas de solidariedade com o povo saharauí e manifestaram a disponibilidade do CPPC em continuar a desenvolver esta solidariedade com novas iniciativas.

Solidariedade com Cuba

 

O dia 26 de julho tem uma importância fundamental para Cuba e o povo cubano.

Foi no dia 26 de julho de 1953 que se verificou a primeira tentativa de derrube da ditadura de Fulgencio Baptista, com o assalto ao quartel-general Moncada, em Santiago de Cuba – data que está na origem do nome “Movimento 26 de Julho”, que foi criado pelos revolucionários cubanos em 1955 – e que, apesar de sem sucesso
imediato, marcou o início da Revolução cubana, que se assinala como o mais profundo processo de transformação social protagonizado por esse país e o seu corajoso e determinado povo.

Nesta ocasião, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reitera a sua solidariedade com Cuba face à ingerência e agressão dos Estados Unidos da América (EUA), que se revelam de forma mais evidente no criminoso bloqueio, imposto há mais de 60 anos, e nas sucessivas operações de desestabilização e campanhas de
mentira e calunia contra Cuba e o seu povo, que continua a resistir, defendendo os seus direitos e soberania, a sua revolução, afirmando que são possíveis alternativas de soberania e de progresso e justiça social.

Como tem sido denunciado, o bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA contra Cuba e o seu povo é cruel e ilegal, razão pela qual quase todos os países do mundo, há três décadas, exigem o seu fim, em votações anuais na Assembleia-geral das Nações Unidas.

No entanto, os EUA não só continuam a impor o bloqueio como o agravam, condicionando o desenvolvimento económico e o progresso social de Cuba e atacando os direitos e as condições de vida do seu povo.

Ainda assim, Cuba continua a afirmar-se em setores como a saúde – produzindo as suas próprias vacinas face à pandemia de Covid-19 –, a educação, o desporto ou a cultura, sendo igualmente um exemplo na solidariedade e cooperação com outros povos.

O CPPC expressa a solidariedade com a corajosa luta do povo cubano, exigindo o fim do bloqueio e da desestabilização impostos a Cuba pelos EUA e pugnando pelo cumprimento do direito internacional, incluindo pelo direito soberano de cada povo escolher o seu caminho de desenvolvimento, livre de quaisquer ingerências, pressões externas, e em paz.

Cuba Vencerá!