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áfrica

  • Divulgamos posição subscrita por várias organizações que exigem medidas urgente para o drama humanitário dos refugiados.

    Mais Guerra Não!

  • CPPC solidário com o povo saarauí participa em conferência na Argélia!


    A convite do Comité Nacional de Solidariedade com o Povo Saaraui (CNASPS) da Argélia, o CPPC participou na IV Conferência Internacional sobre o "Direito dos Povos à resistência - caso do Saara Ocidental", que se realizou nos dias 14 e 15 de Dezembro em Argel.

    A conferência contou com a participação de diversas entidades políticas, deputados de vários países, assim como eleitos autárquicos, representantes do movimento associativo de solidarieadde com o Povo do Saara Ocidental e personalidades internacionais. O CPPC esteve representado por Inês Carrasco, membro da Direcção Nacional, que teve a oportunidade de intervir na conferência.

     

     

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o 41º Aniversário da Frente Polisário, reconhecendo o seu papel determinante nas décadas de resistência e intensa luta contra o colonialismo, pelo direito inalienável do Povo Sarauí a uma Pátria Livre e Soberana no território que constitui a República Árabe Sarauí Democrática, tal como definido pela Comissão de Descolonização da Organização das Nações Unidas e reconhecido por inúmeros países e entidades.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena a brutal repressão perpetrada pelo Reino de Marrocos contra o povo sarauí e contra a República Árabe Sarauí Democrática - proclamada em 1976 e legitimada pela Resolução 1514 da Organização das Nações Unidas – e denuncia a inércia cúmplice da ONU por pouco fazer para que as suas Resoluções tenham, de facto, eficácia.

    Hoje, e tal como ontem, fiel à solidariedade com a justa luta do povo saarauí e sua legitima representante, a Frente Polisário, o Conselho Português para a Paz e Cooperação vem reafirmar a sua solidariedade para com o povo saarauí e pelas suas justas reivindicações:

    - Fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental; respeito pelos direitos nacionais do povo saarauí, nomeadamente, o direito ao seu Estado livre, independente e soberano;

    - Realização de um referendo sob auspícios das Nações Unidas;

    - Protecção dos direitos humanos, incluindo os cívicos e políticos dos cidadãos saraauís residentes nos territórios ilegalmente ocupados;

    - Libertação dos presos políticos saarauís detidos em prisões marroquinas;

    - Reconhecimento pelo Governo português da República Árabe Saarauí Democrática e a adopção, por parte deste, de uma posição interventiva, agindo em coerência com o direito dos povos colonizados à autodeterminação e independência, no respeito do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa.

    10 de Maio de 2014

    A Direcção Nacional do CPPC

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia mais uma intervenção militar da União Europeia na em África, com o anúncio da disposição de enviar centenas de soldados para a República Centro-Africana, onde já se encontram a intervir soldados franceses. Ao anunciar esta intenção, a União Europeia está fundamentalmente a branquear a intervenção francesa e os seus objectivos neocoloniais.

  • Face às sucessivas tragédias que se continuam a verificar quase diariamente no Mediterrâneo, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu pesar e indignação pela morte de mais de mil pessoas só nos mais recentes naufrágios, o que surge na sequência de muitos milhares de mortes naquelas águas transformadas em autêntico cemitério daqueles, homens, mulheres e crianças, que fogem da guerra, da fome e da pobreza extrema.

    Recorde-se que há causas e responsáveis por esta grave situação. Desde logo, as constantes ingerências e guerras de potências ocidentais contra diversos países de África e Médio Oriente que lançaram o terror e o caos nalgumas zonas e obrigaram as populações a fugir. Mas também a política de imigração da União Europeia, a falta de apoio aos povos em fuga da fome e da pobreza extrema naquelas regiões de África e do Médio Oriente onde se sucedem os bombardeamentos, os conflitos e se mantêm graves ingerências e situações de autêntico neocolonialismo, que contribuem para as tragédias que se estão a viver no Mediterrâneo.

    O CPPC ao denunciar as verdadeiras causa da situação exige dos seus reais responsáveis, especialmente dos governos dos países na União Europeia, nomeadamente o português, a assumpção plena das suas responsabilidades, uma mudança de política e não meras declarações que não são mais que lágrimas de crocodilo perante tanto sofrimento.

    O CPPC reafirma que prosseguirá o seu activo empenhamento na luta pelo fim das guerras de agressão, ingerências e conflitos, contra o colonialismo e o neocolonialismo, pela paz na região mediterrânica, por políticas migratórias e de asilo que sejam respeitadoras da vida e dignidade humanas, solidárias e de progresso social, pelo respeito do direito dos povos a decidir dos seus destinos.

    Direcção Nacional do CPPC
    21 de Abril de 2015

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia as sentenças decretadas contra o grupo de presos políticos saarauís em prisões marroquinas – conhecido como o grupo de Gdeim Izik –, o CPPC, reafirma a denúncia deste julgamento político, a exigência da libertação destes activistas e a sua solidariedade para com o povo sarauí.

    Após 7 meses de julgamento, oito presos políticos saarauís foram condenados a prisão perpétua pelos tribunais marroquinos, três a 30 anos de prisão, cinco a 25 anos de prisão e três a 20 anos de prisão.

    O CPPC recorda que estes activistas foram sequestrados e torturados pelas autoridades marroquinas após em Novembro de 2010, quando milhares de sarauís residentes nos territórios do Saara Ocidental, ilegalmente ocupados por Marrocos, terem montado um acampamento em Gdeim Izik, a 15 Km de El Aaíun, como forma de luta pelo respeito dos direitos humanos do povo sarauí por parte de Marrocos, a potência ocupante.

    O CPPC considera este julgamento um atentado aos direitos humanos e considera que a resolução efectiva deste conflito passa pelo reconhecimento do direito do povo saarauí à auto-determinação e independência do seu país, e pela exigência do cumprimento, pela força ocupante, o Reino de Marrocos, das decisões da ONU.

    Direcção Nacional do CPPC

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a Frente Polisário, legítima representante do povo saraui, por ocasião do seu 45.º aniversário, que se assinala dia 10 de Maio, reconhecendo o seu papel determinante na luta contra o colonialismo e pelo reconhecimento do direito inalienável do povo saraui a uma pátria livre e soberana, nos territórios do Sara Ocidental, em que se inscreve a proclamação da República Árabe Sarauí Democrática (RASD), em 1976.

    Nesta ocasião, o CPPC reafirma a sua condenação da ilegal ocupação dos territórios do Sara Ocidental por parte do Reino de Marrocos e da sua brutal política de repressão contra o povo saraui e os seus direitos nacionais.

  • DECLARACION FINAL

    IV Conferencia Internacional de Argel «El Derecho de los Pueblos a la Resistencia: caso del Pueblo Saharaui»

    Argel, Hotel El Aurassi, 14 y 15 de Diciembre de 2013

  • A evolução da situação do surto de vírus Ébola está a demonstrar a cínica e hipócrita atitude de países ocidentais, economicamente mais desenvolvidos, que em vez de utilizarem os vastos meios que têm ao seu alcance para combater o surto da doença no seu início e, desse modo, evitar o agravamento da situação e o alastramento do número de vítimas, intervieram promovendo o alarme mediático, por todo o mundo, e instrumentalizando a situação em função dos seus interesses.

  • Dia 15 de Fevereiro, pelas 18.30h, na Casa da Cultura, em Beja, inaugura a exposição fotográfica de José Baguinho, "Filhos das Nuvens - A última colónia", que ficará presente nesse espaço durante um mês.

    José Baguinho é membro do Conselho Português para a Paz e Cooperação e as imagens que constam da exposição foram colhidas durante uma deslocação organizada pelo CPPC em 2009 aos acampamentos de refugiados saarauís em território argelino.

    Estará presente na inauguração Carlos Carvalho, da direcção do CPPC.

    A exposição é uma organização conjunta da Câmara Municipal de Beja e do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

  • No dia 15 de Fevereiro de 2014, com o patrocínio da Câmara Municipal de Beja e do Conselho Português para a Paz e Cooperação, foi inaugurada, na Casa da Cultura de Beja, a exposição fotográfica “Filhos das Nuvens – A última colónia” da autoria de José Baguinho.

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    A propósito das recentes declarações da chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton, sobre a intenção da União Europeia (UE) de enviar 1.000 soldados para a República Centro-Africana (RCA) – a somar aos 2.000 militares franceses e os cerca de 4.500 militares da União Africana (UA) que já se encontram no terreno – o CPPC alerta mais uma vez para os reais objectivos desta intervenção: branquear a intervenção já em curso do governo francês e os seus objectivos neocoloniais de exploração de recursos naturais, não só deste país, mas também desta região centro-africana.

  • A convite do Comité Nacional de Solidariedade com o Povo Saaraui (CNASPS) da Argélia, o CPPC participou na IV Conferência Internacional sobre o "Direito dos Povos à resistência - caso do Saara Ocidental", que se realizou nos dias 14 e 15 de Dezembro em Argel, onde teve a oportunidade de proferir aseguinte intervenção.

  • Divulgamos folheto recentemente editado pelo CPPC e recordamos a iniciativa que decorrerá hoje no Porto às 18h.

    Parem a desestabilização, a guerra e a pilhagem dos recursos.

    Solidariedade com os Refugiados

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

    14 de Setembro 18h - Praça da Liberdade (Porto) - junto à estátua do ardina

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    União dos Sindicatos do Porto

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    O Núcleo de Évora do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)  vai realizar uma conversa alargada sobre um dos temas que estão nas primeiras páginas dos media nacionais: A República Centro Africana, o Sudão do Sul e de um modo geral os conflitos em África. Será que dizem tudo para percebermos porque se estão a verificar estas convulsões?

     

    Convidámos para conversar connosco o Dr. Carlos Pereira, jornalista, que foi director do Diário do Alentejo. 

     

    Venha também, e traga um amigo, para aprofundarmos este tema. Próxima 4ª fª, dia 15 de Janeiro na sede da Associação Povo Alentejano (APA) na Rua 5 de Outubro 75, das 18 às 20h.

  • O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

    14 de Setembro 18h - Praça da Liberdade (Porto) - junto à estátua do ardina

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    União dos Sindicatos do Porto

     

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    A pedido do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), decorreu ontem, dia 9 de Junho, uma reunião na Assembleia da República com o Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, Sérgio Sousa Pinto, a deputada do PCP Carla Cruz e o deputado do PSD Ricardo Batista Leite.
    Foram abordadas as questões ligadas a grave situação nos territórios ocupados do Saara Ocidental e dos presos políticos sarauis nas cadeias marroquinas.
    A delegação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, constituída pela presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e pelo dirigente nacional Carlos Carvalho, apelou à defesa dos direitos humanos no Saara Ocidental

    e à liberdade para os presos políticos saarauís nas cadeias marroquinas, tendo denunciado o agravamento da situação nos territórios ocupados do Saara Ocidental pelo Reino de Marrocos, a manutenção em prisões marroquinas de mais de 50 activistas saarauís, vítimas de perseguição e julgamentos ilegais e na sua maioria extraterritoriais, o atropelo a direitos humanos fundamentais de que é exemplo a recusa da entrega do corpo do filho de Tekbar Haddi assassinado nos territórios ocupados e a perseguição a que a família está a ser sujeita.

    A delegação do CPPC manifestou a solidariedade a Tekbar Haddi e a todo o povo saarauí que sofre as arbitrariedades da ocupação do Saara Ocidental, pronunciou-se pela libertação dos presos políticos saarauís nas cadeias marroquinas e apelou à solidariedade com esta causa, nos termos da Constituição da República Portuguesa e do Direito Internacional, exigindo o respeito pelo direito à autodeterminação do povo saarauí, de acordo com as Resoluções da ONU.

    No final, a delegação do CPPC entregou ao presidente da Comissão Parlamentar um dossier com todas as informações referidas.

    O CPPC continuará a desenvolver actividades de denúncia do sofrimento do povo saraui e a exigir o cumprimento das Resoluções da ONU. Neste âmbito, está já a ser divulgada a realização de uma iniciativa do CPPC, no Porto, no dia 26 de Junho, com a participação do Representante da Frente Polisário em Portugal.

  • No passado dia 7 de Dezembro, realizou-se em Lisboa a 24.ª Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o lema «Construir a paz com os valores de Abril».

    Leia aqui a moção sobre o Saara Ocidental, aprovada na XXIV Assembleia da Paz: https://www.cppc.pt/o-cppc/assembleia-da-paz/xxiv/627-pelo-direito-a-autodeterminacao-do-povo-saaraui

  • Novo protocolo de pescas entre a União Europeia e Marrocos