Outras Notícias

Declaração do Conselho Mundial da Paz

Declaração do Conselho Mundial da Paz acerca da recente resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a RPD da Coreia

O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressão a sua séria preocupação com a recente resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de 5 de Agosto (2371/2017) de impor sanções contra a República Popular Democrática (RPD) da Coreia e o seu povo.

O CMP reafirma a sua firme solidariedade com o povo coreano e o seu direito a decidir sem ingerências o seu futuro, ao mesmo tempo que rejeitamos e denunciamos as ameaças efectuadas pela Administração norte-americana e seus aliados na região contra a soberania da RPD da Coreia. Condenamos os exercícios militares dos EUA, Coreia do Sul e Japão na região e também a presença de 28 000 militares norte-americanos no Sul da Península Coreana. A instalação do sistema anti-míssil (THAAD) dos EUA na Coreia do Sul constitui mais um passo na estratégia de escalada das ameaças, pretendendo permitir aos EUA a hipótese de um primeiro ataque impedindo uma retaliação.

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Nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz

Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

"Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.

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Brasil acolheu Assembleia Mundial da Paz

A esperança constrói-se na acção e na unidade

Meia centena de representantes de organizações e movimentos da paz de 33 países participaram, a 18 e 19 de Novembro, na Assembleia Mundial da Paz, que se realizou na cidade brasileira de São Luís do Maranhão. No dia seguinte, teve lugar uma conferência internacional.

O CPPC, que se fez representar pela presidente e por um dos vice-presidentes da Direcção Nacional, respectivamente Ilda Figueiredo e José Batista Alves, foi reeleito para o Comité Executivo e para o Secretariado do Conselho Mundial da Paz (CMP), mantendo igualmente a coordenação da Região Europa. As organizações da Palestina, África do Sul, Nepal e Cuba assumem a coordenação das respectivas regiões: Médio Oriente, África, Ásia e América. Na presidência permanece o Cebrapaz, do Brasil, na pessoa de Socorro Gomes, da mesma maneira que o Secretário-geral e o Secretário-executivo continuam a ser membros do Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e Paz.

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Assembleia Mundial da Paz reúne no Brasil

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa nos dias 18 e 19 de Novembro no Brasil na Assembleia Mundial da Paz, órgão máximo do Conselho Mundial da Paz (CMP) de que o CPPC é membro com assento no seu Comité Executivo e Secretariado, sendo ainda seu coordenador para a Europa.

A Assembleia Mundial da Paz é um grande fórum internacional de movimentos da paz onde as organizações nacionais que integram o CMP analisam a situação internacional, de batendo e decidindo sobre o rumo a seguir na luta pela paz, elaborando campanhas e ações de unidade em torno dos princípios do CMP, pela defesa da autodeterminação dos povos e da soberania nacional, na luta anti-imperialista e anti-colonialista, contra a militarizaçãoas e as armas de destruição massiva, por relações internacionais solidárias, de respeito mútuo, pela não ingerência, pela paz.

A Assembleia é antecedida por uma reunião do Comité Executivo do CMP e será seguida pela Conferência Mundial da Paz que reúne, para além das organizações membro, organizações amigas, movimentos sociais e personalidades convidadas para a discussão dos desafios atuais e para a análise da conjuntura internacional.