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Não à participação de Portugal na militarização da UE

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

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Não à participação de Portugal na militarização da UE

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

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Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

Na sequência da adopção, no passado dia 7 de Julho, do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, com o objectivo da sua eliminação total, e a abertura deste documento à subscrição desde o dia 20 de Setembro, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lançou, no Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, 26 de Setembro, a seguinte petição dirigida às autoridades portuguesas:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

 

A militarização da União Europeia é contrária à paz e à segurança

É com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação encara o aprofundamento do processo de militarização da União Europeia (UE) actualmente em curso. O militarismo é, a par do cerceamento da soberania dos Estados por parte de instituições supranacionais dominadas pelas grandes potências e da promoção das políticas neoliberais, que agridem direitos económicos e sociais, um dos esteios da UE – sendo a criação de um futuro exército europeu, apesar de contradições que persistem, um objectivo há muito prosseguido pelas principais potências europeias.

Este processo de militarização – muito embora se processe numa complexa relação em que estão permanentemente presentes, seja a concertação, seja a rivalidade entre os EUA e grandes potências europeias –, tem convergido e sido determinado no quadro da NATO, assumindo-se a UE como o pilar europeu deste bloco político-militar.

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A situação na Península da Coreia e a urgente defesa da paz e do desarmamento

O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

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