Outras Notícias

Palestina, 69 anos de resistência e luta

No dia em que se assinala o 69º aniversário da Nakba («catástrofe», em árabe, que marca o início da ocupação da Palestina), o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos quantos defendem valores humanistas e o respeito pelos direitos dos povos a que reforcem a sua solidariedade ao povo palestiniano, e à sua luta por uma Palestina livre, independente e soberana.

Este aniversário da Nakba assinala-se em plena greve da fome de cerca de 1500 presos palestinianos em cadeias israelitas, pela sua dignidade e liberdade. Dando expressão concreta a esta solidariedade, o CPPC promoveu uma moção de apoio a esta luta, já subscrita por organizações de 11 países e que continua aberta a novos apoiantes.

A ocupação israelita, que priva os palestinianos dos seus mais elementares direitos, é marcada desde o início pela mais brutal violência: massacres, deportações forçadas, destruição de aldeias, imposição de um regime de apartheid, a prisão de muitos milhares de palestinianos, a generalização de colonatos, a construção do Muro de Separação e o cerco a Gaza.

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Sessão de solidariedade com o povo sul-africano e com os povos de África

Decorreu na Casa do Alentejo, no passado dia 27 de Março uma sessão de solidariedade com o povo sul-africano e com os povos de África promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), com a participação de uma delegação da Central Sindical Sul-Africana - COSATU.

Na sessão, para além de evocada a longa história de amizade e solidariedade entre os povos português e sul-africano foram também abordadas as especificidades e desafios das situações de cada país e internacionais e reafirmada a necessidade da unidade e convergência das forças progressistas para construir um futuro próspero, justo e de paz.

 

Solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano

A República Bolivariana da Venezuela e o seu povo permanecem um alvo prioritário, sendo vítimas de uma vasta manobra de desestabilização externa e interna contra este país.

Campanhas de desinformação nos meios de comunicação dominantes à escala internacional pretendem apagar inegáveis avanços e conquistas populares nos domínios político, económico, social e cultural alcançadas nos últimos 18 anos, apesar das dificuldades e efeitos negativos sentidos na actualidade pela economia venezuelana, resultantes em grande medida da baixa dos preços do petróleo e da crise económica que se faz sentir ao nível mundial.

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