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Cuba promove a paz e a solidariedade, não o terrorismo

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação repudia da forma mais firme a recente decisão da Administração dos EUA de voltar a incluir Cuba na sua lista de Estados, que arbitraria e hipocritamente afirma, serem promotores do terrorismo.
Esta é mais uma medida unilateral dos EUA, com que procuram justificar inaceitáveis bloqueios e sanções, que impõem sem qualquer fundamento e à revelia do direito internacional, pretendendo aumentar as pressões e ingerências com que, desde há décadas, procuram impedir o povo cubano de prosseguir livremente o caminho que soberanamente escolheu para o seu país.
Esta medida é tão mais imoral quanto os EUA, país que reconhecidamente cria, financia e apoia grupos terroristas para desestabilizarem outros países, como, por exemplo, na Síria, acusam Cuba que é exemplo, também reconhecido, mas de solidariedade internacional, como bem simboliza, entre outros, a Brigada Médica Henry Reeves, candidata ao Nobel da Paz.
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Respeitar a vontade do povo venezuelano

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O CPPC promoveu, no dia 18, uma sessão pública sobre as recentes eleições legislativas na República Bolivariana da Venezuela, com o significativo lema «Respeitar a Vontade do Povo Bolivariano».
De facto, é precisamente isto que está em causa nesta situação: acossada pelo imperialismo, a Venezuela e o seu povo defendem o seu processo democrático e soberano, iniciado com a vitória eleitoral da Hugo Chávez nas eleições de dezembro de 1998 e que o desde o início tem enfrentado a ingerência, o golpismo e o bloqueio do imperialismo norte-americano, apoiado pela UE, por alguns países da América Latina e pela oligarquia venezuelana.
Estiveram presentes os embaixadores da Venezuela e de Cuba em Portugal, Lucas Rincón Romero e Mercedes Martínez, respetivamente, Luís Carapinha, do CPPC, e Sandra Pereira, deputada do Partido Comunista Português no Parlamento Europeu, que esteve como observadora no ato eleitoral.
A sessão teve como objetivo principal dar informação sobre os últimos desenvolvimento da situação na República Bolivariana da Venezuela, não deixando de constituir um vibrante momento de solidariedade e de defesa do direito dos povos trilharem os seus próprios caminhos de desenvolvimento soberano, sem ingerência de qualquer espécie. A solidariedade internacional é, a par da resistência no próprio país, o caminho para vencer.

Pela Paz, contra as armas nucleares | Vila real de Santo António

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O executivo municipal de Vila real de Santo António, visitou a exposição de Artes Plásticas, "Pela Paz, contra as armas nucleares", organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação em parceria com este município e a Peace and Art Society, que estará patente até o final do mês na biblioteca Vicente Campinas.
Estiveram presentes nesta visita Carla Sabino, vereadora da cultura, Miguel Godinho, chefe de divisão da cultura, Sofia Costa, da direcção do CPPC e Elidia Luís da direcção da PAS.
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Saara Ocidental não é do Reino de Marrocos

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a mais firme condenação perante as declarações da Administração dos EUA que pretendem legitimar a ilegal ocupação do Saara Ocidental pelo Reino de Marrocos.
À semelhança das inaceitáveis decisões que pretendem legitimar a ilegal ocupação da Palestina por parte de Israel, esta recente tomada de posição da Administração dos EUA representa uma nova e profunda afronta ao direito dos povos à sua auto-determinação e soberania, ao seu direito à paz. Estes dois exemplos estão tanto mais ligados, quanto em troca deste “reconhecimento” por parte dos EUA, o Reino de Marrocos normalizou as suas relações diplomáticas com Israel.
Uma vez mais a Administração dos EUA assume o seu papel de promotora e cúmplice da opressão nacional dos povos, em manifesta afronta aos princípios da Carta da ONU e ao Direito Internacional.
Reafirmando a sua solidariedade ao povo saarauí e à Frente Polisário, sua legítima representante, o CPPC considera que o Governo português, em coerência com os princípios da Constituição da República Portuguesa e do Direito Internacional, deve repudiar as declarações da Administração dos EUA – denunciando os que querem impor a sua vontade aos povos do mundo, para os espoliarem dos seus recursos – e desenvolver uma activa acção pelo respeito do inalienável direito à auto-determinação do povo saarauí, pelo fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e pela libertação dos presos políticos saarauís das prisões marroquinas.
Direção nacional do CPPC

Solidariedade com o Saara Ocidental

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Na passada quarta-feira, dia 25 de Novembro realizou-se uma concentração de solidariedade com o Saara Ocidental organizada pela Juventude Comunista Portuguesa. A iniciativa começou com um momento cultural através da declamação de poemas de luta e resistência.
A concentração contou com a participação de Inês Seixas, da Direção Nacional do CPPC, que na sua intervenção condenou a recente agressão militar marroquina na zona de Guerguerat, no Saara Ocidental, assim como as sucessivas violações dos direitos humanos, do direito internacional e dos princípios da Carta das Nações Unidas perpetradas por Marrocos contra o povo saarauí. Foi ainda reafirmada a exigência para que o Governo Português atue em conformidade com as deliberações da ONU relativas ao Saara Ocidental, nomeadamente pelo direito inalienável à autodeterminação do povo saarauí e da República Árabe Saarauí Democrática.
Para além da intervenção dos organizadores, na concentração foi lida uma saudação da União de Jovens Saarauís, dando nota dos recentes acontecimentos que se vivem no Saara Ocidental, e outra do Conselho Nacional de Juventude.