Outras Notícias

Acção de solidariedade com o povo da Venezuela

A Venezuela está a ser alvo de uma acção de ingerência e  desestabilização que, explorando reais problemas económicos, visa paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

 Não são os interesses do povo venezuelano que estão por detrás do boicote económico, açambarcamento e especulação. Não são os valores democráticos que estão por detrás dos actos de violência com que grupos reaccionários e de extrema direita tentam lançar o caos naquele País. Não é a verdade que se defende quando se apresenta como opressor um governo democraticamente eleito que tenta manter a ordem e assume a defesa da lei e da Constituição. Não são os interesses da Venezuela e os valores da paz que estão por detrás das acções de uma “oposição” que instiga à agressão externa contra a Venezuela.

Ler mais...

Solidariedade com Cuba

O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) condena com veemência as recentes decisões do presidente dos EUA de agravar o bloqueio a Cuba, nomeadamente revertendo algumas das medidas, ainda que insuficientes, assumidas pela anterior administração norte-americana. A partir de agora, volta a ser mais difícil aos cidadãos dos EUA viajarem para Cuba e há novas restrições às relações comerciais com a ilha.

Reafirmando a sua solidariedade de sempre com Cuba e o seu povo, o CPPC insiste que só o respeito pela soberania dos estados e a convivência pacífica entre países servem a estabilidade e o progresso social. E recorda que o bloqueio norte-americano a Cuba – que já dura há mais de meio século – é ilegal e repudiado por praticamente todos os países do mundo, como o demonstram as sucessivas votações realizadas na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Para além da exigência do fim do bloqueio económico, financeiro e comercial, o CPPC reafirma também a solidariedade ao Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e ao povo de Cuba na exigência de devolução do território ocupado pela base militar norte-americana em Guantánamo e no respeito pela sua decisão soberana de escolher o seu caminho, saudando a sua luta de décadas pela soberania, pelo progresso social e pela paz.

Liberdade para o Saara Ocidental

O Saara Ocidental ocupa um território com aproximadamente 284.000 km2 – mais de três vezes a área de Portugal –, com uma costa marítima com aproximadamente 1.500 km, que contém um dos mais ricos bancos pesqueiros do mundo, e outros importantes recursos naturais, designadamente minerais.

O Saara Ocidental foi uma colónia espanhola, tendo as Nações Unidas inscrito o Saara Ocidental na lista dos territórios que deviam ser descolonizados, reconhecendo o direito inalienável do povo saaraui à auto-determinação e a Frente Polisário como sua legítima representante.

Ler mais...