O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente a consumação do golpe de Estado na Bolívia contra o Presidente Evo Morales, o seu governo, a constitucionalidade democrática e o povo boliviano.
Trata-se, como o CPPC anteriormente denunciou, de mais um passo na concretização da agenda de desestabilização dirigida a partir de Washington contra os povos e países que, na América Latina e Caraíbas, têm protagonizado processos de afirmação de soberania, de progresso social e de cooperação.
Campanha desestabilizadora dos EUA que visa agora, a partir de uma operação golpista e em conluio com as forças anti-democráticas bolivianas, a reversão dos importantes avanços alcançados nos últimos anos pelo povo boliviano, sob a presidência de Evo Morales e o seu governo, como o crescimento económico ao serviço do povo, a redução da pobreza e das desigualdades sociais, a garantia de direitos sociais, como a saúde e a educação, e dos direitos dos povos indígenas, a nacionalização de recursos energéticos, o fortalecimento do papel das empresas públicas ou uma relação de paz e de cooperação entre os povos deste subcontinente.
Os Estados Unidos da América, particularmente durante a Administração Trump, impuseram medidas coercivas contra a República Bolivariana da Venezuela, que agridem a soberania e os direitos do povo venezuelano – medidas que a Administração Biden insiste em manter. As medidas ilegais e com carácter extraterritorial impostas pelos EUA – com a cumplicidade da União Europeia –, em desrespeito da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, configuram um bloqueio económico e financeiro que atinge severamente a economia da Venezuela e as condições de vida do povo venezuelano. Recorde-se que ao bloqueio se acresce o colossal roubo de recursos do Estado venezuelano por parte dos EUA e do Reino Unido, no valor de dezenas de milhares de milhões de dólares, a que se adicionam os mais de 1400 milhões de dólares ilegalmente retidos em Portugal no Novo Banco.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia da forma mais veemente o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, datado de 31 de Março, que constitui uma nova e inaceitável ingerência nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, uma afronta à soberania do povo venezuelano e, consequentemente, um desrespeito pelos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta da ONU, do direito internacional.
No comunicado do MNE português é saudada a inadmissível e vergonhosa manobra de chantagem da Administração Trump contra a Venezuela que – a partir da utilização da situação criada com a pandemia da COVID-19 –, faz depender o levantamento gradual das suas ilegais e criminosas sanções e bloqueio económico e financeiro contra o povo venezuelano, da aceitação da imposição de um dito “governo de transição” tutelado pelos EUA e à margem da Constituição da Venezuela.
Dada a grave evolução da situação no Brasil, será hoje, 6 de Abril, pelas 19h00 entregue na Embaixada do Brasil (Rua das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios) uma tomada de posição de protesto subscrita por várias organizações.
No próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00 será igualmente realizado um acto público de protesto junto à Embaixada do Brasil.
Solidariedade com a Revolução Bolivariana Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder Exposição "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar" 5 de Março de 2014 - 18h30 Casa do Alentejo - Lisboa https://www.facebook.com/events/1399256280334774/
O CPPC apela à participação na Iniciativa de solidariedade com o Povo da Colômbia, que se irá realizar em Lisboa, no dia 22, no Largo de Camões pelas 17H
No próximo dia 22 de Abril, pelas 18h30, na Casa do Alentejo em Lisboa a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela assinala o 204º aniversário do início do processo de independência da Venezuela, com uma exposição de fotografia e litografia. O Conselho Português para a Paz e Cooperação, que colabora na realização da iniciativa, apela à participação de todos os amigos e amigas neste momento de solidariedade com a revolução bolivariana.
Leia a intervenção de Ilda Figueiredo, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no ato político-cultural "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!" ocorrida no passado dia 22 de Fevereiro na Voz do Operário em Lisboa.
"Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de todas as organizações promotoras, saúdo as amigas e amigos que connosco participam neste imprescindível ato político cultural em defesa da Paz e de afirmação da solidariedade com a Revolução Bolivariana, destacando em particular os artistas que vamos ver e ouvir, assim como a direção e os trabalhadores da Voz do Operário que nos cederam esta sala e apoiaram na organização desta sessão. Um caloroso agradecimento a todos os que tornaram possível esta iniciativa.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação pela detenção ilegal do diplomata Alex Saab, enviado especial da República Bolivariana da Venezuela, que se prolonga há mais de dois anos.
Em 2020, num contexto em que a pandemia agravava ainda mais a vida dos povos e países que se encontram sob ilegais e desumanos bloqueios e sanções económicas impostas pelos EUA, como é o caso da Venezuela, Alex Saab encontrava-se numa missão diplomática que visava garantir o fornecimento de alimentos e equipamento médico para o povo venezuelano, tendo sido ilegalmente detido em Cabo Verde a pedido das autoridades dos EUA, para onde acabou de ser transferido em Outubro de 2021, e onde permanece encarcerado.
As sanções ilegais e unilaterais impostas pelos EUA à Venezuela violam abertamente a Carta das Nações Unidas e o direito internacional e constituem um brutal acto contra o povo venezuelano que importa denunciar.
De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano. Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 14h30, no Centro de Trabalho do PCP (Quinta da Bela Vista lote A - 19 Loja G).
De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano. Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 13, Quinta-feira, pelas 18h00 no Centro de Trabalho do PCP de Faro.
Hoje, Sessão Pública às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa. Dovulgue e participe!
De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano. Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Terça-feira, dia 11 de Março, às 18 horas, na Casa do Alentejo em Lisboa.
PORTO - Hoje! Participa e divulga!
De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano. Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 12, Quarta-feira, pelas 18h00 no Universidade Popular do Porto.
De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano. Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 21h, na Junta de Freguesia de Vila Real de Stº António.
O CPPC apela à participação na Iniciativa de Solidariedade com o Povo da Colômbia, que se irá realizar no Porto, dia 22 de maio, na Praça dos Aliados pelas 18H
No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear ações de carácter terrorista.
A tentativa de agressão foi gorada pela ação das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos atualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).
Esta nova tentativa de agressão enquadra-se nas ameaças de intervenção militar que há muito vêm sendo feitas contra a Venezuela pelos EUA, com o apoio da Colômbia e de sectores golpistas da oposição venezuelana; e seguem-se ao recente reforço da presença militar norte-americana junto a águas territoriais venezuelanas, sob o pretexto da denominada ‘luta contra o narcotráfico’, como antes foram usados outros pretextos pelos EUA para as suas guerras de agressão, igualmente falsos e provocatórios.
Uma tentativa de agressão terrorista contra a Venezuela, por um grupo de mercenários, a partir da Colômbia, foi frustrada no dia 3 de maio por organizações populares e forças militares venezuelanas. Dos confrontos resultaram oito vítimas mortais e vários prisioneiros.
Esta situação grave enquadra-se nas ameaças que há muito vêm sendo feitas pelos EUA, a Colômbia e os sectores da oposição venezuelana ao serviço dos interesses dos EUA, de que também faz arte o ameaçador reforço da presença militar norte-americana junto à costa venezuelana, com o tão falso quanto provocatório argumento da luta contra o narcotráfico.
Apesar da derrota de mais esta tentativa, impõe-se, aos que defendem a paz, a soberania e o direito internacional, permanecerem alerta contra todos quantos tentam promover a violência e cumprir os planos do imperialismo de dominar a Venezuela e a região.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia o agravamento do ilegal bloqueio dos EUA contra o povo da Venezuela e a sua Revolução Bolivariana, anunciado pela Administração de EUA/Donald Trump.
O CPPC defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, com pressão, chantagem, bloqueio e interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.
Armazém de alimentos
27 de Junho de 2017 - Anzoátegui
Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos da "oposição" incendeiam armazéns de alimentos e cadeias de distribuição, na imagem armazém no Estado de Anzoátegui, onde foram destruídas 50 toneladas de alimentos. O armazém servia 278 escolas, 31 centros de diagnóstico médico, 3 prisões, 1 lar de terceira idade entre outras instituições.
Numa clara acção de sabotagem e desestabilização grupos da “oposição” atacam e destroem transportes e outros serviços públicos.
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Não ao Terrorismo Golpista Solidariedade com a Revolução Bolivariana
A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.