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  • Na Conferência realizada pelo CPPC no dia 16 de Novembro, em Lisboa, reafirmou-se a solidariedade aos povos da América Latina e Caraíbas que se batem pelo seu direito ao desenvolvimento soberano. Os participantes empunharam cartazes alusivos às situações concretas vividas na Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba e Venezuela.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente a consumação do golpe de Estado na Bolívia contra o Presidente Evo Morales, o seu governo, a constitucionalidade democrática e o povo boliviano.

    Trata-se, como o CPPC anteriormente denunciou, de mais um passo na concretização da agenda de desestabilização dirigida a partir de Washington contra os povos e países que, na América Latina e Caraíbas, têm protagonizado processos de afirmação de soberania, de progresso social e de cooperação.

    Campanha desestabilizadora dos EUA que visa agora, a partir de uma operação golpista e em conluio com as forças anti-democráticas bolivianas, a reversão dos importantes avanços alcançados nos últimos anos pelo povo boliviano, sob a presidência de Evo Morales e o seu governo, como o crescimento económico ao serviço do povo, a redução da pobreza e das desigualdades sociais, a garantia de direitos sociais, como a saúde e a educação, e dos direitos dos povos indígenas, a nacionalização de recursos energéticos, o fortalecimento do papel das empresas públicas ou uma relação de paz e de cooperação entre os povos deste subcontinente.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade com o povo da Bolívia, alvo da onda de violência golpista promovida por forças reacionárias, de setores da oposição, que pretendem, por este meio, reverter o resultado das eleições de 20 de Outubro, em que Evo Morales foi reeleito como Presidente da Bolívia.

    O CPPC denuncia que estes atos de violência e desestabilização correspondem à agenda, dirigida a partir de Washington, daqueles que pretendem reverter os avanços progressistas alcançados pelo povo boliviano, de afirmação da sua soberania, progresso social, de paz e cooperação.

    O CPPC considera exigível do governo português a defesa clara dos princípios da Carta da ONU e da Constituição da República Portuguesa, recusando a ingerência e defendendo a democracia e a vontade expressa em eleições pelo povo boliviano.

    Direção Nacional do CPPC

    #ElMundoConEvo