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cimeira

  • Acto Público pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO em Varsóvia - 8 de Julho às 18 horas, na Rua do Carmo, em Lisboa. Participa!

    SIM À PAZ! NÃO À NATO!
    PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA
    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior organização militar no mundo, instrumento de intervenção dos Estados Unidos, definiu a União Europeia como seu pilar europeu.
    A partir da última década do século passado, com o seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias», os EUA e a NATO reforçaram a sua presença militar na Europa e projectaram a acção ofensiva deste bloco político-militar, apontando todo o planeta como a sua área de intervenção.

  • Contra a Cimeira da NATO de Bruxelas de 2017

    Desde a sua criação a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) tem sido um braço militar agressivo do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar no mundo, profundamente ligada às políticas económica e externa tanto dos Estados Unidos como da União Europeia.

    A NATO está a expandir-se no Leste da Europa, a reforçar a presença militar dos EUA na Europa e a multiplicar as suas «parcerias estratégicas» em todo o mundo.

    A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO espalharam pela Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e a sua área de intervenção belicista é todo o planeta.

  • O Conselho Mundial da Paz (CMP),representado pela sua presidente Socorro Gomes, participou, enquanto observador, na Cimeira do Movimento dos Não Alinhados, que decorreu o passado fim de semana na Venezuela, divulgamos a notícia publicada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ) que preside ao CMP.

    «Socorro Gomes defende a importância do Movimento dos Países Não Alinhados durante a Cúpula na Venezuela

    Concluída neste domingo (18 de setembro de 2016), a 17ª Cúpula do Movimento dos Países Não Alinhados (MNA) colocou em evidência que os povos unem-se para enfrentar a ofensiva imperialista em todos os continentes. A avaliação é de Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz, que tem estatuto de observador no MNA (leia a íntegra do seu discurso abaixo). O movimento, que integra 120 nações, emitiu a Declaração de Margarita com compromissos direcionados à democratização da Organização das Nações Unidas (ONU), o fortalecimento de mecanismos multilaterais e outros pontos de uma nova ordem internacional.

  • No âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação promove uma conferência sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!" no próximo dia 1 de Abril pelas 15h na sede nacional da CGTP-IN (Rua Vítor Córdon, nº1 em Lisboa).

    Para além de convidados nacionais participam nesta conferência a organização Italiana "Fórum contra a Guerra" e a organização Belga "INTAL".

    A conferência insere-se num conjunto de iniciativas que o CPPC promoverá de denúncia da natureza agressiva e belicista da NATO e da sua cimeira anunciada para Maio na Bélgica.

    PARTICIPA E DIVULGA!

  • No âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação promove uma conferência sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!" no próximo dia 1 de Abril pelas 15h na sede nacional da CGTP-IN (Rua Vítor Córdon, nº1 em Lisboa).

    Para além de convidados nacionais participam nesta conferência a organização Italiana "Fórum contra a Guerra" e a organização Belga "INTAL".

    A conferência insere-se num conjunto de iniciativas que o CPPC promoverá de denúncia da natureza agressiva e belicista da NATO e da sua cimeira anunciada para Maio na Bélgica.

    PARTICIPA E DIVULGA!

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa, hoje em Varsóvia, na Conferência Internacional contra a NATO organizada pelo Conselho Mundial da Paz.

    Nesta conferência participam delegados de mais de 20 países e de organizações internacionais.

    Recordamos que hoje a NATO inicia a sua cimeira de Varsóvia, e que, tal como em vários outros países, em Portugal se realizam várias acções em defesa da Paz e contra os propósitos belicistas desta cimeira, nas quais o CPPC apela à participação de todos.

    8 de Julho

    LISBOA - 18h, na Rua do Carmo

    COIMBRA - 17h, Praça 8 de Maio

    9 de Julho

    PORTO - 11h, Rua de Santa Catarina

  • ii cimeira da celac 1 20140131 1148936652

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a declaração da América Latina e das Caraíbas como «zona de Paz», assumida pelos chefes de Estado dos países membros da CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) na II Cimeira desta organização, que se realizou nos dias 28 e 29 de Janeiro em Havana, Cuba.

    O CPPC valoriza particularmente o facto de, num momento em que um pouco por todo o Mundo, se verificam constantes ameaças à paz e à soberania de países e povos, em que a União Europeia e EUA militarizam cada vez mais as relações internacionais, e recorrem à agressão contra estados e povos para impor a sua influência e domínio, 33 chefes de Estado de uma região - que era, até há alguns anos, considerada o «pátio das traseiras» dos EUA - assumam o seu apego aos «princípios e normas do direito internacional», ao direito inalienável de cada estado escolher o seu sistema económico, político, social e cultural como condição essencial para assegurar a convivência pacífica entre as nações», à «solução pacífica das controvérsias na região e no Mundo» e à promoção do desarmamento nuclear como «objectivo prioritário» para manter a paz na região. Não menos relevante é o acordo unânime em não intervir nos assuntos internos de qualquer outro país e no peremptório repúdio do uso da força.

    Saudando os povos da América Latina e das Caraíbas por esta relevante conquista, o CPPC apela a que sustentem esta declaração e contribuam para a sua concretização e a que prossigam a sua luta pelo encerramento das várias bases estrangeiras existentes na região. O CPPC faz votos que o exemplo da CELAC inspire análogos esforços de cooperação fraterna que conduzam a que sejam assumidos e concretizados compromissos semelhantes em outras regiões do Mundo.

     

  • escalada armamentista da cimeira da nato e um perigo para a paz mundial 1 20180722 1106544054

    Independentemente de uma análise ulterior, as conclusões da cimeira da NATO, realizada em Bruxelas, nos passados dias 11 e 12 de Julho, confirmam o que o CPPC e as mais de 40 organizações que com ele convergiram na campanha «Sim à Paz! Não à NATO!» afirmaram, assim que foram conhecidos os seus objectivos, nomeadamente, que tal cimeira visava reforçar a «capacidade de intervenção belicista» deste bloco político-militar agressivo. É esse, de facto, o grave e perigoso caminho apontado, caminho a que o Governo português, inaceitavelmente, associou Portugal.

    Isto é claro desde logo pela reafirmação da possibilidade da NATO intervir em qualquer lugar sob qualquer pretexto: as «ameaças» e «desafios» identificados cobrem praticamente qualquer situação e ponto geográfico, a começar pela Europa, Médio Oriente e Norte de África; da Cimeira saiu ainda a decisão de constituir 30 batalhões mecanizados, 30 esquadrões aéreos e 30 navios de combate prontos a entrar em acção num prazo de 30 dias.

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    A Cimeira da NATO, que teve lugar no País de Gales, em 4 e 5 de Setembro passados, marcou uma intensificação da política de agressão deste bloco político-militar imperialista.
    Nesta Cimeira foram tomadas decisões para reforçar a sua capacidade de actuar e intervir militarmente em qualquer parte do globo, para defender os interesses dos grandes grupos económico e financeiros do "mundo ocidental".

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    Sim à Paz! Não à NATO!
    - Iniciativas por todo o País

    A campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», promovida por várias organizações e movimentos sociais, com o objectivo de contestar os propósitos belicistas da Cimeira da NATO, de 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, marcará presença em diversificados pontos do País, através da distribuição de jornais e folhetos (ver em anexo), onde se expressam as razões, assim como as exigências dos promotores, nomeadamente: a dissolução da NATO; o fim das guerras de agressão; desmantelamento do sistema anti-missil THAAD dos EUA/NATO e encerramento das bases militares em território estrangeiro; a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva; o fim da corrida aos armamentos e o desarmamento geral, simultâneo e controlado; o apoio aos deslocados e refugiados, vítimas das guerras que a NATO promove e apoia; a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares; o cumprimento, pelas autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, de respeito pela soberania, independência, igualdade de direitos e resolução pacífica dos conflitos entre os Estados.

    Marcados estão também diversos actos públicos, designadamente em:

    - Évora, 7 de Julho, às 11 horas, na Praça do Giraldo;
    - Lisboa, 9 de Julho, às 18 horas, no Largo Camões;
    - Coimbra, 10 de Julho, a partir das 15 horas, na Praça 8 de Maio;
    - Faro, 10 de Julho, às 18 horas, na Rua Santo António;
    - Porto, 12 de Julho, às 18 horas, na Rua de Santa Catarina.

    Presença na manifestação em Bruxelas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), estará igualmente presente na manifestação que se realiza em Bruxelas, no próximo dia 7 de Julho, promovida por diversas organizações e movimentos sociais daquele país, em que a defesa da paz e a luta contra a NATO terão uma forte presença.

  • A Cimeira das Américas decorre dias 10 e 11 de Abril, no Panamá, e conta, pela primeira vez com a participação de Cuba.
    Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, que participa nos fóruns que decorrem na Cidade do Panamá nos dias que antecedem esta Cimeira, afirma que “Os EUA ficaram isolados na questão da participação de Cuba. A OEA (Organização dos Estados Americanos) tem servido como uma espécie de instrumento de domínio dos EUA na região”, acrescentando que “Os povos disseram em alto e bom tom que não aceitam nenhuma reunião continental sem a presença de Cuba”.

    Em grande destaque nesta Cimeira estará ainda a República Bolivariana da Venezuela, confrontada recentemente com um inaceitável decreto do Presidente norte-americano onde é classificada como uma «ameaça à segurança dos EUA».
    A Venezuela anunciou que irá apresentar nesta Cimeira os muitos milhões de assinaturas recolhidas na campanha internacional pela revogação imediata do decreto do Presidente Obama contra a República Bolivariana da Venezuela – um abaixo-assinado que em Portugal foi apoiado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) que, como outras diversas organizações, promoveu a recolha de assinaturas.

    O CPPC expressa a sua solidariedade com Cuba - que é vítima do bloqueio e ingerência dos EUA -, assim como com a Venezuela - vítima da ingerência dos EUA -, e com todos os povos e países da América latina e das Caraíbas que afirmam a sua soberania e independência nacional, que afirmam o direito de decidir do seu futuro.

    O CPPC saúda a acção dos movimentos da paz de Cuba e da Venezuela, assim como de outros países da América Latina, no quadro da realização desta Cimeira, desejando que este seja um momento de fortalecimento da luta pela paz.