Outras Notícias

conferência

  • Mais de cem de participantes deram corpo ao Cordão Humano que no passado sábado, 9 de Maio, em Setúbal, partiu do Monumento aos Mortos da 1ª Guerra Mundial e percorreu a Baixa de Setúbal até ao Largo da Misericórdia, evocando os 70 anos da derrota do nazi-fascismo. Naquela data de 1945, forças nazis capitularam em Berlim, frente ao Exército Vermelho.

    A iniciativa foi promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), União dos Sindicatos de Setúbal (USS), Movimento Democráticos de Mulheres (MDM), Comissão de Trabalhadores da Lisnave (ex-Setenave), União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), Sociedade Musical Capricho Setubalense e a sua Banda - que em 1985 promoveram idêntica acção -, a que se juntaram a Câmara Municipal de Setúbal e o Teatro do Elefante.

    Na parte da tarde decorreu, na Capricho Setubalense, uma conferência que foi precedida pela actuação da Banda dessa colectividade.

  • Realizou-se, no Algarve, um conjunto de debates em três escolas secundárias - Olhão, Lagos e Loulé - envolvendo mais de 300 alunos e diversos professores, sobre a importância da luta pela Paz, num momento tão complexo como aquele que se vive, numa parceria que envolveu o Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Sindicato dos Professores da Zona Sul, as direcções dos respectivos agrupamentos e, no caso de Loulé a Câmara Municipal de Loulé.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, no passado dia 8 de Julho, em Varsóvia, na Conferência Internacional contra a NATO, organizada pelo Conselho Mundial da Paz no dia em que se iniciava a cimeira desse bloco político-militar agressivo.

    Na conferência participaram dezenas de delegados de vários movimentos da Paz da Polónia e de mais de 20 outros países.

    Os delegados presentes na conferência participaram ainda na manifestação contra a NATO que ocorreu em Varsóvia no dia 9 de Julho.

     

  • A 12 de abril, terça-feira, pelas 21h30, decorre na Biblioteca Municipal de Loulé a Conferência «Situação internacional, solidariedade com os refugiados e luta pela paz», que será apresentada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e João Martins, vereador da Autarquia com o pelouro da Ação Social.

    Esta conferência, organizada em conjunto pela Câmara Municipal de Loulé e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pretende dar particular atenção às causas dos refugiados, às guerras de agressão no Médio Oriente e em África, à situação na Europa e à necessidade do reforço da luta pela paz, para conseguir parar as guerras, aumentar a cooperação e conseguir a paz, o desenvolvimento e o progresso social.

     

  • No âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação promove uma conferência sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!" no próximo dia 1 de Abril pelas 15h na sede nacional da CGTP-IN (Rua Vítor Córdon, nº1 em Lisboa).

    Para além de convidados nacionais participam nesta conferência a organização Italiana "Fórum contra a Guerra" e a organização Belga "INTAL".

    A conferência insere-se num conjunto de iniciativas que o CPPC promoverá de denúncia da natureza agressiva e belicista da NATO e da sua cimeira anunciada para Maio na Bélgica.

    PARTICIPA E DIVULGA!

  • Nos 70 anos da derrota do nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial
    Celebrar a vitória, defender a paz

    Quando se assinala o 70.º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua determinação em prosseguir e intensificar a acção de esclarecimento e mobilização da opinião pública para a defesa da Paz, da segurança e cooperação internacionais e para a amizade e solidariedade entre os povos, dando o seu contributo para que tragédia semelhante à que terminou há 70 anos nunca se venha a repetir.

  • Decorreu, no passado dia 20 de Abril, a Conferência sobre o Holocausto e a II Guerra Mundial, que o CPPC realizou em colaboração com o diretor da Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, no âmbito do protocolo existente com a CMP, tendo a participação do professor universitário Manuel Loff, da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do diretor do agrupamento de escolas, Manuel Lima.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação promoveu no passado sábado a conferência "Celebrar a Vitória, Defender a Paz".

    A conferencia foi moderada por Abílio Fernandes, vice-presidente da Mesa da Assembleia da Paz do CPPC. Na mesa estavam Ilda Figueiredo e Rui Namorado Rosa da direcção nacional do CPPC, Mario Franssen da organização belga "International Action for Liberation - INTAL" e Roger Cole da organização irlandesa "Peace and Neutrality Alliance - PANA".

  • Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, participa amanhã, dia 10 de Janeiro, numa conferência no Parlamento Europeu sobre o Tratado das Nações Unidas de Proibição de Armas Nucleares.
    A iniciativa é promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica e propõe-se debater num primeiro painel a importância e contributo deste Tratado para construir a paz e, num segundo painel, a acção pela sua ratificação nos diferentes países – com diversas intervenções de organizações do movimento pela paz que foram convidadas.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa, hoje em Varsóvia, na Conferência Internacional contra a NATO organizada pelo Conselho Mundial da Paz.

    Nesta conferência participam delegados de mais de 20 países e de organizações internacionais.

    Recordamos que hoje a NATO inicia a sua cimeira de Varsóvia, e que, tal como em vários outros países, em Portugal se realizam várias acções em defesa da Paz e contra os propósitos belicistas desta cimeira, nas quais o CPPC apela à participação de todos.

    8 de Julho

    LISBOA - 18h, na Rua do Carmo

    COIMBRA - 17h, Praça 8 de Maio

    9 de Julho

    PORTO - 11h, Rua de Santa Catarina

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, em Bruxelas, na Conferência pela Paz sob o lema "Há uma alternativa - Não à NATO!", iniciativa do GUE/NGL, através de Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional, Rui Namorado Rosa e José Goulão, da Presidência do CPPC. Também participou a Presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes.
    Esta conferência, em que participou um conjunto muito alargado de oradores, activistas e organizações do movimento da paz da Europa e do Mundo, foi organizada no âmbito da realização da Cimeira da NATO, que decorre nos próximos dias 8 e 9 de Julho em Varsóvia.
    Os representantes do CPPC e do CMP denunciaram, nas suas intervenções, o carácter cada vez mais agressivo e belicista da NATO, o novo conceito estratégico da NATO, aprovado na Cimeira de Lisboa, em 2010, que a transformou na principal ameaça à Paz na Europa e no mundo. Mas, como também sublinharam, a guerra não é inevitável! As forças da Paz, os trabalhadores e os povos têm uma palavra a dizer!
    O povo português, em importantes momentos, expressou a sua inequívoca opção pela Paz e contra a participação de forças portuguesas na agressão a outros povos.

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    No dia em que se assinalam 72 anos do bombardeamento nuclear dos EUA contra Nagasáqui, a 9 de Agosto de 1945, divulgamos a declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H, que decorreu na cidade de Hiroxima no Japão.

    Declaração

    No dia 7 de Julho deste ano, 72 anos após os bombardeamentos atómicos pelos EUA de Hiroshima e Nagasaki, foi finalmente aprovado um tratado para proibir as armas nucleares. Tendo trabalhado com os Hibakusha [os sobreviventes dos bombardeamentos] desde a Primeira Conferência Internacional contra as Bombas A e H em 1955 apelando para a prevenção da guerra nuclear, a eliminação das armas nucleares e a ajuda e solidariedade com os Hibakusha, saudamos calorosamente a aprovação do tratado como um acontecimento histórico e comprometemo-nos a avançar com determinação renovada para alcançar um "Mundo Livre de Armas Nucleares, Pacífico e Justo".

  • "Nos 70 anos da derrota do nazi-fascismo, celebrar a vitória, defender a Paz"

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo os nossos convidados e aderentes, e de um modo particular Roger Cole do Movimento da Paz Irlandês (PANA), Mario Franssen do Movimento da Paz Belga (INTAL) e todos os participantes nesta importante conferência "Nos 70 anos da derrota do nazi- fascismo, celebrar a vitória, defender a Paz". Saúdo igualmente as organizações que aceitaram o nosso convite e aqui estão presentes, designadamente a CGTP-IN, o MDM, a embaixada da Venezuela, os representantes dos núcleos do CPPC de várias regiões do País, desde o Porto, Coimbra, Lisboa, península de Setúbal, Évora, Beja, Moura até ao Algarve.

    Em nome da direcção nacional informo também os nossos convidados que se realizou esta manhã a 26ª Assembleia da Paz que aprovou os nossos Relatórios de Actividades e de Contas e decidiu apelar ao empenhamento cada vez maior de todos os amantes da Paz, dada a complexidade da situação que se vive.
    Foi também com esse objectivo que decidimos realizar esta Conferência por consideramos importante assinalar o 70.º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, reafirmar a determinação do CPPC em prosseguir e intensificar a acção de esclarecimento e mobilização da opinião pública para a defesa da Paz, da segurança e cooperação internacionais e para a amizade e solidariedade entre os povos, dando o seu contributo para que tragédia semelhante à que terminou há 70 anos nunca se venha a repetir.

  • A Peace and Neutrality Alliance -PANA- foi fundada em 1996 para defender que a Irlanda deve ter uma política externa independente própria, com a neutralidade positiva como elemento fundamental. Fizemos isso porque estávamos convencidos de que a elite política irlandesa pretendia destruir a já longa política de neutralidade da Irlanda, que foi um valor histórico profundamente enraizado e entrelaçado com a nossa longa luta pela independência contra a União Britânica e o Império.

    Estávamos convencidos de que o seu propósito foi de assegurar a integração da Irlanda nas estruturas militares no eixo EUA/UE/NATO, a fim de garantir que a Irlanda tivesse um papel fundamental no compromisso com uma guerra perpétua do eixo e com a sua doutrina para garantir o domínio global no século XXI.

    Nós tivemos um papel fundamental em 2003 na mobilização de mais de 100.000 pessoas para marchar contra a guerra do Iraque e a participação da Irlanda nessa guerra ao permitir que as tropas dos EUA desembarcassem no aeroporto de Shannon a caminho de e para a guerra.

  • A vitória sobre o nazi-fascismo e a luta pela Paz

    A Segunda Guerra Mundial é dita decorrer entre 1939 e 1945. Será todavia mais elucidativo tomá-la como um processo histórico, com seus antecedentes, frequentemente remontando à Segunda Guerra Mundial ou à Grande Depressão, e com suas consequências próximas e as que projetou até hoje e no nosso futuro. Aquele período discreto de seis anos compreende a convergência e aceleração de um feixe de processos à escala global, e é pontuado por diversos eventos notórios que, uns e outros merecem a nossa atenção.

    Ao longo da década de 30, foram manifestas as aspirações hegemónicas do Japão e da Alemanha, suportadas nos respetivos ascensos industriais, regimes políticos autoritários e ultranacionalistas e posicionamento militarista.

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    Em 1 de Agosto de 1975, representantes de 35 países (33 da Europa, mais os EUA e Canadá) subscreveram, em Helsínquia, a Acta Final da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa, culminando um processo iniciado dois anos antes. Pela primeira vez na história, um tão elevado número de países convergiu em torno de um importante conjunto de princípios reguladores das relações internacionais, segurança colectiva e desenvolvimento de relações de cooperação entre os Estados, entre os quais se destacam matérias tão relevantes quanto: a igualdade soberana dos Estados; a não intervenção nas questões internas dos Estados; a resolução pacífica dos diferendos internacionais; o respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais; ou a igualdade de direitos e a autodeterminação dos povos.

  • Decorreu, esta quarta-feira 19 de Outubro em Setúbal, a conferência “Venezuela e a Revolução Bolivariana”, iniciativa inserida na Semana Cultural da Venezuela.

    Na mesa da conferência participaram o Embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal General em Chefe Lucas Rincón Romero e Luís Carapinha, perito em assuntos internacionais e membro do CPPC.

    As intervenções abordaram o alcance das conquistas políticas e sociais da Revolução Bolivariana, o contexto em que esta se desenvolve, as dificuldades que enfrenta face a uma guerra mediática e económica promovida por grupos de extrema direita nacionais cúmplices da ingerência dos EUA, mas também o firme compromisso, do povo venezuelano que deseja construir um mundo melhor e uma pátria mais humana, em continuar e aprofundar a Revolução Bolivariana.

    A sessão contou ainda com a presença do Sr. Presidente da União de Freguesias de Setúbal, de representantes de várias organizações portuguesas e de membros do corpo diplomático.

    Na final da conferência o Sr. Embaixador Lúcas Ríncon entregou ao CPPC um conjunto de livros sobre o pensamento Bolivariano.

    A próxima iniciativa Semana Cultural será na sexta-feira 21 de Outubro com a exibição do filme venezuelano “Una Mirada al Mar”.