Outras Notícias

desarmamento

  • Em Almada exigiu-se o desarmamento nuclear

    O Jardim do Rio, em Almada, acolheu no domingo, 6 de Agosto, uma acção evocativa dos bombardeamentos nucleares dos EUA contra Hiroxima e Nagasáqui, promovida pelo Movimento Municípios pela Paz, a Câmara Municipal de Almada e o CPPC. Para além das intervenções dos presidentes das câmaras municipais de Almada e do Seixal (coordenador do movimento) e da direcção nacional do CPPC, a iniciativa constou de diversas actividades para crianças e jovens, desde oficinas lúdico-pedagógicas e de arte urbana a insufláveis, e da inauguração de um mural realizado pelo Colectivo Aleutas. Das intervenções dos três presidentes sobressaiu a determinação e prosseguir e alargar a acção pela paz e o desarmamento e de ampliar o Movimento dos Municípios pela Paz com novas adesões. A próxima iniciativa do movimento realiza-se em Silves no dia 21 de Setembro.

  • Pela paz, pela segurança - pelo futuro da humanidade!

    O CPPC realizou hoje, 1 de Fevereiro, no Chiado em Lisboa uma conferência de imprensa sobre a campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Enquanto decorria a conferência de imprensa, activistas do CPPC distribuíram folhetos e recolheram assinaturas para a petição promovida pela campanha.

    O comunicado de imprensa:

  • + DE 5000 JÁ ASSINARAM!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. Fê-lo, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

    Recordamos que a 9 de Outubro de 2017 a Campanha Internacional para Abolição das Armas Nucleares/ICAN foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz.

  • 26 de Setembro – Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares

    A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • A situação na Península da Coreia e a urgente defesa da paz e do desarmamento

    O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

  • Acção e beleza em Almada, pela paz e o desarmamento

    A Sessão Cultural pela Paz e o Desarmamento promovida pelo CPPC no sábado, 27, no cineteatro da Academia Almadense, constituiu um emocionante momento de afirmação da campanha em curso pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Pelo renovado palco da centenária colectividade almadense passaram criadores e artistas, educadores e activistas, que no seu quotidiano se batem por justos valores, como são a paz, a solidariedade e a cooperação.

    O programa da sessão, apresentada por Sílvia Cunha, começou na rua, com o grupo Almada Street Band, composto por jovens músicos, animou a população encaminhando-a para o interior do espaço, onde prosseguiu no palco a sua actuação. Seguiu-se os Rumores d’ Além Tejo, com a música tradicional portuguesa a lembrar que é no povo e nas suas aspirações, tradições e cultura que reside a identidade de um povo, pilar da sua soberania. A juventude voltou a estar no centro das atenções com os The Future IZ US e a contagiante alegria e energia da sua dança.

  • CPPC em Bruxelas pelo fim das armas nucleares

    Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.

  • CPPC em Bruxelas pelo fim das armas nucleares

    Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 de Janeiro, em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL).

    Leia aqui a intervenção de Ilda Figueiredo:

  • CPPC presente em iniciativa do Movimento da Paz (França)

    A convite do Movimento da Paz francês, Ilda Figueiredo, representando o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), participou em foruns que se realizaram no quadro do Congresso deste Movimento da Paz, que teve lugar nos dias 3 e 4 de Novembro, em Gennevilliers, Paris.
    Recorde-se que o Movimento da Paz francês é uma organização membro do Conselho Mundial da Paz.
    Os debates e mesas redondas que precederam este Congresso contaram com a presença de cerca de 280 pessoas, incluindo representantes de movimentos da paz de vários países, tendo o CPPC sido convidado a participar:

  • Debate "Pelo fim das armas nucleares" em Coimbra

  • Debate "Pelo fim das armas nucleares" em Coimbra

    O núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no café Sta. Cruz, em Coimbra, um animado debate em que participou a presidente da direção do CPPC.

    O tema central foi a Paz e o desarmamento, pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, mas também estiveram presentes aspectos preocupantes da situação actual e das ameaças contra Venezuela, Cuba, Brasil e no Médio Oriente, nomeadamente contra Síria e Palestina.

    As dezenas presentes assinaram a petição a exigir a assinatura e ratificação pelas autoridades portuguesas do Tratado de Proibição de Armas Nucleares e manifestaram a sua determinação em prosseguir a luta pela paz.

  • Debate em Almada: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    Debate em Almada leva mais longe a campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

    A campanha do CPPC pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares teve expressão pública no dia 1 de Novembro, num debate realizado em Almada, antecedido de uma recolha pública de assinaturas para a petição, que resultou em largas dezenas de subscrições. Realizada num bar de uma concorrida zona da cidade, a sessão contou com as intervenções iniciais de Gustavo Carneiro, da direcção do CPPC, e Cláudia Dias, bailarina e coreógrafa almadense.

  • Debate no Porto: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    O CPPC promoveu, no Porto, no dia 9 de Novembro, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate bastante participado, inserido na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Participaram: Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor e Professor da FBAUP Norberto Jorge.

    Ali se informou das iniciativas que o CPPC tem em curso, foram recolhidas dezenas de assinaturas para a petição tendo-se também registado novas adesões ao CPPC e mobilizado novos amigos e aderentes para a participação nesta campanha.

    Pode também subscrever a petição em: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Divulgação de texto de Socorro Gomes "REFORÇAR A LUTA DOS POVOS CONTRA AS ARMAS NUCLEARES"

    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz).
    (foto: monumento no Parque da Paz em Hiroxima)

    REFORÇAR A LUTA DOS POVOS CONTRA AS ARMAS NUCLEARES

    Ignorando décadas de luta dos povos contra os armamentos de destruição em massa, as potências imperialistas aglutinadas na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e seu líder maior, os EUA, não hesitam em colocar as armas nucleares no centro da sua política. Atualmente há quase 15 mil ogivas nucleares espalhadas pelo mundo e a modesta redução deste arsenal não significa a redução do perigo; a nossa mobilização permanece urgente.

  • GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

     

    Divulgamos a intervenção de Frederico Carvalho na sessão pública «Pelo Fim das Armas Nucleares», promovida pelo CPPC no âmbito da campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, lançada pelo CPPC, na qual se integra igualmente a petição que pode ser assinada na Internet (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares).

    A intervenção:

    GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

  • Intervenção de Socorro Gomes em debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares

    O Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE-NGL) realizou, a 10 de Janeiro, no Parlamento Europeu, um importante debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares.

    Leia aqui a intervenção de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:

  • Jantar/Debate pela "Proibição das Armas Nucleares" em Beja

  • Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Convidamos todos a assinarem e divulgarem a petição lançada pelo CPPC "Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Assine em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela paz e o desarmamento! - É urgente dissolver a NATO

    A NATO, fundada há precisamente 69 anos, representa um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar determinado pelos EUA, assume-se, embora com contradições, como um instrumento belicista ao serviço dos seus interesses e dos interesses de outros países – como o Reino Unido, a França ou a Alemanha –, contrapondo-se a todos os que anseiam e se empenham num mundo de paz, soberania e cooperação.

    Constituída a 4 de Abril de 1949 por 12 países da América do Norte e da Europa – incluindo Portugal, então sob a opressão de uma ditadura fascista –, a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça» soviética. No entanto, após o fim do Pacto de Varsóvia (criado em 1955) e da União Soviética, verificados em 1991, a NATO não só não se dissolveu, como, e pelo contrário, se reforçou, ampliando-se a 29 países membros, promovendo dezenas de parcerias por todo o mundo, alargando o seu âmbito de intervenção, fomentando o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos, incluindo a mais modernas armas nucleares.