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  • Em Almada exigiu-se o desarmamento nuclear

    O Jardim do Rio, em Almada, acolheu no domingo, 6 de Agosto, uma acção evocativa dos bombardeamentos nucleares dos EUA contra Hiroxima e Nagasáqui, promovida pelo Movimento Municípios pela Paz, a Câmara Municipal de Almada e o CPPC. Para além das intervenções dos presidentes das câmaras municipais de Almada e do Seixal (coordenador do movimento) e da direcção nacional do CPPC, a iniciativa constou de diversas actividades para crianças e jovens, desde oficinas lúdico-pedagógicas e de arte urbana a insufláveis, e da inauguração de um mural realizado pelo Colectivo Aleutas. Das intervenções dos três presidentes sobressaiu a determinação e prosseguir e alargar a acção pela paz e o desarmamento e de ampliar o Movimento dos Municípios pela Paz com novas adesões. A próxima iniciativa do movimento realiza-se em Silves no dia 21 de Setembro.

  • 26 de Setembro – Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares

    A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • A situação na Península da Coreia e a urgente defesa da paz e do desarmamento

    O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

  • CPPC presente em iniciativa do Movimento da Paz (França)

    A convite do Movimento da Paz francês, Ilda Figueiredo, representando o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), participou em foruns que se realizaram no quadro do Congresso deste Movimento da Paz, que teve lugar nos dias 3 e 4 de Novembro, em Gennevilliers, Paris.
    Recorde-se que o Movimento da Paz francês é uma organização membro do Conselho Mundial da Paz.
    Os debates e mesas redondas que precederam este Congresso contaram com a presença de cerca de 280 pessoas, incluindo representantes de movimentos da paz de vários países, tendo o CPPC sido convidado a participar:

  • Debate em Almada: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    Debate em Almada leva mais longe a campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

    A campanha do CPPC pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares teve expressão pública no dia 1 de Novembro, num debate realizado em Almada, antecedido de uma recolha pública de assinaturas para a petição, que resultou em largas dezenas de subscrições. Realizada num bar de uma concorrida zona da cidade, a sessão contou com as intervenções iniciais de Gustavo Carneiro, da direcção do CPPC, e Cláudia Dias, bailarina e coreógrafa almadense.

  • Debate no Porto: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    O CPPC promoveu, no Porto, no dia 9 de Novembro, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate bastante participado, inserido na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Participaram: Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor e Professor da FBAUP Norberto Jorge.

    Ali se informou das iniciativas que o CPPC tem em curso, foram recolhidas dezenas de assinaturas para a petição tendo-se também registado novas adesões ao CPPC e mobilizado novos amigos e aderentes para a participação nesta campanha.

    Pode também subscrever a petição em: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Convidamos todos a assinarem e divulgarem a petição lançada pelo CPPC "Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Assine em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Por um mundo sem armas nucleares

    6 de agosto – 15h – Jardim do Rio (Cais do Ginjal) - Almada

    Por um mundo sem armas nucleares

    Durante a tarde de 6 de Agosto, no Jardim do Rio (junto ao Cais do Ginjal), Almada acolhe um conjunto de iniciativas promovidas pelo Movimento Municípios pela Paz (MMPP), em parceria com o Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Será inaugurado um mural alusivo à paz, assinado pelo Colectivo Aleutas, numa cerimónia que conta com a intervenção dos presidentes das Câmaras Municipais de Almada e do Seixal (esta última coordenadora do MMPP) e da presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    A partir das 15h as famílias vão poder participar em pinturas, oficinas de arte urbana, entre outras actividades gratuitas, que pretendem envolver-nos a todos no objectivo internacional de construir um mundo de paz.

    Este dia tem como objectivo assinalar os 72 anos sobre o bombardeamento de Hiroxima (Japão), alertar para a dimensão dos actuais arsenais nucleares, para os riscos que os mesmos representam e para a necessidade do seu desmantelamento, como única forma de garantir solidamente a paz e a segurança no planeta.