Outras Notícias

Donald Trump

  • Sessão na Casa do Alentejo debate situação internacional

    A «Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional» foi o tema do debate promovido pelo CPPC no dia 20, na Casa do Alentejo, perante uma numerosa audiência. Na mesa, estiveram Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC, o jornalista José Goulão e o major-general na reserva Pedro Pezarat Correia.

    Na intervenção inicial, Ilda Figueiredo adiantou que, com este debate, o CPPC procurava contribuir para o aprofundamento da análise da situação internacional decorrente da eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA, não esquecendo o contexto em que esta decorreu, quer nos próprios EUA quer no resto do mundo. Esta situação, lembrou, era e é marcada pela persistência e agravamento da profunda crise económica e social, por uma grande incerteza e instabilidade e pela proliferação de conflitos, sobretudo no Médio Oriente e em África.

  • Carta-Aberta a Donald Trump

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    A Associação de Amizade Portugal-Cuba, a Associação Portuguesa de Juristas Democratas, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses-Intersindical Nacnional, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Movimento Democrático de Mulheres e o Projecto Ruído - Associação Juvenil, dando continuidade à ação de exigência do fim da agressão e ameaças dos EUA à Venezuela e a outros países da América Latina e Caraíbas, de libertação do presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores, de respeito pelo direito internacional e pela Carta das Nações Unidas, são primeiros subscritores desta Carta a Donald Trump, Presidente dos EUA e apelam a sua subscrição: https://forms.gle/2ugprzBU2G19TJsB6

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    Pela Paz! Fim à agressão dos EUA à Venezuela! Não às ameaças dos EUA a países da América Latina e Caraíbas!

    A Donald Trump
    Presidente dos Estados Unidos da América

    A agressão militar dos Estados Unidos da América à República Bolivariana da Venezuela e o sequestro do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, a deputada Cília Flores, merecem a mais veemente condenação e constituem uma clara violação dos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

    Como condenáveis são as ameaças de agressão militar ou as pressões a outros países, como a Cuba, à Colômbia, ao México, à Nicarágua ou ao Brasil, que revelam as intenções dos EUA de imporem o seu domínio sobre toda a América Latina e as Caraíbas e de explorar e saquear os seus recursos.

    Há largos anos que os EUA, independentemente de alterações na sua administração, seguem uma política de ingerência e agressão – incluindo com a imposição de um bloqueio económico e do roubo de activos – contra a Venezuela bolivariana pelo que esta traduz de defesa de soberania e de direitos para o povo venezuelano, mas também para os povos de todo o mundo.

    O que os EUA pretendem é instalar na Venezuela um governo que funcionaria como sua marionete, para se apoderarem, de novo, dos imensos recursos naturais deste país, que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial, pondo em causa os seus direitos sociais e laborais, o seu desenvolvimento e a sua soberania. É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas alegações à “democracia” ou ao “narcotráfico”, que move os EUA no que concerne à Venezuela e aos outros países da América Latina.

    Denunciando a tentativa de branquear e banalizar estas inaceitáveis ações de ingerência e de agressão nas relações internacionais, exigimos o respeito dos princípios do direito internacional, consagrados na Carta das Nações Unidas, que reconhecem a soberania e os direitos dos povos, incluindo à paz, ao desenvolvimento e a disporem dos seus recursos, e que rejeitam a ingerência, a agressão e a guerra, incluindo pela imposição de medidas coercivas unilaterais e o roubo de recursos.

    Assim, as organizações signatárias exigem o fim das ameaças, da ingerência e da agressão dos EUA à República Bolivariana da Venezuela, assim como a outros países da América Latina e das Caraíbas; reclamam a libertação do Presidente Nicolás Maduro e da deputada Cília Flores; instam ao cumprimento dos princípios do direito internacional; e solidarizam-se com a luta dos trabalhadores e do povo venezuelano e de outros povos pela sua soberania e direitos, nomeadamente pelo direito a viver em Paz.

    Primeiras organizações subscritoras:

    Associação de Amizade Portugal-Cuba
    Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento Democrático de Mulheres
    Projecto Ruído – Associação Juvenil

    Associação Intervenção Democrática - ID
    Confederação Nacional de Reformados, pensionistas e Idosos - MURPI
    União dos Sindicatos de Lisboa
    Sindicato dos Professores da Região Centro

  • Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

    “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

  • Mike Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa
    Foi anunciada a vinda a Portugal de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano. Posteriormente, foi confirmada a presença do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que manterá reuniões com Pompeo e com as autoridades portuguesas.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    Já Netanyahu é não apenas representante dos sectores mais agressivos do sionismo como é responsável pelo agravamento da ocupação da Palestina, por incontáveis crimes de guerra e pela repressão massiva dos palestinos.

  • Mike Pompeo não é bem vindo a Portugal!

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    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa

    Foi anunciada a vinda a Portugal, no próximo dia 6 de Dezembro, de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    No dia 6 de Dezembro sairemos à rua para afirmar que Mike Pompeo não é bem-vindo a Portugal e que rejeitamos a política da Administração norte-americana!

    Faremos convergir as solidariedades com os povos que, defendendo os seus direitos, resistem às manobras, chantagens e ameaças da Administração Trump.

  • Posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz

    Leia a posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o encontro entre o Presidente norte-americado Donald Trump e o Primeiro Ministro israelita Benjamin Netanyahu."

    "Trump e Netanyahu reforçam políticas criminosas contra o povo palestino

    A posição política explicitada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após a visita deste último a Washington, revelou mais uma vez que o imperialismo estadunidense sempre estará ao lado do seu aliado e posto avançado no Oriente Médio, como cúmplice dos crimes de guerra em que se sustenta o regime israelense.

  • Rompimento do acordo nuclear com o Irão pelos EUA - uma séria ameaça à paz e ao desanuviamento

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena a decisão da Administração dos EUA de abandonar o acordo nuclear estabelecido com o Irão e mais cinco países em 2015. Uma decisão que se caracteriza pelo arbítrio, perfídia e desprezo pela legalidade internacional e as Nações Unidas, que mina a indispensável confiança nas relações internacionais e que constitui uma agressão à Carta da ONU e ao direito internacional e uma séria ameaça à paz.

  • Uma nova ameaça para a Paz - EUA anunciam abandono do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta a sua mais profunda preocupação pela intenção manifestada pela Administração norte-americana, pela voz do Presidente Donald Trump, de abandonar o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio (tratado conhecido pela sigla “INF”), uma decisão, que a concretizar-se, significará um novo e gravíssimo passo dos EUA na promoção da corrida aos armamentos – desta feita a novos armamentos nucleares –, que a não ser rejeitado poderá ter particular incidência no crescimento da insegurança na Europa.

    Importa lembrar, a este respeito, que este anúncio segue-se a outras decisões recentes assumidas pelos EUA, de enorme gravidade para a paz e segurança internacionais (como as relativas ao Irão ou à Palestina, por exemplo) e de profundo desrespeito pelas Nações Unidas – pelos princípios da sua Carta, pelas suas agências, órgãos e resoluções.