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Faixa de Gaza

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  • Por Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina em Portugal

    Imagens terríveis chegam de Gaza todos os dias desde que Israel começou o genocídio de palestinianos na Faixa de Gaza. Partes de corpos humanos, cabeças divididas a meio, mãe morta com filho bebé abraçados e famílias inteiras enterradas sob os telhados depois de terem sido bombardeadas pelos aviões militares israelitas, navios de guerra e tanques.

    Esta desproporcionalidade da força israelita é, só por si, um crime de guerra, de acordo com a lei da guerra. Se estes crimes tivessem sido perpetrados por qualquer outra força que não a da ocupação israelita, não há dúvida de que a reação da comunidade internacional teria sido obviamente diferente.

    Neste contexto, emergem duas questões legítimas. A primeira n: poderá alguém, com algum senso de humanidade, justificar este genocídio em Gaza às mãos do ocupante contra o ocupado? A segunda é: Não será este assassinato constante dos palestinianos inocentes – enfrentado por um silêncio vergonhoso da comunidade internacional em favor de Israel – o que terá alimentado a criação do radicalismo islâmico?

  • O núcleo do Porto do CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação convida-o a participar num acto público de solidariedade com o povo da Palestina.

    PALESTINA LIVRE! FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO!

    Sábado - 9 de Agosto - 11H

    Rua de Santa Catarina - perto do Via Catarina Porto

    Pela Paz, todos não somos demais!

    Participe!

    CPPC

    Apoios: USP/CGTP, MDM, UNICEPE, UPP, AEESE

     

  •  

    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

  • Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente


  • O Conselho Mundial da Paz (CMP) condena as atrocidades israelitas contra o povo palestino

    A chacina em curso do povo palestino pelo exército israelita não tem fim. Mais de 570 palestinos foram assassinados, milhares feridos e muitos outros milhares deslocados. A maioria das vítimas são civis, entre elas dezenas de mulheres e crianças. A Faixa de Gaza da Palestina está transformada num teatro de guerra unilateral pelas forças de ocupação de Israel, contra um povo que está sendo privado da sua independência, liberdade e do direito a um Estado.

    O CMP condena as atrocidades do governo de Israel e do seu exército contra o povo palestino e apela a todas as forças amantes da paz em todo o mundo para protestar e denunciar estas acções bárbaras.

    Nenhum outro Estado se atreve a exercer esse "direito" autoproclamado de atacar civis desprotegidos com forças aéreas e terrestres, apenas Israel reivindica para si este "privilégio" cínico.

    A hipocrisia demonstrada pelos EUA, que apoia totalmente o regime israelita nas suas acções, bem como a cumplicidade da UE, que equipara as vítimas ao agressor, atingiu novos máximos. Até o Conselho de Segurança da ONU, que manifesta a sua "profunda preocupação" e apela a um "cessar-fogo", não toma qualquer decisão para pressionar o agressor Israel, que está a cometer crimes de guerra contra todo um povo.

    O regime israelita está a cometer um genocídio sob a forma de uma punição colectiva do povo palestino, e os pretextos da sua própria defesa são infundados, quando se olha para os factos e para a sua invasão da Faixa de Gaza.

    A única maneira de alcançar a paz e a estabilidade na região é a criação e o reconhecimento de um Estado independente da Palestina dentro das fronteiras de 4 de Julho de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.

    Manifestamos a nossa sentida solidariedade com o povo palestino, na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, bem como o nosso apoio às forças amantes da paz dentro de Israel, que lutam lado a lado com o povo palestino por uma solução justa e viável, pelo fim da ocupação.

    O Secretariado do CMP
    22 de Julho de 2014

     

  •  

    No passado dia 25 de Agosto, quando se assinala um ano sobre a mais recente agressão de grande escala de Israel contra o território palestino da Faixa de Gaza, foi assinalado no Brasil, com a plantação de um bosque dedicado às 551 crianças assassinadas durante a operação.

    Foi desta forma que o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ), encerrou o ciclo “Ocupação e Resistência na Palestina – Um ano da Ofensiva israelense”.

    No local da plantação das 551 árvores também foi instalada uma placa com os nomes das crianças palestinas vitimadas e suas idades. Das 2.251 pessoas mortas pela agressão de Israel em 2014, um quarto eram crianças.

    A iniciativa que contou com a participação do Embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, da presidente do CEBRAPAZ e do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes (na foto), de autoridades locais e de cerca de 30 alunos do sexto ano da escola Senador Luís Carlos Prestes, teve lugar na Cidade Tiradentes e reafirmou a solidariedade dos brasileiros com o povo palestino, na luta pela paz e na resistência contra a ocupação israelita.


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  • É preciso parar o terrorismo do governo de Israel

    O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.

    A violência e a morte intensificou-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.

    O governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.

    Por isso, as organizações, subscritoras apelam a uma

    CONCENTRAÇÃO SEGUNDA-FEIRA 14 de Julho, ÀS 18 HORAS

    NO ROSSIO, EM LISBOA

    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Comité de Solidariedade com a Palestina
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
    - Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
    - Juventude Comunista Portuguesa
    - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente
    - União dos Sindicatos de Lisboa

     

  • Centenas de pessoas participaram na concentração promovida, ontem, pelo CPPC e um conjunto de ouras organizações portuguesas para exigir o fim da criminosa agressão do governo de Israel à população palestina.

    Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, reafirmou a exigência do fim imediato da operação militar em curso, mas também a necessidade de acabar com ocupação israelita e de que sejam respeitados os direitos do povo palestino à paz, a um estado viável, soberano e independente. Denunciando, ainda, que apenas a conivência dos EUA e da UE permitem que o governo de Israel continua a cometer verdadeiros crimes de guerra.

    O CPPC apela a todos os amantes da Paz, para que se mantenham atentos ao desenrolar da situação, e à necessidade de manter a solidariedade activa para com o povo palestino.

    Palestina vencerá!

  • Fim à Agressão!

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