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homenagem

  • cppc homenageia rui namorado rosa e 70 anos de luta pela paz 1 20190329 1440197010

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A homenagem inseriu-se numa sessão realizada no sábado, 16, no auditório da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, em Lisboa, evocativa dos 70 anos da luta pela paz.

    Ilda Figueiredo, que sucedeu a Rui Namorado Rosa na presidência da direcção nacional do CPPC, explicou os motivos que levaram à realização da homenagem. Frederico de Carvalho, igualmente membro da Presidência, destacou aspectos centrais da carreira científica e universitária de Rui Namorado Rosa e a forma como nela esteve sempre presente o seu apego à causa da paz, da democracia e dos direitos.

  • homenagem a rui namorado rosa 1 20190314 1664181930

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu presidente e membro da Direção Nacional e é atualmente membro da sua Presidência.

    Conhecido e prestigiado cientista, investigador e professor universitário, com vasta e importante obra publicada nas áreas cientifica e de intervenção cívica, Rui Namorado Rosa é um grande ativista da paz ao longo da sua vida, com intervenção nacional e internacional na defesa da paz e na denúncia da guerra e do militarismo, tendo representado o CPPC em diversas conferências e reuniões internacionais, designadamente no âmbito do Conselho Mundial da Paz.

  • Nunca Mais!

    70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui

    No momento em que decorrem 70 anos desde o bombardeamento nuclear pelos Estados Unidos da América contra as populações japonesas de Hiroxima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945 respectivamente, as organizações portuguesas abaixo subscritoras recordam este acto, cometido quando o Império Japonês estava já derrotado na frente terrestre no continente Asiático e na frente aéreo-naval no Oceano Pacífico, e já havia encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Guerra Mundial, pelo que aquele bombardeamento foi e continua a ser entendido como afirmação de uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, potência mundial então ascendente, acto que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.