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OTAN

  • exercicios militares da nato - 2015 1 20150826 1324238032

    Assina o abaixo-assinado individual em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172
    (atenção à necessidade de confirmar a assinatura clicando no link do email de confirmação)

    Um conjunto de organizações portuguesas, comprometidas com a a causa da Paz, da cooperação, do progresso e da justiça social, confrontadas com o anuncio da realização de uma das maiores manobras militares da NATO de sempre, num momento em que se multiplicam situações de tensão, de conflito e de guerra - inclusive na Europa - e aumentam a insegurança e a instabilidade internacionais, não podem deixar de expressar o mais expressivo repúdio pela realização destas manobras e convidá-lo a subscrever o texto referido acima.

    Recordemos que em vários países, incluindo Portugal, são pedidos sacrifícios aos cidadãos e que amplas camadas da população são lançadas na pobreza, que a NATO coloca como objectivo o aumento das despesas militares e que os orçamentos militares dos seus países membros representam a maior fatia do total dos gastos militares mundiais. 1,8 Biliões de dólares em 2014.

  • psnn liberdade 1 20141016 1723425797

    A Cimeira da NATO, que teve lugar no País de Gales, em 4 e 5 de Setembro passados, marcou uma intensificação da política de agressão deste bloco político-militar imperialista.
    Nesta Cimeira foram tomadas decisões para reforçar a sua capacidade de actuar e intervir militarmente em qualquer parte do globo, para defender os interesses dos grandes grupos económico e financeiros do "mundo ocidental".

  • portugal fora dos balcas

    Defender a Paz é tarefa essencial

    No momento em que se cumpre o 15.º aniversário da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia, então, os actuais territórios da Sérvia, Montenegro e Kosovo), o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para as populações civis jugoslavas.

    Em 78 dias de bombardeamentos selvagens, que destruíram importantes infra-estruturas económicas e sociais, morreram quatro mil pessoas e muitos milhares ficaram feridas. Mas o calar dos canhões não pôs fim ao massacre: de então para cá, muitos sérvios, montenegrinos e kosovares perecem vitimas de doenças do foro oncológico provocados pela utilização, pelas forças da NATO, de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por séculos. Contaminação que também vitimou os militares estrangeiros que participaram na ocupação, incluindo portugueses.

    A agressão da NATO à ex-Jugoslávia marca uma nova era da ofensiva imperialista, e como tal deve ser recordada. Depois de décadas de ingerência e ameaça mais ou menos velada contra países e povos soberanos (entre os quais Portugal, durante o processo revolucionário, procurando condicionar o seu desenvolvimento), a NATO teve na Jugoslávia a sua primeira intervenção militar aberta, «coberta» pela revisão do seu conceito estratégico na cimeira de Washington, nesse mesmo ano de 1999. A essa guerra seguiram-se outras, e muitas outras se seguirão caso os povos não consigam, com a sua luta, travar o passo aos fomentadores da guerra.

    Um outro aspecto da guerra sem quartel movida pela NATO contra a soberania da Jugoslávia é a manipulação mediática que a acompanhou, apresentando os algozes como libertadores e as vítimas como criminosos. Um aspecto que, não sendo propriamente novo, teve ali uma expressão particularmente elevada e que continuou a desenvolver-se, como mostraram depois os casos, como o do Iraque, e das tão célebres quanto inexistentes armas de destruição massiva.

    A agressão militar aberta da NATO contra a Jugoslávia, que se seguiu a anos de fomento da guerra civil entre os povos que constituíam a República Socialista da Jugoslávia, teve como objectivo a destruição de um grande e poderoso país e a sua substituição por pequenos e frágeis protectorados, mais facilmente manobráveis e controláveis. Vários dos países que resultaram do desmantelamento da antiga Jugoslávia integram hoje a União Europeia e a NATO, tendo sido instaladas no seu território algumas importantes bases militares norte-americanas.

    Passados 15 anos da agressão da NATO à Jugoslávia, o mundo enfrenta crescentes perigos de guerra, resultantes das aventuras militares do imperialismo, de que o desenvolvimento da situação na Ucrânia é o exemplo mais recente e, potencialmente, mais explosivo. Defender a Paz, a soberania nacional e o progresso social, pugnar pelo desarmamento e pela dissolução da NATO são, hoje, tarefas primordiais que estão colocadas aos povos do Mundo.

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    nobel da paz encontram-se 1 20140326 1269861202

    A INTAL, organização membro do Conselho Mundial da Paz, realiza hoje em Bruxelas uma acção de protesto, para assinalar a visita de Barack Obama a instituições da União Europeia.Lembrando que tanto Obama como a UE receberam o Prémio Nobel da Paz, a INTAL denuncia que EUA e UE juntos são responsáveis por 2/3 do comércio mundial de armamentos e por 62% das despesas militares, e que os Belgas querem que a armas nucleares dos EUA saiam do seu país e não que sejam modernizadas como previsto.O CPPC envia uma calorosa saudação à INTAL e aos companheiros belgas em mais uma acção de defesa da Paz.

  • faixa 2018 1 20180704 1105100075

     

     

     

    Sim à Paz! Não à NATO!
    - Iniciativas por todo o País

    A campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», promovida por várias organizações e movimentos sociais, com o objectivo de contestar os propósitos belicistas da Cimeira da NATO, de 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, marcará presença em diversificados pontos do País, através da distribuição de jornais e folhetos (ver em anexo), onde se expressam as razões, assim como as exigências dos promotores, nomeadamente: a dissolução da NATO; o fim das guerras de agressão; desmantelamento do sistema anti-missil THAAD dos EUA/NATO e encerramento das bases militares em território estrangeiro; a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva; o fim da corrida aos armamentos e o desarmamento geral, simultâneo e controlado; o apoio aos deslocados e refugiados, vítimas das guerras que a NATO promove e apoia; a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares; o cumprimento, pelas autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, de respeito pela soberania, independência, igualdade de direitos e resolução pacífica dos conflitos entre os Estados.

    Marcados estão também diversos actos públicos, designadamente em:

    - Évora, 7 de Julho, às 11 horas, na Praça do Giraldo;
    - Lisboa, 9 de Julho, às 18 horas, no Largo Camões;
    - Coimbra, 10 de Julho, a partir das 15 horas, na Praça 8 de Maio;
    - Faro, 10 de Julho, às 18 horas, na Rua Santo António;
    - Porto, 12 de Julho, às 18 horas, na Rua de Santa Catarina.

    Presença na manifestação em Bruxelas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), estará igualmente presente na manifestação que se realiza em Bruxelas, no próximo dia 7 de Julho, promovida por diversas organizações e movimentos sociais daquele país, em que a defesa da paz e a luta contra a NATO terão uma forte presença.