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  • dia internacional da paz 2017 1 20170920 1418491887

     

    No âmbito da decisão tomada pela Assembleia Mundial da Paz, ocorrida no Brasil e reafirmada pela Reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP) na Europa, ocorrida em Berlim, de assinalar o Dia Internacional da Paz com iniciativas contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva, e contra as bases militares estrangeiras, as organizações membro do CMP na Europa unem-se e contribuem para o sucesso deste Dia de Acção ao, entre outras actividades, colectivamente redigirem e divulgarem o "Apelo aos povos da Europa - Dar mais força à luta pela paz! - 21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras"

     

    21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras

    As organizações membro do Concelho Mundial da Paz na Europa decidiram celebrar o Dia Internacional da Paz — proclamado pelas Nações Unidas para o dia 21 de Setembro — unindo as suas vozes num apelo aos povos da Europa para dar mais força à luta pela paz!

    Os povos da Europa e de todo o Mundo enfrentam a crescente agressividade global do imperialismo, a escalada do militarismo, o aumento da despesa militar, a corrida por novas, mais sofisticadas e destrutivas armas, incluindo armas nucleares, a instalação de novas forças militares e equipamentos em bases

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    Realizou-se no passado dia 26 de Maio, na biblioteca Marx, em Londres, uma reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP) da Região Europa. A reunião, dirigida pelo CPPC, enquanto coordenador regional do CMP foi calorosamente acolhida pela Assembleia da Paz Britânica e contou, ainda, com a participação das seguintes organizações membro do CMP da Europa, Aliança para a Paz e Neutralidade da Irlanda, Associação de Paz da Turquia, Comité Grego para a o Desanuviamento Internacional e a Paz, Conselho da Paz Alemão, Conselho da Paz Checo, Conselho da Paz do Chipre, Fórum de Belgrado para um Mundo de Iguais, INTAL Bélgica, Movimento da Paz Suíço, e de outras organizações.

    Nesta reunião foram abordadas a situação actual e perspectivadas acções a nível Europeu para implementar as linhas orientadoras definidas pela Assembleia Mundial da Paz e pelo Comité Executivo do CMP. Nomeadamente acções contra a NATO no âmbito da sua cimeira a realizar em Bruxelas em Julho deste ano.

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    O Conselho Mundial da Paz (CMP) reuniu-se em Belgrado, Sérvia, nesta sexta-feira (21), para discutir o atual contexto europeu, o fortalecimento da luta pela paz e contra o imperialismo, além do aprofundamento da cooperação no continente.

    Já neste sábado (22) e domingo (23), tem lugar o Fórum Belgrado “Pelo Mundo de Iguais”, marcando os 15 anos desde a agressão da Organização para o Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra a antiga Iugoslávia.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu, em Almada, nos dias 19 e 20 de Março, uma Reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz.

    Na reunião, para além do CPPC, participaram: Conselho da Paz da Alemanha; INTAL – Bélgica; Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa; Conselho de Paz do Chipre; Aliança para a Paz e Neutralidade – Irlanda; Comité de Paz da Finlândia; Movimento pela Paz – França; Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz e a Associação de Paz da Turquia.

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    A INTAL, organização membro do Conselho Mundial da Paz, realiza hoje em Bruxelas uma acção de protesto, para assinalar a visita de Barack Obama a instituições da União Europeia.Lembrando que tanto Obama como a UE receberam o Prémio Nobel da Paz, a INTAL denuncia que EUA e UE juntos são responsáveis por 2/3 do comércio mundial de armamentos e por 62% das despesas militares, e que os Belgas querem que a armas nucleares dos EUA saiam do seu país e não que sejam modernizadas como previsto.O CPPC envia uma calorosa saudação à INTAL e aos companheiros belgas em mais uma acção de defesa da Paz.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, nos passados dias 9 e 10 de Setembro, no Chipre, na reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz (CMP) - de que o CPPC é coordenador - e na reunião entre as organizações membro do CMP da região Europa e as da região do Médio Oriente.

    Na reunião de dia 9 as organizações avaliaram o trabalho desenvolvido desde a anterior reunião regional da Europa, decorrida em Almada em Março e o trabalho a desenvolver no âmbito da preparação da próxima Assembleia Mundial da Paz. Na reunião de dia 10 as organizações membro do CMP da Europa e do Médio Oriente presentes, trocaram informações sobre a situação actual em ambas as regiões, com ênfase em questões comuns, como, por exemplo, as operações de desestabilização e agressões no Médio Oriente e na Europa promovidas pelos EUA, NATO, UE e seus aliados, a solidariedade com os países e povos vítimas de agressão, ou a situação dos refugiados.

  • Realizou-se nos dias 19 e 20 de Junho, em Istambul, uma reunião das organizações europeias que são membros do Conselho Mundial da Paz (CMP). Na reunião, presidida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador do CMP para a Europa, estiveram presentes representantes de organizações de paz da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Grécia, Itália, Sérvia, Suíça e Turquia.

    Na reunião foi abordada a necessidade do reforço da luta pela Paz, o desenvolvimento das actividades de denúncia das agressões, violências e guerra, e, em solidariedade com os povos vítimas dessas agressões, foram também debatidas as crescentes ameaças da NATO, seja no Leste da Europa, seja nas manobras de grande escala previstas para o sul da Europa, entre o final de Setembro e o início de Novembro, com especial envolvimento de Portugal, Espanha e Itália, os 65 anos do Conselho Mundial da Paz, os 65 anos do Apelo de Estocolmo e a necessidade da abolição das armas nucleares, os 40 anos da Acta Final de Helsínquia, entre outros.

    Após a reunião da região Europa realizou-se, no mesmo local, uma reunião do Secretariado do CMP, de que o CPPC também é membro.

    Participaram nestas reuniões Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, membros da direcção do CPPC.

     

     

  • CPPC participa em reunião europeia de movimentos da Paz

    Decorreu hoje, em Belgrado, na Sérvia, uma reunião europeia dos movimentos da Paz do Conselho Mundial da Paz. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador para a região Europa desta organização internacional, convocou esta reunião, na qual se faz representar pela sua presidente, Ilda Figueiredo, e ainda por Filipe Ferreira, da Direcção Nacional.
    Em debate estiveram, entre outras questões, a definição de campanhas comuns em prol da paz, do desarmamento e da solidariedade com países e povos em luta contra o imperialismo. A exigência de dissolução da NATO, que este ano cumpre 65 anos, é uma dessas questões.

     

     

  • Por ocasião da visita do presidente dos EUA a Cuba, de 20 a 22 de Março, as organizações abaixo indicadas decidem:

    - Manifestar a sua solidariedade com Cuba e o seu heroico povo que há mais de 50 anos resistem ao inadmissível bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, que se mantém, incluindo com o seu alcance extra-territorial, exigindo o seu fim imediato.
    - Expressar o seu apoio à luta de Cuba pelo fim da base naval dos EUA instalada em Guantánamo, que aí está instalada contra a vontade do povo cubano há mais de 100 anos, e reafirmar a exigência de que seja respeitada a jurisdição de Cuba sobre este território, devolvendo-o a Cuba.
    - Reafirmar a exigência que a vontade soberana do povo cubano e a soberania e independência de Cuba sejam respeitadas e cessem todas as pressões e formas de ingerência dos Estados Unidos contra Cuba, pondo fim à política de “mudança de regime”.
    - Saudar a solidariedade de Cuba com povos e países ameaçados pelas ingerências e agressões imperialistas, como a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que defende a sua soberania face à desestabilização dos EUA.
    - Saudar, uma vez mais, o papel persistente de Cuba na defesa da Paz, de que é exemplo recente o seu empenho na Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de Paz efectuada pelos países da CELAC reunidos em Havana, Cuba, a 28 e 29 de Janeiro de 2014, que inclui o respeito absoluto da independência e soberania, do direito inalienável de qualquer Estado a decidir do seu sistema político, económico, social e cultural sem quaisquer ingerências; à igualdade e à reciprocidade.
    - Saudar a resistência, coragem e coerência de Cuba e do seu povo em defesa da sua causa patriótica e internacionalista, da sua Revolução, elemento de esperança para a luta dos povos pela liberdade, pelos direitos humanos, pela soberania, pela justiça e o progresso social, pela Paz.

    Acção Internacional pela Libertação – Bélgica
    Aliança pela Paz e Neutralidade - Irlanda
    Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa
    Associação de Paz da Turquia
    Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz
    Comité de Paz da Finlândia
    Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz
    Conselho da Paz Alemão
    Conselho de Paz do Chipre
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pela Paz – França

  • Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016