Outras Notícias

  • CPPC expressa condolências pelo falecimento de Roland Weyl 30-04-2021

      O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta profundamente o falecimento de Roland Weyl, no passado dia 20 de abril. Advogado, anti-fascista,...

  • Faleceu Carlos do Carmo 04-01-2021

    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

  • CPPC homenageia Rui Namorado Rosa e 70 anos de luta pela paz 17-03-2019

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...

  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu...

sanções

  • A Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou no lançamento, em Lisboa, da campanha de recolha assinaturas pela retirada da nota presidencial de Barack Obama, que reforçou as sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, considerando que esta representa uma "ameaça inusual e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos". Uma nota que consiste em mais um grave passo na continuada campanha de pressão e ingerência que os EUA têm dirigido contra o povo venezuelano.
    Nesta iniciativa participaram dezenas de portugueses e também de venezuelanos que se encontram no nosso país.
    Lembramos que pode apoiar esta iniciativa em www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

  • Acto Público pela Paz | Não à Guerra | Não às Sanções e Bloqueios | Lisboa

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  • Acto Público pela Paz | Não à Guerra | Não às Sanções e Bloqueios | Porto

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  • Agravamento de sanções dos EUA ao Irão é ato reprovável

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    O departamento de Estado norte-americano anunciou a imposição de novas sanções contra o Irão, no exato momento em que o país enfrenta um dos piores surtos do novo coronavírus no mundo, com cerca de 20 mil infecções e mais de um milhar de mortes.

    Esta foi a resposta da administração dos EUA aos apelos do governo iraniano e de diversas organizações pela suspensão das sanções de modo a que os iranianos pudessem aceder convenientemente a medicamentos, equipamentos e tratamentos clínicos.

    Várias organizações sociais consideram esta medida como terrorista, transformando um grave problema de saúde pública numa arma política e económica.

    Se as ilegais sanções promovidas pelos EUA e seus aliados sempre tiveram como principal alvo o povo Iraniano, o anuncio de novas sanções neste momento coloca completamente a nu a completa desumanidade da Administração dos EUA.

  • Ato público pela paz | Não à guerra, não às sanções e bloqueios!

    ato publico pela paz nao a guerra nao as sancoes e bloqueios 1 20210413 1989543977

    A paz é uma urgência do presente e uma exigência de futuro. A cada escalada de tensão, a cada prolongamento dos bloqueios, a cada nova sanção, a cada novo bombardeamento, cresce a importância da afirmação da defesa da paz.
    As organizações que se associam nos atos públicos pela paz que se realizam dias 14 e 15 de Abril, respetivamente, em Lisboa e no Porto, apelam ao fim da guerra, das sanções e dos bloqueios, e à promoção dos valores da paz, da solidariedade e da cooperação entre os povos como condição indispensável ao progresso da humanidade.
  • Basta de Guerra e de Agressão! Fim imediato de sanções e bloqueios

    a organizacao das nacoes unidas 1 20200512 1548129354

    À Organização das Nações Unidas

    Sr. António Guterres
    Secretario-geral da Organização das Nações Unidas

    A pandemia da COVID-19 e o seu impacto na situação económica e social exige a convergência de vontades e esforços ao nível internacional, para que estes sejam superados, no respeito dos direitos e da soberania dos
    povos de todo o mundo.

    Assume, pois, particular significado o importante exemplo de países, como a China, Cuba ou a Rússia, que escolheram, deste o primeiro momento, o caminho da solidariedade e da cooperação, enviando profissionais de saúde e equipamentos médicos para alguns dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.

  • CPPC condena sanções da UE contra a Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena as sanções contra a Venezuela aprovadas pela União Europeia no passado dia 13 e denuncia-as como uma violação grosseira do Direito Internacional e um ato de ingerência que mais não visa que procurar agravar a situação política, económica e social naquele país.

    Essas sanções surgem após a derrota sofrida pelos setores oposicionistas nas recentes eleições regionais venezuelanas, foram adotadas na sequência de medidas idênticas tomadas pelos EUA e da pressão exercida pela administração norte-americana sobre a UE, com um papel destacado do chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy.

  • Paz, progresso e soberania, foi também exigência no Porto

    paz progresso e soberania foi tambem exigencia no porto 1 20210420 2089729201

    No dia 15 de abril realizou-se, no Porto, junto à Casa da Música, a participada iniciativa pública “Sim à Paz! Contra a guerra, as sanções e bloqueios”, onde, por diversas vezes, muitas vozes se uniram para proclamar “Sim à Paz! Não à guerra” e manifestar a solidariedade a diversos povos e países a sofrer as graves consequências dessas ilegais, injustas e inadmissíveis políticas, destacando-se Cuba, Palestina, Síria e Sara Ocidental.
    Com uma significativa participação de jovens, incluindo a apresentadora Maria Inês Costa, ali se afirmou a defesa da paz, da amizade e da solidariedade entre os povos, dizendo não à guerra, aos bloqueios e às sanções, afirmando os valores da solidariedade e condenando as agressões que, em pleno contexto pandémico, continuam, confirmando que a última preocupação dos agressores – nomeadamente os Estados Unidos da América e os seus aliados- é para com os povos, a sua soberania, os seus direitos, o seu bem-estar.