Outras Notícias

O IRÃO NUCLEAR

Hans Blix, diplomata sueco, antigo presidente da Agência Internacional para a Energia Atómica (IAEA) e antigo inspector-chefe da ONU para as armas nucleares, escreveu o artigo “How do we stop Iran getting the bomb?” publicado no New Statesman, do qual algumas passagens foram transcritas por Samira Shackle no blogue www.newstatesman.com/blogs/the-staggers/2012/027nuclear-weapons-iran-former em 15 Fev e que constitui um inestimável contributo para os pontos de vista que defendi no GDH “Israel potência nuclear”, colocado na “Viagem dos Argonautas” em 6 Fev.

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NADA DEBILITARIA MAIS O IRÃO DO QUE A PERDA DA SÍRIA


texto de
Hernani Magalhães
da Direcção Nacional do CPPC
 
Para aqueles que costumam ridicularizar as “coincidências” e os “encadeamentos” assinalados, emitindo doutos pareceres com um sorriso nos lábios, enquanto falam dos “excêntricos” adeptos das teorias da conspiração, a frase que serve de titulo foi dita pelo Rei Abbdallah, conhecido ditador da Arábia Saudita, pais que é o principal financiador da Liga Árabe. Mas poderíamos trazer à luz do dia as declarações de inúmeros altos funcionários norte-americanos que, desde a derrocada do Shah Rezâ Pahlavi tem tido como objetivo central da sua atuação, a substituição do governo iraniano por outro da sua confiança (2009, The Brooking Institution, “Witch Path to Persia? Options for a new americam stategy toward Iran, de Kenneth Pollack/NSA, Bruce Riedel/CIA, etc. entre muitos outros!).

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Crise do capitalismo, questões sociais e paz

“Vivem-se tempos de crise”, tornou-se uma frase feita que se introduziu, traduzida em “estados de espírito”, na situação subjectiva (e instável) das massas.
 
Há sentimentos alastrados de pessimismo e de resignação, por vezes de revolta e desespero, alimentados pela instilação de “informação” criadora de conceitos e valores falsificados, de interpretações e pensamento únicos, da ideia de fatalidade e inevitabilidade.

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ILUSÃO CRUEL

O suspiro de alívio resultante do cessar-fogo em Gaza proclamado através do mundo pelo irmão muçulmano que preside ao Egipto, com o ámen da senhora Clinton e o habitual encolher de ombros do primeiro ministro de Israel, é uma ilusão com pés de mentira e cenário de manobras estratégicas cada vez mais complexas e, por via disso, de consequências seguramente mais imprevisíveis.

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Crise do capitalismo, corrida aos armamentos, guerra, luta pela paz… e coincidências

Estávamos mergulhados nuns trabalhos sobre Marx e O Capital, mas não deixávamos de ir dando resposta a outras solicitações. Vindas de fora, ou complementares, do foro pessoal. Até para respirar um pouco, vindo à tona…
 
Andávamos, portanto, lá pelos os anos 70 do século XIX (o Livro Primeiro de O Capital – o único de que Marx acompanhou a edição – foi publicado em 1867. E aconteceu que, como sempre, estávamos a pensar na “mercadoria”, na “mercadoria-armas”, na(s) guerra(s), na luta pela Paz.
 

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