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Ciclo da Paz

  • No domingo, 15 de Dezembro, no Porto, concluímos o II Ciclo da Paz - cinema e debates- com o filme “Soy Cuba” e uma palestra com a participação do Primeiro Secretário da Embaixada de Cuba em Portugal, Sr. Melne Martínez Hernández.

    Foi uma importante sessão, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, no Círculo Católico de Operários do Porto, com apoio da Confederação e outras organizações.

  • Uma delegação do Conselho Português para a Paz e Cooperação composta por Ilda Figueiredo e Carlos Carvalho, reuniu, ontem, na sede do STAL - Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, em Lisboa, com o seu presidente José Correia e os dirigentes Macário Dias e Fátima Amaral.

    Na reunião trocaram-se opiniões sobre a preocupante situação internacional e as ameaças à Paz bem como sobre a importância da luta dos trabalhadores pelo progresso social, a democracia e a paz.

    Decidiu-se intensificar a cooperação já existente, designadamente nas áreas da comunicação, da divulgação de tomadas de posição sobre temas comuns ao CPPC e ao STAL, sublinhando-se a vontade de aprofundar parcerias e iniciativas conjuntas, seja em torno do 40º aniversário da Constituição da República Portuguesa, seja da defesa da água pública ou da solidariedade internacional, entre outras.

     

     

  • saudacao ao 1 de maio 1 20200501 1478183581

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda os trabalhadores – mulheres e homens - que lutaram e lutam por um mundo mais justo, mais fraterno e mais solidário, em defesa das conquistas de Abril consagradas na Constituição da República Portuguesa, da liberdade, da democracia e da paz. Uma luta que assume uma particular importância num momento tão complexo como o que estamos a viver em que alguns procuram pôr em causa os direitos dos trabalhadores, incluindo o direito ao trabalho e outros importantes direitos e conquistas democráticas.

    O CPPC saúda de uma forma especial as iniciativas da CGTP-IN realizadas num contexto de grande dificuldade e com as limitações existentes, reafirmando que a Paz que defendemos é bem mais que a ausência da guerra. Implica a defesa dos direitos humanos fundamentais, do direito de todos os cidadãos disporem de condições de vida e de trabalho dignas; de uma justa distribuição da riqueza; de uma educação pública de qualidade e de um Serviço Nacional de Saúde para todos devidamente preparado material e humanamente; de emprego seguro, com direitos e justa remuneração; de proteção no desemprego; de pensões de reforma dignas; da proteção social na infância, na velhice e em situações de especial necessidade; do direito a uma habitação digna e a um ambiente sadio, do acesso à produção e fruição culturais, entre outros.

    O CPPC saúda os trabalhadores e os povos de todo o mundo, e em especial os que sofrem a violência da agressão militar, os que lutam pela sua liberdade e o seu direito soberano a escolher o seu caminho, os refugiados e deslocados que anseiam pelo direito a uma vida digna. A todos, manifestamos a nossa total e comprometida solidariedade.

    Pela Paz todos não somos demais!

    Direção Nacional do CPPC