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Dia Internacional da Paz

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    No Porto, o Dia Internacional da Paz foi assinalado no Clube dos Fenianos Portuenses numa iniciativa que contou com uma atuação musical, que encantou os presentes com algumas canções e músicas de intervenção interpretadas pelo grupo "Uma vontade de música", dirigido por Guilhermino Monteiro.

    Seguiram-se as intervenções do jornalista Alfredo Maia que se referiu à preocupante evolução da situação no mundo, dando alguns exemplos do Médio Oriente e de África, demonstrando as responsabilidades dos EUA e de países da União Europeia, designadamente com o negócio das armas, como tem acontecido com as vendas à Arábia Saudita e a Israel que depois as utilizam para massacrar populações indefesas.

  • Assinalando o Dia Internacional da Paz, 21 de Setembro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou em Silves na inauguração da exposição “Artistas pela Paz”.

    A exposição, de entrada livre, está patente no edifício dos Paços do Concelho, desde 21 de setembro e até 19 de outubro. A exposição é coorganizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), a Câmara Municipal de Silves e a PAS – Peace and Art Society.

    São mais de duas dezenas os artistas que se associaram a esta mostra com trabalhos de pintura, técnica mista e desenho.

    A exposição percorrerá, nos próximos meses, outras cidades algarvias.

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  • No Auditório Municipal Lourdes Norberto (Linda – a –Velha) realizou-se no dia 21 de Setembro uma Sessão Comemorativa do Dia Internacional da Paz.

    Na sessão - debate Intervieram Carlos Carvalho da Direcção Nacional do CPPC, Amilcar Campos activista do CPPC, Augusto Flor Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Recreio, Cultura e Desporto e Célia Portela da União dos Sindicatos de Lisboa / CGTP-IN, seguida de um animado debate com os participantes. Ao que se seguiu um acto cultural em que foi declamada poesia por Armando Caldas e Fernando Tavares Marques e um momento musical com a intervenção do cantor Batista.

     

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    Alarguemos a acção pela paz,
    pelo desarmamento, pela solidariedade

    Neste Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma o seu compromisso de sempre de agir com todos quantos, na sua acção quotidiana, defendem os valores da paz, do desarmamento, do respeito pela soberania dos Estados e dos povos e a solidariedade com todos os que, por esse mundo fora, se batem pelo respeito do direito a decidir livremente do seu próprio futuro e pelo progresso social.

    A actual situação internacional, marcada por imensos riscos para a paz e segurança mundial, coloca a necessidade de uma ampla convergência de vontades em defesa da paz, pelo desanuviamento das relações internacionais, pelo respeito da soberania dos povos e da independência dos Estados, conforme preconizado na Carta das Nações Unidas e no direito internacional, pelo progresso, pela solidariedade, pela rejeição das guerras de agressão, pelo fim da corrida aos armamentos, pela abolição das armas nucleares, pelo encerramento das bases militares estrangeiras, pelo fim dos blocos político-militares, pelo fim da política de chantagem, de ingerência, de bloqueios e de sanções nas relações internacionais.

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    No âmbito da decisão tomada pela Assembleia Mundial da Paz, ocorrida no Brasil e reafirmada pela Reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP) na Europa, ocorrida em Berlim, de assinalar o Dia Internacional da Paz com iniciativas contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva, e contra as bases militares estrangeiras, as organizações membro do CMP na Europa unem-se e contribuem para o sucesso deste Dia de Acção ao, entre outras actividades, colectivamente redigirem e divulgarem o "Apelo aos povos da Europa - Dar mais força à luta pela paz! - 21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras"

     

    21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras

    As organizações membro do Concelho Mundial da Paz na Europa decidiram celebrar o Dia Internacional da Paz — proclamado pelas Nações Unidas para o dia 21 de Setembro — unindo as suas vozes num apelo aos povos da Europa para dar mais força à luta pela paz!

    Os povos da Europa e de todo o Mundo enfrentam a crescente agressividade global do imperialismo, a escalada do militarismo, o aumento da despesa militar, a corrida por novas, mais sofisticadas e destrutivas armas, incluindo armas nucleares, a instalação de novas forças militares e equipamentos em bases

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  • O CPPC participou, no passado dia 16 de Setembro num debate que se seguiu à exibição do filme "War: 7 billion Others" (Goodplanet Foundation), no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras. A sessão inseria-se nas comemorações do Dia Internacional da Paz, promovidas pela biblioteca em conjunto com a Plataforma Portuguesa de ONGD.

     

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  • No âmbito das comemoraçoes do Dia Internacional da Paz o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no dia 22 de Setembro, na Biblioteca Publica Municipal de Setúbal, a sessão “Situação Internacional e a Luta pela Paz.

    Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do CPPC dirigiu a sessão que contou com a presença de dezenas de pessoas, onde se destaca a presença da Exma. Srª. Presidente da Câmara Maria das Dores Meira, em representação da Câmara Municipal de Setúbal, através de quem foi agradecido o apoio dado pelo município à iniciativa em concreto e ao CPPC no caminho partilhado de luta pela paz.

    Foram abordados vários temas como a indústria do armamento e o papel central dos EUA nesse mercado, a questão Palestina com destaque para os ataques recentes à Faixa de Gaza e a questão da Cimeira da Nato, realizada ainda este mês no Reino Unido onde, por exemplo, os países membro acordaram aumentar as suas despesas militares.

  • Integrado nas acções que assinalaram o Dia Internacional da Paz, o CPPC e a UPP inauguraram, no Porto, no dia 20 de Setembro a exposição " Construir a Paz com os valores de Abril". Seguiu-se um animado debate sobre a situação internacional, com dezenas de pessoas, tendo-se registado diversas intervenções que alertaram para os perigos existentes nesta fase de intensificação das agressões imperialistas dos EUA, da NATO e de diversos países da União Europeia. O Debate foi coordenado por Joana Espain Oliveira do Núcleo do Porto do CPPC e que contou com a participação de Sérgio Vinagre, médico e director da Universidade Popular do Porto e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC.

    No final, houve um convívio , depois do apelo feito a que haja mais aderentes nesta luta pela paz, pois todos não somos demais!

     

  • A 21 de Setembro assinala-se o dia Internacional da Paz, declarado pela ONU, a 30 de Novembro de 1981, como o dia da não-violência e cessar fogo em todo o mundo, o dia em que, para além de se pensar ou falar em Paz entre os povos, deve-se agir em prol da Paz, enquanto factor indispensável ao progresso, ao desenvolvimento e justiça social.

    Num ano em que se intensificou o aumento de conflitos, bloqueios, ingerências externas, repressão contra povos e subversão do direito internacional, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma o seu empenho e o seu compromisso no reforço do movimento da Paz em Portugal, continuando a denunciar e a combater as crescentes injustiças e todas as formas de opressão dos povos, defendendo o cumprimento do artigo 7º da Constituição de Abril e o espírito da Carta da ONU.

    A Paz só é tangível quando todos os povos tiverem o direito ao bem estar, à alimentação, à água, à saúde, à habitação, à educação, ao trabalho, à cultura, ao lazer e à recreação, a um ambiente saudável, à liberdade, à soberania, à justiça e ao desenvolvimento económico, sendo estas condições essenciais a uma vida digna e estável. Assim, as populações devem exigir dos seus governos uma política de Paz, solidariedade e cooperação, em que sejam respeitados os direitos dos povos e as suas liberdades fundamentais, a igualdade entre os Estados e a soberania e independência dos países, apelando também a soluções pacíficas dos conflitos internacionais.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala este dia participando em diversas iniciativas, a começar a 20 de Setembro, com a realização de uma conversa sobre o dia Internacional da Paz e a inauguração da exposição “Construir a Paz com os valores de Abril” na Universidade Popular do Porto.
    Prossegue, de 21 a 28 de Setembro, na Junta da União das Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova, onde se realiza a Semana da Paz e será divulgada a exposição “Construir a Paz com os valores de Abril", que contará, no dia 21 de Setembro, às 17:00, na Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova, com a participação da Presidente da Direcção do CPPC numa tertúlia sobre a Paz.

    Por fim, dia 22 de Setembro na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, pelas 21:00, será debatido o tema “A situação internacional e a luta pela Paz” também com a participação da Presidente da Direcção do CPPC.

    Direcção do CPPC

  • Comemora-se hoje o Dia Internacional da Paz, iniciativa lançada pelas Nações Unidas em 1981. Associando-se à comemoração deste dia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação está ciente da sua importância e da absoluta necessidade de, no tempo em que vivemos, unir esforços e vontades para defender a Paz, intervir contra a guerra, a militarização das relações internacionais, a corrida aos armamentos, e pelo desarmamento, a dissolução dos blocos político-militares e relações internacionais baseadas na cooperação e na amizade entre os povos e no respeito pela soberania e independência dos Estados.

    A luta pela Paz ganha hoje redobrada actualidade dada a multiplicação de ingerências, agressões e conflitos, que estão a provocar a morte, o sofrimento e a destruição em muitos pontos do mundo, incluindo o maior número de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, na sua maioria provenientes precisamente dos países vítimas da guerra e agressão externas, como a Síria, o Iémen, a Líbia, o Iraque, o Afeganistão, a Ucrânia, a Palestina, entre outros.

  • Em poucos momentos, como neste tempo que vivemos, terá sido tão importante assinalar o Dia Internacional da Paz – proclamado em 1981 pelas Nações Unidas –, dadas as múltiplas e graves ameaças à paz com que os povos, com que a Humanidade está actualmente confrontada.

    É impossível não constatar o incremento do militarismo, da corrida a novas e mais sofisticadas e destruidoras armas, incluindo nucleares, da instalação de novas forças e meios militares, que os Estados Unidos e a NATO estão a promover na Europa e, um pouco, por todo o Mundo – países que, só por si, representam já cerca de metade das despesas militares no mundo.

    As inúmeras operações de ingerência e de desestabilização contra Estados soberanos, as guerras de agressão e ocupação, sucedem-se em vários pontos do globo, seja no Médio Oriente, na Ásia Central ou em África, mas também na Europa – Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Iémene, Ucrânia... são palavras que entraram no quotidiano das nossas vidas e que representam nestes países morte, sofrimento e destruição para milhões e milhões de seres humanos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participará das comemorações do Dia Internacional da Paz, próxima 4ª feira 21 de Setembro, em Rio Maior.

     

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    O CPPC participará pelas 15h00 do dia 21 de Setembro na Sessão Evocativa do Dia Internacional da Paz, que decorrerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho em Soure.

    Nesta sessão, que se insere nas Festas de São Mateus, promovidas pelo município, e que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Soure, Dr. Mário Jorge Nunes e da presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, será inaugurada a exposição "Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!".

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    No dia 21 de Setembro a Câmara Municipal de Soure decidiu assinalar o Dia Internacional da Paz, tal como foi decidido pelo Movimento dos Municípios pela Paz de que faz parte.

    No átrio foi inaugurada a exposição "Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!" que chama a atenção para a luta contra as armas nucleares e a campanha pela assinatura e ratificação do Tratado contra as armas nucleares, que foi cedida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), e que poderá seguir para as escolas do concelho.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações do Dia Internacional da Paz em Rio Maior, no passado dia 21 de Setembro.

    Ao longo do dia várias iniciativas, envolvendo escolas, associações e artistas locais, assinalaram em diversos locais da cidade a efeméride.

    No cineteatro municipal foi inaugurada a exposição do CPPC “Construir a Paz com os Valores de Abril” que ficará patente ao público na Biblioteca Municipal de Rio Maior até o final do mês.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a Câmara Municipal do Seixal assinalaram o Dia Internacional da Paz, 21 de Setembro, com uma acção de rua com a participação do grupo de percussão “Toca a Rufar”, junto à Baía do Seixal, seguida de uma sessão na Quinta da Fidalga dirigida por Maria José Cantarinha da direcção nacional e membro do núcleo local do CPPC.

    Na mesa estiveram ainda Joaquim Santos, Presidente da Câmara Municipal do Seixal e Gustavo Carneiro da direcção nacional do CPPC, cuja intervenção focou a actualidade e premência da luta pela Paz, no actual contexto de instabilidade internacional. Tema incontornável foram as anunciadas manobras da NATO, a realizar em Portugal, Espanha e Itália entre 3 de Outubro e o início de Novembro de 2015, envolvendo mais de 40 países e mais 25 mil efectivos, e a necessidade de, em coerência com a defesa da Paz e dos preceitos da Constituição da República Portuguesa, nomeadamente do seu artigo 7º, contestar activamente a realização destas manobras belicistas e exigir a disolução desse bloco politico-militar.

    O Presidente da Câmara Municipal do Seixal, evocou ainda a experiência de vários munícipios portugueses com a criação das Zonas Livres de Armas Nucleares (ZLAN), afirmando a disponibilidade do município para a participação em iniciativas semelhantes de defesa da Paz. Os 65 anos decorridos após a assinatura do Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares e os 40 anos da Acta de Helsínquia, foram também temas abordados.

    No local esteve patente a exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril", iniciativa do CPPC que teve o apoio da Câmara do Seixal e foram recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172) contestando a realização das manobras da NATO, texto lançado por um conjunto de organizações portuguesas.