Outras Notícias

Lisboa

  • Culminando uma campanha em defesa da Paz e de denúncia da NATO e dos objectivos belicistas da sua cimeira de Bruxelas, "Sim à Paz! Não à NATO!", subscrita por 28 organizações portuguesas, muitos foram os activistas que percorreram ao final da tarde de dia 24 as ruas da baixa lisboeta exigindo a dissolução da NATO, o fim da corrida aos armamentos e das bases militares estrangeiras, o desarmamento.

    A campanha que contou com iniciativas em várias outras cidades do país, nomeadamente com a distribuição de milhares de documentos, foi expressão do desejo de paz e repúdio pela NATO, enquanto bloco político-militar agressivo caracterizado como a maior ameaça à paz mundial.

    A acção, convocada pelo conjunto das organizações e movimentos subscritores, decorreu sob palavras de ordem como "Sim à Paz! Não à NATO", "Defender a Constituição! NATO não!", "Trabalho sim! Guerra Não", entre outras, e decorreu na véspera da cimeira da NATO em Bruxelas ao mesmo tempo que, na capital belga, milhares de pessoas faziam também ouvir a sua voz em defesa da paz, onde também participava uma delegação do CPPC.

    No final, intervieram representantes da CGTP-IN, do MDM, da Associação «Projecto Ruído» e do CPPC.

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    Ontem, dia 9 de Julho em Lisboa, a campanha "Sim à Paz! Não à NATO!", realizou um acto público em Lisboa continuando a denúncia da NATO e dos objectivos belicistas da sua cimeira de Bruxelas, que terá lugar nos dias 11 e 12 deste mês. Muitos foram os activistas que percorreram ao final da tarde as ruas da baixa lisboeta exigindo a dissolução da NATO, o fim da corrida aos armamentos e das bases militares estrangeiras, o desarmamento geral e controlado e o respeito por parte das autoridades portuguesas, dos princípios constitucionais, nomeadamente com o estabelecimento de um política externa de paz e cooperação.

    O acto, convocado pelo conjunto das organizações e movimentos subscritores, decorreu sob palavras de ordem como "Sim à Paz! Não à NATO", "Defender a Constituição! NATO não!", "Trabalho sim! Guerra Não", entre outras.

  • O CPPC participou nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.

    Aderentes e amigos do CPPC desceram a Avenida da Liberdade com uma faixa onde se podia ler "Pela Paz, por Abril!", tendo distribuido centenas de documentos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) esteve na rua, em Lisboa e noutras cidades do país, no passado dia 16 de Maio, a distribuir um documento de solidariedade com os refugiados.

    O assinalar de um dia de acção contra a guerra e em solidariedade com os refugiados a 16 de Maio, em vários países europeus, surge na sequência de uma decisão de organizações membro do Conselho Mundial da Paz na Europa, reunidas em Almada no passado mês de Março.

    Esta iniciativa insere-se num conjunto mais vasto de outras actividades, designadamente colóquios e debates, em torno das causas e responsáveis por esta situação, considerando que a solidariedade aos refugiados é um imperativo de respeito pelos mais elementares direitos humanos. É necessário denunciar as causas e os responsáveis que levam tantos homens, mulheres e crianças a arriscar a vida à procura de refúgio. E essas causas estão nos inúmeros conflitos, ingerências e guerras de agressão a estados soberanos, levadas a cabo por EUA, Nato e seus aliados, designadamente na Europa.

    Com estas iniciativas, o CPPC apela à Paz e à solidariedade.

  • O CPPC realizou hoje, 1 de Fevereiro, no Chiado em Lisboa uma conferência de imprensa sobre a campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Enquanto decorria a conferência de imprensa, activistas do CPPC distribuíram folhetos e recolheram assinaturas para a petição promovida pela campanha.

    O comunicado de imprensa:

  • A «Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional» foi o tema do debate promovido pelo CPPC no dia 20, na Casa do Alentejo, perante uma numerosa audiência. Na mesa, estiveram Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC, o jornalista José Goulão e o major-general na reserva Pedro Pezarat Correia.

    Na intervenção inicial, Ilda Figueiredo adiantou que, com este debate, o CPPC procurava contribuir para o aprofundamento da análise da situação internacional decorrente da eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA, não esquecendo o contexto em que esta decorreu, quer nos próprios EUA quer no resto do mundo. Esta situação, lembrou, era e é marcada pela persistência e agravamento da profunda crise económica e social, por uma grande incerteza e instabilidade e pela proliferação de conflitos, sobretudo no Médio Oriente e em África.

  • Em Lisboa, mais de uma centena de pessoas participaram ontem, dia 19 de Setembro, no acto público "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!".
     
    O desfile iniciou-se junto aos Armazéns do Chiado e terminou no Largo Camões onde foi aprovada por unanimidade a seguinte moção:
     
    "PELA PAZ! NÃO À AGRESSÃO À SÍRIA!
     
    Assistimos a um prolongado conflito na Síria, que tendo aparentemente surgido a partir de manifestações de insatisfação social, rapidamente foi apropriado por organizações subversivas armadas
  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboa, da manifestação convocada pela CGTP-IN para comemorar o Dia do Trabalhador, sob o lema "Abril e Maio de novo com a força do povo". Durante o percurso os activistas do CPPC distribuíram centenas de exemplares do mais recente Notícias da Paz.
    O CPPC marcou ainda presença com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações do 1º de Maio promovidas pela CGTP-IN em Lisboa.

    Activistas do CPPC desfilaram com uma faixa e distribuíram o mais recente número do Notícias da Paz.

    O CPPC esteve ainda presente ao longo do dia, na Alameda Dom Afonso Henriques, com uma banca onde os interessados puderam contactar com o CPPC, com as suas posições e materiais.

  • O CPPC participou nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa. Durante o desfile, ao longo da Avenida da Liberdade, foram distribuídos centenas de exemplares do mais recente "Notícias da Paz".

  • PELA PAZ, POR ABRIL! - TODOS NÃO SOMOS DEMAIS!

    O CPPC participou nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.

    Aderentes e amigos do CPPC desceram a Avenida da Liberdade com uma faixa onde se podia ler "Pela Paz, por Abril! Todos não somos demais", tendo distribuído centenas de documentos.

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    Importante iniciativa sobre “ A Actualidade do Apelo de Estocolmo. A Ameaça Nuclear 65 Anos Depois" na Casa da Paz

    Em vésperas de abertura da conferência da ONU, em Nova York, sobre o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, em 21/4/2015, uma sessão na Casa da Paz, em Lisboa, onde se assinalou a comemoração do 65º aniversário do Apelo de Estocolmo.

    Na abertura da iniciativa intervieram: Ilda Figueiredo - Presidente da direcção do CPPC; Frederico Carvalho – Investigador; Manuel Simões - Liga Operária Católica; Rui Namorado Rosa - Vice-presidente da direcção do CPPC e Sérgio Ribeiro – Economista.

  • A presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ilda Figueiredo, participou, ontem, numa acção de sensibilização para a importância da luta pela paz dirigida aos participantes da reunião do Conselho Regional de Delegados da Direcção Regional de Lisboa do STAL.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação realiza um almoço convívio no próximo dia 18 de Março pelas 13h na Rua Víctor Cordon, nº1.

    Refeição completa (10 CPPCs)

    Ementa

    • Creme de Legumes
    • Bacalhau Cremoso ou Strogonoff de Peru ou Lasanha Vegetariana
    • Fruta, Gelatina, Mousse de Chocolate ou Mousse de Manga
    • Café

    Inscrições e informações pelo email Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar. ou pelo telefone 213 863 575 até o dia 16 de Março.

    Participa, divulga traz um amigo!

  • dia do trabalhador 2014 2 20140504 1997945126

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) chama a atenção e repudia o constante desrespeito que Governo e Presidente da República demonstram pelos portugueses, pela Constituição da República Portuguesa (CRP) e pelas leis do Estado.

    O CPPC considera ser urgente pôr fim a uma política externa, marcada pela total subserviência aos interesses e políticas belicistas da NATO, dos Estados Unidos da América e da União Europeia, em total desrespeito pela Constituição da República, que leva o nosso país a um alinhamento com aqueles na violação do direito internacional,

  • O CPPC realizou no passado sábado, uma Assembleia da Paz onde foram aprovados o Relatório de actividades e a conta de gestão relativos ao ano de 2016.

    Após a Assembleia houve um momento de discussão e análise da actualidade internacional, com a intervenção de várias organizações e activistas presentes, onde ficou sublinhada a necessidade de fortalecer o movimento e a luta pela Paz, ao qual se seguiu um animado almoço convívio.

  • A Assembleia da Paz do CPPC, realizada no sábado, 16, de manhã nas instalações da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, em Lisboa, projectou a acção em prol da paz e da solidariedade para o próximo biénio. A defesa da paz e do desarmamento, a exigência de dissolução da NATO e do fim das bases militares estrangeiras, a solidariedade aos povos que se batem pela seu direito ao desenvolvimento soberano e a luta por uma política externa portuguesa coerente com o espírito e a letra da Constituição da República Portuguesa são eixos prioritários da acção do CPPC.