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Não aos exercícios Militares da NATO

  • Realizou-se, na passada segunda-feira, em Lisboa, um Colóquio da campanha "Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO".

    A iniciativa, que começou com poesia dita por Manuel Diogo e Rui Lopo, contou com intervenções de Augusto Praça da CGTP-IN, Ana Souto do MDM, Ricardo Brites da Associação de Estudantes do ISEL e Rui Rosa do CPPC.

  • Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO!

    Participa e divulga!

    24 de Outubro - 15h - LISBOA

    Desfile

    Rua do Carmo até à Praça Luís de Camões

     

  • Assinalando o Dia Internacional da Paz, o CPPC em conjunto com outras organizações subscritoras da campanha em defesa da Paz "Não aos Exercícios Militares da NATO", efectuaram uma distribuição de documentos no interface de transportes públicos do Cais do Sodré em Lisboa.

    No local também foram recolhidas assinaturas para o abaixo assinado contra as manobras da NATO (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172).

     

  • nao aos exercicios militares da nato na europa 1 20200608 1665373134

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera inaceitável que a NATO, indiferente à situação da pandemia da Covid-19 e às suas consequências para os povos na Europa e no mundo, insista na realização das manobras militares NATO BALTOPS, de 7 a 16 de junho, no mar Báltico, envolvendo milhares de soldados e um vasto conjunto de navios e aeronaves militares.

    De acordo com a informação disponibilizada pelo quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO (STRIKFORNATO), com sede em Oeiras, este exercício “envolve a participação de 19 países”, “29 navios, 29 aeronaves e cerca de 3.000 militares” desenvolvendo “operações de defesa aérea, guerra antissubmarina, interdição marítima e de contramedidas de minas”.

    Participam no BALTOPS militares e meios bélicos do Canadá, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. No caso de Portugal, serão 15 os militares que vão participar.

  • No momento em que se vão iniciar os maiores exercícios militares da NATO das últimas décadas, com o envolvimento directo de Portugal, Espanha e Itália, divulgamos o texto já subscrito por 29 organizações portuguesas, comprometidas com a causa da Paz, da cooperação, do progresso e da justiça social, que contestam a realização destes exercícios bélicos.

  • No quadro do reforço do seu carácter agressivo e expansionista, a NATO realiza entre 4 de Outubro e 6 de Novembro, em Portugal, Espanha e Itália, os maiores exercícios militares das últimas décadas. Estes exercícios ocorrem num momento em que se multiplicam situações de tensão, de conflito e de guerra, inclusive na Europa, e aumentam a insegurança e a instabilidade internacionais.

    Comprometidas com a causa da Paz, da cooperação, do progresso
    e da justiça social e repudiando a realização destas manobras, que envolvem território nacional e forças militares portuguesas, dezenas de organizações das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para dar expressão pública à rejeição da participação das forças portuguesas em agressões militares da NATO a outros povos; à urgência da dissolução da NATO, do fim das armas nucleares e de extermínio em massa, do fim das bases militares estrangeiras e do desarmamento geral e controlado; e à reclamação perante as autoridades portuguesas do cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional, pela soberania dos Estados e pela igualdade de direitos dos povos.

    Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO

  • sao necessarios recursos para combater a pandemia nao a realizacao dos exercicios militares da nato 1 20200326 1694036655

    A NATO anunciou para este ano a realização na Europa, incluindo em Portugal, de um dos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos, a ter lugar de forma faseada e em diversos países deste bloco político-militar de cariz agressivo.

    Devido à pandemia da COVID-19, a NATO decidiu manter a sua realização, reduzindo a dimensão e adiando alguns dos exercícios.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera que a insistência da NATO na realização destes exercícios reveste-se de uma tão maior gravidade, quando em diversos países da Europa a população está a sofrer os efeitos da crise pandémica, seja no plano da saúde, seja no plano económico e social, e se impõe a mobilização de recursos para impedir o seu alastramento e apoiar as pessoas afetadas e os países em maior dificuldade.

  • Lê o folheto: http://issuu.com/sim_a_paz/docs/folheto_fv

     

  • A alegria da luta pela Paz em Lisboa

    Foi com alegria e combatividade que este Sábado, 24 de Outubro, se realizou, em Lisboa, o desfile da campanha "Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO", promovida por mais de trinta organizações portuguesas.

    O desfile, que terminou na Praça Luís de Camões, foi seguido de intervenções de Augusto Praça da CGTP-IN, Vítor Silva do MPPM, Ana Souto do MDM, Ricardo Brites da associação de estudantes do ISEL e Ilda Figueiredo do CPPC, contou ainda com a música de Luís e Francisco, Duarte e Sebastião Antunes e com poesia dita por Fernanda Lapa.

  • No Cais do Sodré, em Lisboa, activistas da Paz efectuaram uma acção de distribuição de documentos e recolha de assinaturas contra as manobras militares da NATO.

  • Lê o jornal: http://issuu.com/sim_a_paz/docs/jornal_net

     

  • Esta segunda-feira, no Porto, largas dezenas de activistas da Paz, participaram numa iniciativa pública que denunciou os exercícios militares da NATO que estão a decorrer em Portugal, Espanha e Itália até ao próximo dia 6 de Novembro.

    As intervenções de Tiago Oliveira (USP/CGTP), de Olga Dias( MDM) e Ilda Figueiredo (CPPC) repudiaram a realização dos exercícios militares da NATO, a participação das forças portuguesas em agressões militares da NATO a outros povos, afirmando ser urgente a dissolução da NATO, o fim das armas nucleares e de extermínio em massa, o fim das bases militares estrangeiras, defendendo o desarmamento geral e controlado e exigindo o respeito pela Constituição da República e da Carta das Nações Unidas. Distribuiram-se cerca de mil documentos "Sim à Paz, Não aos exercícios militares da NATO"

     

  • sim a paz nao a nato nao a cimeira belicista da nato em londres 1 20191126 1728380553

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – realiza uma cimeira nos dias 3 e 4 de Dezembro, em Londres, onde se assinalará, uma vez mais, os 70 anos da criação desde bloco político-militar belicista.

    À semelhança de cimeiras anteriores, falar-se-á muito em «paz» e «segurança», mas as decisões que serão tomadas apontarão para o aumento das despesas militares, para novos e mais sofisticados armamentos, para o militarismo e a guerra.

    Recorde-se que desde a sua formação em 1949, que incluiu Portugal, na altura sob uma ditadura fascista, a NATO é um instrumento ao serviço da política externa dos Estados Unidos da América e do seu complexo militar-industrial.

  • Organizações de vários países manifestam-se contra as manobras militares da NATO, com início marcado para dia 3 de Outubro.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação divulga posição que se encontra a ser subscrita a nível internacional.

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  • O apelo à participação na Manifestação convocada para o próximo sábado, dia 24, pelas 15h00, em Lisboa, da Rua do Carmo até à Praça Luís de Camões, de repúdio pela realização dos Exercícios militares da NATO, a decorrer em Portugal, Espanha e Itália até 6 de Novembro, foi o tema da apresentação de Fernando Casaca, actor e Director do Teatro do Elefante, que animou a Tribuna Pública que ocorreu nesta terça-feira, dia 20, na Praça do Bocage, em Setúbal.

    As intervenções das organizações presentes, pela voz de Baptista Aves (CPPC), Luís Leitão (CGTP-IN), Bernardina Barradas (MDM), Pedro Soares (URAP), Filipe Narciso (AAPC), Nuno Lopes (ACR) e Paulo Costa (JCP), contra as manobras em curso em Santa Margarida e Beja, e em Setúbal/Tróia assumidas como plataforma portuária da entrada de viaturas e outros equipamentos e meios militares, . foram acompanhadas pelo testemunho de André Martins, Vice-Presidente da edilidade.

    O empenho na defesa dos Valores de Abril, da Paz e Independência Nacional, no respeito pela Constituição da República, na solidariedade e cooperação com os povos de todo o Mundo foi reafirmado pelos presentes.