Outras Notícias

solidariedade

  • Parar a guerra! Dar uma Oportunidade à Paz! - CONCENTRAÇÃO EM LISBOA

    cartaz lisboa parar a guerra

    No próximo dia 16 de Fevereiro, vai realizar-se uma Concentração em defesa da Paz, em Lisboa, no Largo de Camões.
    Conhece o apelo aqui: shorturl.at/mrENY
    Convidamos todos os amantes da Paz a participar! 🕊
  • Parar a guerra! Dar uma Oportunidade à Paz! - CONCENTRAÇÃO EM SETÚBAL

    cartaz setubal parar a guerra

    No próximo dia 16 de Fevereiro, vai realizar-se uma Concentração em defesa da Paz, em Setúbal, no Largo da Misericórdia.
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    Convidamos todos os amantes da Paz a participar! 🕊
  • Parar a guerra! Dar uma Oportunidade à Paz! - CONCENTRAÇÃO NO PORTO

    cartaz porto parar a guerra

    No próximo dia 18 de fevereiro, às 16h00, vai realizar-se uma concentração em defesa da Paz, na Praça da Batalha, no Porto.
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    Convidamos todos os amantes da Paz a participar! 🕊
  • Parar a guerra! Dar uma Oportunidade à Paz! - CORDÃO PELA PAZ EM COIMBRA

    cartaz coimbra parar a guerra

    No próximo dia 17 de Fevereiro, vai realizar-se um Cordão Pela Paz em Coimbra. Terá início no Largo da Portagem e terminará na Praça 8 de Maio.
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    Convidamos todos os amaimagem.pngntes da Paz a participar! 🕊
  • Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz! | Couço

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    Também no Couço, dia 10 de Março no Jardim 25 de Abril às 17h30, se vai afirmar que é necessário Parar a Guerra, Dar uma Oportunidade à Paz!

  • Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz! | Évora

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    Também em Évora, dia 10 de Março no Largo de Camões às 18h00 se vai afirmar que é necessário Parar a Guerra, Dar uma Oportunidade à Paz!
    🕊🕊
  • Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz! | Viseu

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    Também em Viseu, dia 10 de Março no Rossio às 17h, se vai afirmar que é necessário Parar a Guerra, Dar uma Oportunidade à Paz!
    🕊🕊
  • Parem a desestabilização, a guerra e a pilhagem dos recursos. Solidariedade com os Refugiados

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

    14 de Setembro 18h - Praça da Liberdade (Porto) - junto à estátua do ardina

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    União dos Sindicatos do Porto

     

  • Participação na manifestação convocada pela CGTP em Lisboa

    O CPPC participou, hoje, na manifestação convocada pela CGTP-IN em Lisboa. Os activistas da Paz desfilaram com uma faixa com a exigência do fim à ocupação da Palestina.
    Durante o percurso foram distribuídos centenas de documentos, em que se fazia o apelo à participação na sessão de solidariedade que se realizará na Casa do Alentejo, em Lisboa, no próximo dia 29 pelas 18h30.

     

     

  • Participação na manifestação do Movimento Democrático de Mulheres | Porto

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente na manifestação do MDM - Movimento Democrático de Mulheres, no Porto, no passado sábado dia 5 de Março reafirmando a sua solidariedade com a luta das mulheres, que desde sempre estiveram também presentes na luta pela Paz! 🕊🕊

  • Participação numa Mesa redonda das Jornadas de Medicina Interna

    No passado fim de semana, a presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, em representação, participou numa Mesa redonda das Jornadas de Medicina Interna promovidas pela Sociedade de Médicos de Medicina Interna, que decorreram em Viseu.

    Ilda Figueiredo abordou as causas e os responsáveis da situação dos refugiados e defendeu o cumprimento do Direito Internacional, da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, para pôr fim às guerras, defender a negociação política para a resolução dos conflitos, a solidariedade com os refugiados , a paz e o progresso da humanidade.

  • Paz e Igualdade, conversa em VN Gaia

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    Realizou-se no Espaço Paz, em VN de Gaia, no passado dia 28 de julho, uma conversa sobre "Paz e Igualdade" em que intervieram António Rocha, especialista em redes sociais, Agostinho Santos, pintor e jornalista e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC.
    Estiveram em debate as preocupações centrais do momento presente, com crescimento de desigualdades em Portugal e no mundo, o que é um perigo para a paz e está a ser aproveitado pelos inimigos da democracia para tentar pôr em causa os alicerces do estado democrático, esquecendo a Constituição da República Portuguesa e o Direito Internacional.
    Mas foi também sublinhado que é fundamental pugnar pelo reforço da educação para a paz e da cultura da paz, na defesa dos valores de Abril, incluindo a defesa dos serviços públicos fundamentais, o progresso social, a dignidade humana, a justiça e a igualdade, questões essenciais para salvaguardar a paz e o futuro da humanidade, Foi particularmente evocado o empenhamento, o papel e o contributo dos democratas, dos professores, dos artistas e de todos os amigos da paz, apelando-se a uma intervenção cada vez maior na defesa destes valores da igualdade, da democracia, da liberdade, do progresso social e da paz.
  • Paz, justiça e progresso social

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    No passado dia 18 de Fevereiro, na sede da CGTP-IN, uma delegação da Direção Nacional do CPPC ( Ilda Figueiredo, Filipe Ferreira, Carlos Carvalho e Joaquim Mesquita) reuniu com uma delegação da CGTP-IN que incluiu a Secretária-Geral, Isabel Camarinha, e o responsável pela área internacional, João Barreiros. Na reunião trataram-se diversos aspetos da intervenção convergente e conjunta nas áreas da paz e da solidariedade, tendo sido dado particular destaque à preparação do Encontro pela Paz, a realizar no próximo dia 5 de Junho, em Setúbal, tendo por lema " Pela Paz todos não somos demais", promovido por 12 organizações e entidades, entre as quais o CPPC e a CGTP-IN.
    Como se salientou na reunião, a paz é essencial para que haja desenvolvimento e progresso social, sendo também certo que só haverá paz no respeito pelos direitos dos trabalhadores e das populações, com garantia de emprego com salários dignos e plena satisfação das funções sociais do estado, através de serviços públicos essenciais dando as respostas necessárias em áreas como saúde, educação, habitação, segurança social e cultura.
  • Paz, progresso e soberania, foi também exigência no Porto

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    No dia 15 de abril realizou-se, no Porto, junto à Casa da Música, a participada iniciativa pública “Sim à Paz! Contra a guerra, as sanções e bloqueios”, onde, por diversas vezes, muitas vozes se uniram para proclamar “Sim à Paz! Não à guerra” e manifestar a solidariedade a diversos povos e países a sofrer as graves consequências dessas ilegais, injustas e inadmissíveis políticas, destacando-se Cuba, Palestina, Síria e Sara Ocidental.
    Com uma significativa participação de jovens, incluindo a apresentadora Maria Inês Costa, ali se afirmou a defesa da paz, da amizade e da solidariedade entre os povos, dizendo não à guerra, aos bloqueios e às sanções, afirmando os valores da solidariedade e condenando as agressões que, em pleno contexto pandémico, continuam, confirmando que a última preocupação dos agressores – nomeadamente os Estados Unidos da América e os seus aliados- é para com os povos, a sua soberania, os seus direitos, o seu bem-estar.
  • Pela defesa da Paz e da Democracia no Brasil, CPPC condena tentativas de golpe fascista

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena e repudia as ações fascistas contra a democracia no Brasil, nomeadamente as acções golpistas contra as instituições federais brasileiras que tiveram lugar ontem, dia 8 de janeiro, poucos dias após a tomada de posse do novo Presidente Lula da Silva.
    O CPPC, reafirmando toda a sua solidariedade com o povo brasileiro, com o CEBRAPAZ - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz - e com todas as forças progressistas do Brasil, apela a que se reforce, em Portugal, esta expressão da solidariedade para com a luta do povo brasileiro em defesa da democracia, pelos seus direitos, pelo progresso social e pela paz.
    A Direção Nacional do CPPC
    9 de Janeiro de 2023
  • Pela defesa da soberania da Venezuela e do respeito pelo Direito Internacional

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), na sequência das suas posições na defesa da soberania da República Bolivariana da Venezuela e do direito internacional, considera da maior gravidade o precedente aberto pelo tribunal do Reino Unido ao reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, alegando a necessidade de ir ao encontro da decisão já tomada pelo governo britânico nesse sentido.
    Torna-se patente o caráter político e não jurídico desse reconhecimento. A despeito das decisões hostis que alguns governos possam tomar motivados por razões ideológicas ou de outra natureza, a República Bolivariana da Venezuela é um estado soberano membro de pleno direito da ONU, com os competentes órgãos políticos e administrativos a funcionar e com o qual, aliás, o Reino Unido mantém relações diplomáticas formais de estado-a-estado envolvendo as autoridades de ambos os países. À luz do direito venezuelano, do direito internacional e da Carta das Nações Unidas o governo presidido por Nicolas Maduro é o representante legítimo do estado da Venezuela.
  • Pela justa causa do povo palestiniano Reforçar a solidariedade

    Assinala-se neste mês de Novembro o centenário da Declaração de Balfour, momento marcante para a história da Palestina e do povo palestiniano nas últimas sete décadas. Nessa missiva secreta, enviada pelo então Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Lord Arthur Balfour, ao dirigente sionista Walter Rotschild, garantia-se o apoio do império britânico à criação de um «lar nacional para o povo judeu na Palestina» e a dedicação de «todos os seus esforços à realização deste objectivo». Ao mesmo tempo, publicamente, as autoridades britânicas faziam promessas vãs às populações árabes, que nunca cumpririam.

  • Pela justiça e a igualdade social - Solidariedade com o povo dos EUA

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade para com o povo dos EUA que, na sequência de mais um assassinato de um cidadão negro às mãos de forças policiais, tem realizado grandes manifestações nas ruas de várias cidades contra a discriminação, pela justiça e a igualdade social.

    O CPPC condena a forte repressão de forças policiais e militarizadas contra os manifestantes, que no exercício dos seus legítimos direitos exigem o respeito e o cumprimento dos direitos de todos.

    Os EUA são actualmente o país com maior número de infectados e de vítimas mortais da Covid-19, em resultado da desvalorização da situação e da não tomada de medidas preventivas adequadas por parte da Administração presidida por Donald Trump.

  • Pela liberdade e soberania do Povo Saharaui

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    O Conselho de Segurança da ONU aprovou, no passado dia 27 de Outubro, uma Resolução - S/RES/2654 - onde, entre outras recomendações, renova o mandato da MINURSO (Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental) até dia 31 de Outubro de 2023, e apela ao envolvimento directo do Secretário Geral da ONU nas negociações necessárias.
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que tem acompanhado esta situação desde o seu início, lembra que a MINURSO, criada em 1991, tem como objectivo principal, a promoção da realização de um referendo de autodeterminação do Povo Saharauí, o que até hoje não teve qualquer desenvolvimento.
    Em resposta ao comunicado da ONU, a Frente Polisário alerta também para a inação da missão MINURSO e para os constantes abusos e violações por parte do Reino de Marrocos. Mas mostra-se disponível, mais uma vez, para a resolução pacífica deste conflito, tendo por base as resoluções da ONU e o Direito Internacional.
    O CPPC defende que não será o anúncio de prorrogação por mais um ano da missão que resolve a situação. Só o empenho efectivo de todas as partes, incluindo de Espanha, e a vontade política necessária para dar resposta a um problema que se arrasta há quase cinco décadas.
    O CPPC saúda a Frente Polisário, legítima representante do povo saharauí, reconhecendo o seu papel determinante nas décadas de resistência e intensa luta contra o colonialismo, pelo direito inalienável do povo saharauí a uma pátria livre e soberana no território que constitui a República Árabe Sarauí Democrática, tal como definido pela Comissão de Descolonização da Organização das Nações Unidas e reconhecido por inúmeros países e entidades, e defende a resolução urgente desta situação, pondo fim à ocupação e ao colonialismo no Sahara Ocidental.
    A Direção Nacional do CPPC
  • PELA LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE KHALEDA JARRAR, DEPUTADA PALESTINA

     

    Associando-se a outras tomadas de posição públicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a detenção por Israel de Khaleda Jarrar, deputada do Parlamento palestino, na madrugada de 2 de Abril, em Ramallah.

    Khaleda Jarrar preside à Comissão dos Presos Palestinos do Conselho Legislativo Palestino e é dirigente da Addameer, organização dedicada à defesa dos direitos e à libertação dos palestinos presos em prisões israelitas.

    Recorde-se que há mais de seis mil palestinos presos nas prisões israelitas, dos quais 454 em prisão administrativa. Segundo os dados disponíveis, em Fevereiro de 2015, 163 dos presos palestinos são crianças, sendo que 13 das quais têm menos de dezasseis anos.