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solidariedade

  • Ato Público de solidariedade com a Palestina | Porto

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    Decorreu no Porto, na Praceta da Palestina, no dia 17 de Junho, um Acto Público de Solidariedade com a Palestina e contra a ocupação israelita, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação e pela USP/CGTP-IN onde se denunciou a grave situação do povo palestino por causa da ocupação ilegal do seu território pelas forças de Israel e a tentativa já anunciada pelo actual governo israelita de proceder a uma nova anexação do território palestino no próximo dia 1 de Julho, constituindo nova ameaça à paz no Médio Oriente.

    Na iniciativa, que foi apresentada por Alexandre Silva, intervieram o sindicalista Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-In, o escritor e professor José António Gomes, da direcção do MPPM, a jovem estudante universitária Maria Inês Costa, a jovem palestina a estudar na Universidade do Porto, Nur Rabah Latif e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC.

  • Ato público de solidariedade com o povo dos EUA | Lisboa

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    Realizou-se hoje, 9 de Junho, na Praça do Martim Moniz em Lisboa, o "Ato Público de Solidariedade com o povo dos EUA! Pela justiça e igualdade social" promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, a que aderiram muitas outras organizações.

    Neste momento de afirmação da solidariedade com a luta do povo norte-americano pela justiça e a igualdade social, contra o racismo e a ameaça do fascismo, pela luta em defesa das liberdades e direitos democráticos, foram ouvidas intervenções de Filipe Ferreira, CPPC, de André Levy, biólogo e ator que viveu vários anos nos EUA e segue de perto a situação naquele país, de Paulo Renato, dirigente sindical filho de imigrantes, de Francisco Canelas da URAP e de João Barreiros do Conselho Nacional da CGTP-IN.

  • Ato público de solidariedade com o povo dos EUA | Porto

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    Junto à Casa da Música, no Porto, o "Ato Público de Solidariedade com o povo dos EUA! Pela justiça e igualdade social" promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com a participação de cerca de 100 pessoas, foi um momento de afirmação da solidariedade com o povo norte-americano que luta contra as injustiças, discriminações raciais e sociais e as profundas desigualdades que a pandemia da COVID 19 tornou ainda mais visíveis, com mais de 100 mil mortos da doença, mais de 40 milhões de desempregados vítimas da Administração de Donald Trump.

    Na iniciativa, que foi dirigida por João Rouxinol, dirigente do CPPC, intervieram o jovem Afonso Beirão, o professor e sindicalista Henrique Borges e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC, tendo-se afirmado a solidariedade com o povo dos EUA e os povos de todo o mundo que também são vítimas das ingerências, chantagens, bloqueios económicos e ameaças de agressão pela Administração dos EUA/Donald Trump, como acontece na América Latina e no Médio Oriente. Foram também denunciadas as manobras da NATO que estão a decorrer no Mar Báltico, apesar da pandemia, e as ameaças que pairam sobre o povo da Palestina, com a ameaça do atual governo de Israel, apoiado pela Administração dos EUA, agravar a ocupação no próximo dia 1 de Julho.

  • Ato Público de Solidariedade com Palestina | Porto

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  • Basta de Agressão! Pelo direito do povo palestino à Paz!

  • Basta de Crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina!

    Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • Basta de crimes! Não à provocação de Trump! Liberdade para a Palestina! Paz no Médio Oriente!

    No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

  • Biblioteca de Loulé recebe conferência sobre problemática dos refugiados

    A 12 de abril, terça-feira, pelas 21h30, decorre na Biblioteca Municipal de Loulé a Conferência «Situação internacional, solidariedade com os refugiados e luta pela paz», que será apresentada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e João Martins, vereador da Autarquia com o pelouro da Ação Social.

    Esta conferência, organizada em conjunto pela Câmara Municipal de Loulé e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pretende dar particular atenção às causas dos refugiados, às guerras de agressão no Médio Oriente e em África, à situação na Europa e à necessidade do reforço da luta pela paz, para conseguir parar as guerras, aumentar a cooperação e conseguir a paz, o desenvolvimento e o progresso social.

     

  • Carta aberta ao Governo Português sobre a ofensiva israelita contra o povo palestino.

    Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • Casa da Paz acolhe iniciativa de Solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela

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    A Casa da Paz, sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), acolheu hoje, 23 de Janeiro, uma iniciativa de solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela, num momento em que esta enfrenta e resiste ao bloqueio económico e diplomático dos EUA, coordenado com a desestabilização interna promovida pela oligarquia, e a uma poderosa ofensiva mediática.

    Estiveram presentes o embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, general-em-chefe Lucas Rincón Romero, e outros diplomatas, dirigentes e activistas do CPPC (entre as quais a presidente da direcção nacional, Ilda Figueiredo) e representantes de dezenas de sindicatos, associações e entidades.

  • Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    Divulgamos texto publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) sobre a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria.

    "Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se a outros movimentos da paz em todo o mundo em sua profunda preocupação e advertência diante da escalda da agressão imperialista na Síria. Sumamo-nos ao apelo e ao alerta à população mundial para o risco de uma guerra generalizada, de proporções imprevisíveis. Acreditamos ser cada vez mais urgente, sob pena de nos depararmos com uma situação irreversível, a mobilização mundial contra a iminência da guerra.

  • Cebrapaz manifesta repúdio e lamenta o assassinato da líder camponesa Berta Cáceres em Honduras

    O CPPC divulga e associa-se à posição divulgada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz a propósito do assassinato da activista e líder camponesa, hondurenha, Berta Cáceres.

    "Cebrapaz manifesta repúdio e lamenta o assassinato da líder camponesa Berta Cáceres em Honduras

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz expressa sua revolta, sua consternação e seu pesar pela morte de Berta Cáceres, coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), que foi assassinada nesta quarta-feira, 2 de março, em La Esperanza, no departamento hondurenho de Intibucá.

    Somamo-nos à condenação desse assassinato político e da reafirmação da memória de luta de Berta, que já esteve no Brasil e engajou-se em campanhas como o apelo pela eliminação das bases militares estrangeiras em que o Cebrapaz também se engaja. Bertha foi sempre uma voz altiva de denúncia das perseguições aos camponeses e militantes de movimentos sociais, uma liderança na defesa dos direitos humanos e da dignidade em Honduras.

    Expressamos nosso profundo pesar aos companheiros do COPINH, aos familiares e amigos de Berta e ao povo hondurenho pela perda de uma liderança tão engajada e determinada. Somamo-nos aos apelos pela responsabilização dos culpados por seu assassinato e pelo fim imediata da perseguição política contra lideranças dos movimentos sociais!

    Berta foi uma mulher resistente contra a exploração e a violência.
    O povo hondurenho não se curvará nem se atemorizará!

    Socorro Gomes
    Presidenta do Cebrapaz"

  • Cinema | Debate | Paz | A Oeste nada de Novo | Porto

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  • Comemoração do 204º Aniversário da Independência Nacional - República Bolivariana da Venezuela

    Solidário com a revolução bolivariana, o CPPC estará presente, no próximo dia 5 de Julho, pelas 11h30, na comemoração do 204º Aniversário da Independência Nacional, que a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela irá realizar com uma oferenda de flores junto ao monumento ao Libertador Simón Bolívar, no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa.

     

  • Concerto pela Paz - 22 de Novembro no Fórum Lisboa

    Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

  • Concerto pela Paz | Gondomar

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    Por decisão da CM de Gondomar o Concerto pela Paz de 15 de março foiadiado para nova data a designar.

  • Concerto pela Paz | Lisboa 2020

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    O Concerto pela Paz de 4 de abril foiadiado para nova data a designar.

  • Concerto pela Paz | Matosinhos | 2019

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  • Concerto pela Paz | Matosinhos | 2019

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    O Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), no dia 24 de novembro, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, do Teatro Municipal Constantino Nery e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, esgotou a sala e foi um momento importante de proclamar a uma só voz “ Paz sim! Guerra Não!” e manifestar a solidariedade com povos em luta pelo seu direito soberano de escolher o seu caminho de progresso social e de paz.

    Pelo palco passaram e brilharam muitos agrupamentos de Matosinhos – o grupo Jimi & The Carpets do rock alternativo. A a Academia de Dança de Matosinhos com o seu bailado “De Lugar Nenhum” a alertar os jovens para a maior crise humanitária desde a 2ª Guerra Mundial – a crise dos refugiados. O Ensemble de Sopros e Percussão da Escola de Música Óscar da Silva" e o Órfeão de Matosinhos, todos a darem um importante contributo para a promoção da paz, e a Banda de Matosinhos-Leça a encerrar de modo brilhante este primeiro Concerto pela Paz em Matosinhos que foi apresentado pela jovem Luísa Pina.

    Na sua intervenção, Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, depois de agradecer a generosidade dos grupos e artistas que participaram e a colaboração e apoio da CM de Matosinhos, dos técnicos do Teatro Constantino Nery e de todos os amigos da paz que ali estavam presentes salientou a importância da defesa da paz, referiu-se ao apelo do Papa Francisco para a eliminação das armas nucleares e anunciou que o CPPC vai lançar nova petição para que Portugal assine e ratifique o Tratado de Proibição das Armas Nucleares (ver base da intervenção).

    Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Matosinhos também agradeceu a organização e participação de todos no Concerto pela Paz, referiu-se à sua importância na promoção da paz e mostrou a disponibilidade do município no apoio a atividades no âmbito da cultura da paz e da educação para a paz.

    No encerramento, Luisa Pina agradeceu e afirmou que pela Paz, todos não somos demais

  • Concerto pela Paz | Porto | 2020

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