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Acção Mundial de Solidariedade com Venezuela, 29 de Agosto - 4 de Setembro de 2016

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) alerta para a acção de provocação montada por sectores da oposição venezuelana em torno da “Tomada de Caracas”, anunciada para o próximo 1º de Setembro.

O CPPC denuncia a criminosa acção desestabilizadora e de carácter golpista de sectores e grupos da direita venezuelana que, concertadas com os EUA, têm vindo a praticar a violência – incluindo assassinatos – e a sabotagem económica, acompanhadas de operações mediáticas de manipulação da opinião pública, de modo a levar a cabo uma nova escalada de ingerência externa na Venezuela.

O CPPC reafirma o seu apoio e solidariedade para com o Povo Venezuelano e a República Bolivariana da Venezuela, com o seu Governo constitucional, dirigido pelo Presidente Nicolás Maduro, com o Comité de Solidariedade Internacional e Luta pela Paz (COSI) e a sua defesa dos importantes avanços progressistas alcançados pela Revolução Bolivariana, nomeadamente, a defesa da soberania e independência da Venezuela face à ingerência e agressão externas.

O CPPC reafirma a sua condenação pela acção desestabilizadora política, económica e diplomática levada a cabo pelos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela.

O CPPC renova o seu repúdio pela ordem executiva dos EUA – aprovada em Março de 2015 e recentemente prorrogada por Barack Obama – que, de forma inadmissível, considera a Venezuela uma «ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa» dos Estados Unidos e que é acompanhada da aplicação de sanções contra a Venezuela.

O CPPC recorda que os EUA, para além da sua IV Esquadra destacada para a América Latina, possuem 13 bases militares na vizinhança da Venezuela e despendem milhares de milhões de dólares anualmente para financiar a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a Fundação Nacional para a Democracia (NED) com que fomentam e patrocinam a desestabilização de governos democráticos e populares, como acontece com o Governo constitucional da República Bolivariana da Venezuela, dirigido pelo Presidente Nicolás Maduro.

O CPPC apela à expressão da solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela, da defesa da sua soberania e independência e do direito inalienável do povo venezuelano de seguir o caminho que livremente escolher sem ingerências externas de qualquer natureza.

29 de Agosto de 2016
Direcção Nacional do CPPC