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Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

Face à crescente e perigosa tensão belicista que actualmente se verifica no mundo, diversas organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos da Cimeira que a NATO realiza dias 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, na Bélgica, e reafirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, desenvolvendo um conjunto de acções em Portugal, como os actos públicos que se realizam dia 9 de Junho, às 18h00, no Largo Camões, em Lisboa, e dia 12 de Julho, às 18h00, na Rua de Santa Catarina, no Porto, sob o lema «Sim à Paz! Não à NATO!».

Fazem-no porque identificam na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e nos interesses que esta serve a principal ameaça à paz e à segurança no mundo.
Fazem-no porque reconhecem na NATO a primeira responsável dos escandalosos aumentos das despesas militares e da corrida aos armamentos.
Fazem-no porque defendem com afinco os princípios inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, que consagram a solução pacífica dos conflitos internacionais, a igualdade entre Estados, a não ingerência, o desarmamento.
Fazem-no porque à força das armas contrapõem a força da sua determinação em salvaguardar a paz e com ela a possibilidade de assegurar direitos, a liberdade, a felicidade, e mesmo a sobrevivência da Humanidade.

Por isso, enquanto organizações exigem:

a dissolução da NATO;
o fim das guerras de agressão da NATO;
o desmantelamento do sistema anti-míssil THAAD dos EUA/NATO e o encerramento das bases militares em território estrangeiro;
a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva;
o fim da corrida aos armamentos e o desarmamento geral, simultâneo e controlado;
o apoio aos deslocados e refugiados, vítimas das guerras que a NATO promove e apoia;
a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares;
o cumprimento, pelas autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, de respeito pela soberania, independência, igualdade de direitos e resolução pacífica dos conflitos entre os Estados.

Ao fazê-lo não estão sós. São milhões os homens, as mulheres, os jovens, que em diversos países se batem por estas justas e imprescindíveis causas.