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agressão

  • 40 anos da vitória do Vietname sobre a agressão dos EUA

    «Não há nada mais precioso do que a liberdade e a independência»
    Ho Chi Minh

    Há 40 anos, a 30 de Abril de 1975, o exército de libertação nacional do Vietname liberta Saigão culminando a vitória do povo vietnamita sobre o agressor norte-americano e o seu regime fantoche do Sul do Vietname, depois de duas décadas de ocupação e guerra que provocaram a morte a mais de 2 milhões de vietnamitas, o sofrimento do povo vietnamita e a destruição deste país.

    Durante a ocupação e agressão ao povo vietnamita as forças norte-americanas cometeram inúmeros e cruéis crimes, tendo recorrido à utilização, em grande escala de bombardeamentos sobre as populações, incluindo com a utilização intensiva de armas químicas, como o “agente laranja” – produto altamente tóxico responsável por inúmeros problemas de saúde e contaminação ambiental graves que ainda hoje se fazem sentir –, e de armas incendiárias, como o napalm.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, recordando o forte e interventivo movimento de solidariedade para com a luta do povo vietnamita que teve lugar em Portugal e no mundo, celebra os 40 anos da libertação do Vietname e a corajosa e heróica luta do seu povo que derrotou os Estados Unidos – adversário militarmente mais poderoso –, representando um exemplo e um forte estimulo para o avanço das lutas de libertação nacional em todo o mundo.

     


    foto: Tomada do Palácio Presidencial em Saigão - 30 de Abril de 1975

  • Fim à agressão de Israel contra o povo palestino

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente o massacre perpetrado pelo Exército israelita no dia 30 de Março contra uma marcha de palestinos, matando 16 pessoas e ferindo cerca de 1500, muitas das quais com gravidade. Recorde-se que, no dia seguinte, mais cinquenta palestinos foram baleados pelas forças militares israelitas.

    Assinalando uma efeméride nacional, o Dia da Terra, milhares de palestinos participavam numa marcha pacífica na Faixa de Gaza exigindo o respeito pelo direito dos refugiados palestinos a regressarem aos seus lares de onde foram expulsos, direito há muito afirmado pelas Nações Unidas, mas nunca respeitado por Israel.

  • Pela Paz na Síria! Fim à agressão!

  • Pela Paz na Síria! Fim à agressão!

  • Pela Paz na Síria! Fim à agressão!

  • Pela Paz na Síria! Fim à agressão!

  • Pela paz! Pelo respeito dos direitos do povo sírio! Fim à agressão contra a Síria!

    É com profunda preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de tensão em torno da Síria e repudia veementemente as ameaças dos EUA, Reino Unido e França de uma nova agressão contra aquele país.

    Esta nova agressão seria não só totalmente ilegítima e ilegal como teria imprevisíveis e graves consequências, com repercussões não só no Médio Oriente, mas também por todo o mundo.

    A Síria, com os seus aliados, já fez saber que responderá firmemente a qualquer nova escalada na agressão de que é vítima desde há sete anos.

  • Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania Fim à agressão à Síria!

    É com profunda preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) constata a intensificação da propaganda de guerra com que se tenta legitimar a continuação e, mesmo, o agravamento da agressão contra a República Árabe da Síria e o povo sírio, procurando abrir caminho à aceitação de que esta agressão se passe a realizar, agora, de uma forma abertamente directa.

    Após sete anos de uma ininterrupta e brutal agressão por parte de grupos terroristas – criados, armados, financiados e apoiados pelos EUA e outros países da Europa e do Médio Oriente, como o Reino Unido, a França, a Turquia, Israel, a Arábia Saudita, o Qatar ou a Jordânia –, o CPPC chama a atenção para a tentativa daqueles que, face à derrota dos seus grupos terroristas, procuram pretextos, a coberto de mentiras, para impor uma escalada na guerra e, consequentemente, mais morte e sofrimento ao povo sírio, a exemplo do que aconteceu noutros momentos e noutros países, como o Iraque e a Líbia.