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Ilda Figueiredo

  • Leia a intervenção de Ilda Figueiredo no Concerto pela Paz:

    Minhas Senhoras e Meus Senhores,
    Estimadas Amigas e Amigos da Paz
    Em nome da Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúdo todas as pessoas presentes neste magnífico Concerto pela Paz, no Teatro Rivoli, só possível com o empenhamento de muitos artistas e grupos que aqui intervêm hoje, envolvendo mais de 150 pequenos e grandes artistas, e para quem vai o nosso caloroso aplauso.
    Ao Bando dos Gambozinos, ao Conservatório de Música do Porto, ao Ginasiano escola de dança, ao Coral de Letras da Universidade do Porto, ao músico Miguel Araújo e sua equipa e à actiz Rebeca Cunha que apresenta este espectáculo vão os nossos mais profundos agradecimentos pela sua generosidade e solidariedade.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 de Janeiro, em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL).

    Leia aqui a intervenção de Ilda Figueiredo:

  • A inauguração, em Almada, da exposição “Construir a Paz com os Valores de Abril”, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Judas, de Ilda Figueiredo presidente da Direcção Nacional do CPPC, de membros do núcleo local do CPPC e outros.

    Elaborada pelo CPPC e produzida com o apoio das Câmaras Municipais de Almada e do Seixal a exposição inaugurada no passado dia 11 de Julho, pode ser visitada na Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia até o final deste mês, passando, em seguida, pelas bibliotecas municipais de Almada.

     

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    Intervenção de Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no Seminário "A ATUALIDADE DA LUTA PELA PAZ" realizado a 19 de março de 2016, em Almada.

    "Senhor Presidente da Câmara Municipal de Almada
    Senhora Presidente do CMP
    Estimadas Amigas
    Estimados Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação, uma saudação muito especial a todas e todos os presentes, e de um modo particular aos companheiros de organizações estrangeiras que estão a participar na reunião da região Europa que o CPPC acolhe como coordenador do CMP para esta região, a presidente do CMP, companheira Socorro Gomes, e o Secretário Executivo Iraklis Tsadivaris. Estão presentes companheiros de movimentos da Paz da Irlanda, França, Alemanha, Chipre, Grécia, Finlândia, Turquia, Bélgica, República Checa e Brasil, além, claro, do CPPC.
    Agradecemos muito à Câmara Municipal de Almada, com quem temos um protocolo de colaboração, ao Senhor Presidente Dr. Joaquim Judas e a todos os técnicos e trabalhadores da autarquia que nos apoiam nestas importantes iniciativas do movimento da Paz.

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    Estimados deputados
    Senhoras Embaixadoras
    Senhor Embaixador

    Caros amigos e companheiros

    Uma saudação muito especial aos nossos convidados da América Latina e do Caribe que aceitaram partilhar connosco as suas lutas, os avanços progressistas nos seus países e em toda a região, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também as preocupações com as ameaças que pairam contra as conquistas progressistas que melhoram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas, com destaque para o Brasil, a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai, El Salvador, Argentina, Perú, tendo como exemplo Cuba socialista.

    São preocupações que partilhamos porque vivemos e lutamos contra os sucessivos ataques, ao longo de dezenas de anos, à revolução portuguesa, iniciada em 25 de Abril de 1974.
    Sabemos que a luta contra a opressão e as injustiças sociais não acaba com o fim da ditadura.