Outras Notícias

Lisboa

  • CORAL ALENTEJANO DA CASA DA CULTURA DA AJUDA participa no CONCERTO PELA PAZ

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    O Coral Alentejano da Casa da Cultura da Ajuda, foi criado no final de 2016, por iniciativa da vogal da Junta de Freguesia Marina Costa Penedo que detém o pelouro da cultura. Começou os ensaios em Outubro do mesmo ano. Constituído por 26 elementos, é um grupo coral alentejano misto com 14 mulheres e 12 homens.
    Com uma maioria de cantores e cantadeiras naturais do Alentejo, mantém fortes raízes à terra mãe. É um grupo polifónico que se dedica ao "cante" tradicional, à defesa do património cultural alentejano e ainda ao estudo da presença dos Alentejanos na Ajuda.
    Sendo incomensurável o amor pelo Alentejo de todo o grupo, a forma de o expressar é cantando, defendendo e consolidando esta grade conquista, que é, o Cante Alentejano, Património Imaterial da Humanidade.
    Continuamos o “Cante e a Moda” na Capital não esquecendo as suas origens, preservando as tradições culturais e respeitando o Cancioneiro Popular Alentejano.

    A Comunidade de Alentejanos, muitos Ajudenses de diversos pontos do Alentejo e da Autarquia, acarinham este Grupo, zelador da sua cultura e sedento por colaborar na divulgação deste seu património, que é o cante alentejano.

    Ensaiador: José Fernandes
    Adjunto e Cabo do Grupo: Jorge
    Pontos: Helena Santos, Manuel Vieira, Mariana Alves, Maria do Carmo
    Altos: António Vieira, Jorge e Fernanda Vieira
    Grupo: Mariana Mendonça, Mariana Alves, Maria Noronha, Célio Pereira, Laurinda Carneiro, Ilda Nobre, Luísa Lopes, Lurdes Figueiredo, Graciela França, Joana Reis, Odete Sousa, Maria Matos, Eduardo Fraga, Armindo Rebelo, Aníbal Alves, António Vieira, Carlos Bernardo e Manuel Perpétuo

  • Cordão e Concerto pela Paz e de Solidariedade com a Palestina 26 de outubro | Estação de Roma-Areeiro - Fórum Lisboa

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    Uma vez mais, em Lisboa, entre a estação de comboio de Roma-Areeiro e o Fórum Lisboa (e lá dentro) reafirmou-se a exigência da Paz e expressou-se a solidariedade com a Palestina.
    Foram muitos os que desfilaram num cordão humano, unindo as mãos da forma tradicional palestinina, simbolizando a unidade, onde as palavras de ordem exigiram uma vez mais o fim do genocidio e dos crimes de Israel, até ao Fórum Lisboa, onde às 16h, teve início o Concerto.
    O Coro Lopes Graça da Academia de Amadores de Música deu início ao espetáculo, e seguiram-se as intervenções em representação das organizações promotoras feitas por Ilda Figueiredo e Carlos Almeida, do CPPC e do MPPM respetivamente.
    Seguiram-se as actuações de Udi Fangudes, músico braisleiro, os musicos Zé Pinho, Alexandre Monteiro e José Baião e da academia amadora de dança Handala Dabke Portugal, dança tradicional palestiniana.
     
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    O espetáculo seguiu com a leitura de poesia pelo actor André Gago, com a actuação de Sahida Apsara, Dub FX e G Ras.
    O encerramento do Concerto, apresentado pela actriz Maria João Luís, coube ao Coro dos Anjos.
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    O CPPC agradece a todos os que tornaram possivel este belo Concerto pela Paz e de solidariedade com a Palestina, incluindo a generosidade dos artistas e organizações envolvidas, a solidariedade dos participantes e dos trabalhadores e técnicos e o apoio da CML e do Fórum Lisboa.
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    Pela paz, todos não somos demais!
  • Cores da Paz pelo Futuro que queremos!

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  • CPPC assinala 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial

    CPPC assinala 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial com um conjunto de iniciativas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) evoca com um vasto conjunto de iniciativas o 70.º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, que se assinala na Europa nos dias 8 e 9 de Maio:

    • No dia 8, contacto com a população, com distribuição de documentos, em Lisboa, às 16 horas na Cidade Universitária;

    • No dia 9, às 11H30, contacto com a população do Porto, na Via Catarina;

    • No dia 9, em Setúbal, o CPPC promove, juntamente com outras organizações e movimentos, um cordão humano na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, às 11 horas, e um debate público sobre o tema na Sociedade Musical Capricho Setubalense, com início marcado para as 15h30;

    • Ao mesmo tempo, o membro da Direcção Nacional do CPPC, Filipe Ferreira, integra uma delegação do Conselho Mundial da Paz que participa, entre 6 e 9 de Maio, nas comemorações dos 70 anos da vitória sobre o nazi-fascismo em Moscovo, na Rússia;

    . No dia 13 de Maio, a Presidente da Direcção Nacional do CPPC participa, em Bruxelas, a convite do Grupo da Esquerda Unitária Europeia / Esquerda verde Nórdica no Parlamento Europeu (GUE/NGL), na Conferência sobre “70 anos da Vitória sobre o Nazi-Fascismo- Unidade na luta pela paz e contra o Fascismo e a Guerra”.

    • No dia 16, às 14h30, o CPPC promove uma conferência intitulada «Nos 70 anos da derrota do nazi-fascismo: Celebrar a vitória, defender a Paz», no Centro de Informação Urbana de Lisboa (Picoas Plaza – Rua Viriato 13, Núcleo 6,1.º), que conta com a participação da presidente e do vice-presidente do CPPC, Ilda Figueiredo e Rui Namorado Rosa, e os representantes dos movimentos da Paz da Bélgica e da Irlanda, Mario Frassen e Roger Cole; na ocasião, será inaugurada a exposição do CPPC, com o mesmo título;

    • No dia 29, terá lugar uma conferência no Porto, seguida da inauguração da exposição. O local e a hora serão revelados mais tarde.

    Com estas iniciativas, o CPPC pretende levar mais longe os valores da paz, da cooperação e da solidariedade e alargar o campo dos que defendem o desarmamento, o fim das bases militares estrangeiras e a dissolução dos blocos político-militares e reconhecem o direito inalienável dos povos a decidirem soberanamente dos seus destinos.

    O CPPC procurará fazer deste aniversário um momento particular de reflexão sobre as causas da guerra e os interesses que lhe estão subjacentes, para, dessa forma, contribuir para promover a paz e evitar que semelhante tragédia volte a acontecer.

  • CPPC debate armas nucleares na Escola Secundária Camões, em Lisboa

    O CPPC participou, no dia 19, num debate na Escola Secundária Camões, em Lisboa, inserido na campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. A iniciativa nasceu dos próprios estudantes, que, em Reunião Geral de Alunos, mandataram a direcção da Associação de Estudantes para que promovesse acções pela Paz. Daí partiu o convite ao CPPC.

  • CPPC esteve presente na Sessão pública Em Defesa da Democracia Brasileira e Apoio ao Presidente Lula

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente, no dia 15 de janeiro, na sessão pública "Em Defesa da Democracia Brasileira e Apoio ao Presidente Lula" organizada pelo Comité Portugal Lula Presidente.
    Neste acto, realizado uma semana após a tentativa de golpe em Brasília, o CPPC condenou e repudiou todo e qualquer intento fascista no Brasil, por representar um inaceitável desrespeito
    da vontade expressa pela maioria do povo brasileiro, um ataque à democracia.
    O CPPC reafirmou também o seu compromisso de prosseguir a sua ação e mobilização solidária com o povo brasileiro e a sua tão necessária luta em defesa da democracia, da soberania nacional e da paz.
  • CPPC na manifestação da Interjovem - Lisboa e Porto

     

    O CPPC esteve presente, no dia 31 de março, nas manifestações da juventude trabalhadora da Interjovem em Lisboa e no Porto, onde se afirmou em conjunto ser necessário o fim da guerra, apelando à paz. O CPPC acompanha solidariamente as reivindicações dos jovens trabalhadores por melhores condições de vida e de trabalho

  • CPPC na manifestação do MDM - Lisboa

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente na manifestação do MDM - Movimento Democrático de Mulheres em Lisboa, no passado sábado dia 12 de Março reafirmando a sua solidariedade com a luta das mulheres, que desde sempre estiveram também presentes na luta pela Paz!

  • CPPC nas comemorações populares do 25 de Abril | 2019

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações populares do 45º aniversário da Revolução de Abril.

    Em Coimbra, Faro, Lisboa e Porto dezenas de ativistas e amigos do CPPC participaram nas comemorações populares com faixas onde se podia ler "Pela Paz por Abril! Todos não somos demais!" e "Solidariedade com a Revolução Bolivariana".

    Além da participação nos desfiles, onde foram foram distribuídos documentos do CPPC, realizaram-se ainda exposições em Coimbra e Faro enquadradas nas comemorações do 25 de Abril.

  • CPPC participou nas comemorações do 1.º de Maio

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações do 1.º de Maio promovidas pela CGTP-IN em vários pontos do País.

    Em Lisboa, para além da presença com uma banca, onde foram distribuídos milhares de documentos, os activistas da paz e da solidariedade participaram no desfile empunhando uma faixa de solidariedade com o povo venezuelano e a Revolução Bolivariana, que na véspera derrotaram uma nova tentativa de golpe de Estado perpetrada pela extrema-direita golpista, em coordenação e às ordens dos Estados Unidos da América, contra a soberania, a democracia e a paz na Venezuela. Entre as palavras de ordem entoadas, soaram com particular vigor «Venezuela soberana é bolivariana» e «Golpe e agressão não passarão».

    No Porto os activistas participaram no desfile empunhando uma faixa da campanha pela Assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Em Coimbra o CPPC marcou presença com uma faixa de solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

  • Cultura pela Palestina

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    Realizou-se, no dia 24 de março, uma sessão cultural de solidariedade com a Palestina.
    No Rossio, em Lisboa, a sessão, apresentada e dirigida por Domingos Pereira, do Projecto Ruído, contou com a participação do @baquemulherlisboa e da leitura de poemas por Fernando Rebelo.
    Intervieram ainda Mariana Silva, do CENA-STE, e José Oliveira, do MPPM, que reafirmam a sua solidariedade com o povo palestiniano e a urgência de um cessar-fogo permanente e imediato.
    Houve ainda tempo e espaço para se continuar a pintura, com impressões digitais, da Bandeira da Palestina!
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  • Dar voz à solidariedade com a Palestina - Lisboa

    Lisboa voltou a ser palco de um acto público de solidariedade com a Palestina, ao final da tarde de dia 31 de Janeiro junto à Embaixada de Israel.

    Convocada pelo CPPC, CGTP-IN, MDM e MPPM, a iniciativa reuniu mais de uma centena de pessoas, que acompanharam a delegação que naquele dia dirigiu uma carta ao primeiro-ministro de Israel. Momentos antes, na Embaixada dos Estados Unidos, tinha sido entregue outra missiva, endereçada ao presidente Donald Trump.

  • De Lisboa para o mundo: “Venezuela vencerá!”

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    Foram muitos os que, na segunda-feira, 5 de Janeiro, se concentraram junto à estátua de Simón Bolívar, em Lisboa, para repudiar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e o rapto do presidente Nicolas Maduro e da esposa, Cília Flores, ocorridos dois dias antes. A ação foi convocada pelo CPPC, à qual se associaram organizações e coletivos que estiveram presentes nesse final de tarde. Entre bandeiras venezuelanas, cubanas e de muitas das organizações presentes, ouviram-se palavras de ordem como “Venezuela soberana é bolivariana”, “Os povos dizem não à agressão, EUA do petróleo tira a mão”, “Venezuela não se rende, soberania não se vende” ou “imperialismo não é futuro, liberdade para Maduro”. Os Ritmos da Resistência acrescentaram confiança e calor à solidariedade.
    Apresentada por Inês Jorge, do Projeto Ruído – Associação Juvenil, a concentração contou com as intervenções de representantes do CPPC, da CGTP-IN e da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC). Pelo CPPC, Isabel Camarinha salientou que «as declarações de Trump e seu séquito falam por si e revelam com clareza quais são os verdadeiros interesses dos EUA: pretendem apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial». Dinis Lourenço, da CGTP-IN, lembrou as 1081 sanções e medidas coercivas impostas pelos EUA e a UE à Venezuela para asfixiar a sua economia, prejudicar o seu povo e assim procurar derrotar o seu projeto emancipador. Sandra Pereira, da AAPC, denunciou as ameaças dos EUA contra Cuba e valorizou a resistência dos povos, que «há muito lutam pela sua soberania». Os EUA, denunciou, autodenominam-se a “maior democracia do mundo” mas são na verdade «um perigo para os povos do mundo e a sua ganância é ilimitada».
    Todos repudiaram a postura seguidista do Governo português, que não só não condenou a agressão norte-americana como até encontrou nela “intenções benéficas”. Como salientou Isabel Camarinha, o que o Governo faz é associar-se e legitimar a agressão, «o que é vergonhoso» e contraria a Constituição da República Portuguesa.
    A presidente da direção nacional do CPPC reafirmou, ao terminar a sua intervenção, exigências centrais que estiveram na base da convocação da iniciativa: «Daqui exigimos o fim da agressão e a libertação do Presidente da República Bolivariana da Venezuela e da sua esposa e exigimos ao governo português o cumprimento da Constituição da República Portuguesa que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre os Estados. Daqui reafirmamos a solidariedade com a Venezuela bolivariana, a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas! Paz Sim! Guerra não! Venezuela Vencerá!»
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  • Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

    “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

  • Debate | A situação Internacional e a Defesa da Paz

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    Decorreu ontem o segundo debate organizado pelo CPPC em parceria com a AEFCSH sobre A situação Internacional e a Defesa da Paz.
    Desta vez teve lugar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em Lisboa, com a participação de Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do CPPC, Baptista Alves, Presidente da Mesa da Assembleia da Paz, Jorge Cadima, professor universitário e André Marques, dirigente associativo da AEFCSH.
    Num debate amplamente participado, considerou-se que a guerra não é solução para um conflito, apelou-se ao estabelecimento de negociações de modo a que se encontrem soluções justas que sirvam para traçar o caminho para uma Paz duradoura.
    Divulgou-se também a realização de uma iniciativa pública "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz!" que em Lisboa terá lugar no Largo de Camões, pelas 18h30. O CPPC apela à participação e à divulgação desta ação! 🕊️
  • Debate no Instituto para o Ensino e Formação

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    O que são armas nucleares? Que perigos comportam? O que é possível fazer para lhes pôr fim? Estas foram algumas das questões a que se procurou dar resposta na sessão realizada no dia 26 de janeiro com três turmas de banca, seguros e gestão do INETESE - Instituto para o Ensino e Formação, em Lisboa.

    Gustavo Carneiro, da direção nacional do CPPC, lançou o debate, ligando a defesa da paz à urgência de melhorar as condições de vida das pessoas, desde logo dos jovens, com vários estudantes a colocarem questões, opiniões e sugestões. Afirmou-se a Constituição da República Portuguesa, que no seu artigo 7.º pugna pela defesa da paz, do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares, mas também consagra o direito à educação, à saúde, à habitação, aos direitos laborais e sociais.
    "Temos de tomar a nossa vida nas nossas próprias mãos", foi o apelo deixado, quer se trate de concretizar a proibição de armas nucleares e o desarmamento geral, simultâneo e controlado, quer de garantir o direito dos jovens ao presente e ao futuro.
  • Desfile e Concentração | Sim à Paz ! Não à NATO | Lisboa

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  • Desfile em Lisboa: Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO!

  • Despedida do Handala

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    Terminou, no dia 7 de Julho, a estadia da embarcação Handala, da Flotilha da Liberdade, em Lisboa
    Várias pessoas se juntaram na Marina do Parque das Nações para se despedirem, no dia 7, da tripulação, reafirmando uma vez mais a solidariedade com o povo palestino e desejando sucesso aos participantes que rumam em direção à Faixa de Gaza e que se deslocam agora para a próxima paragem, em Málaga, onde chegarão daqui a doos dias.
    As organizações promotoras ofereceram à tripulação e ao Handala uma faixa que relembra a sua passagem em Lisboa.
    Palestina Vencerá!
  • Dia Internacional da Mulher

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    O CPPC solidariza-se com os objectivos e iniciativas com que o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) assinala o dia internacional da mulher. Reconhecendo a importância que têm para a Paz, nomeadamente o reforço da capacidade de resposta do SNS, o cumprimento do direito ao trabalho com direitos, à valorização dos salários, à igualdade de direitos e oportunidades, e o combate às desigualdades, ao tráfico de seres humanos, ao trabalho escravo.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade. A perigosa situação que se vive hoje no mundo exige a participação de todos - Mulheres e Homens - na intervenção e luta para alcançar estes objectivos.

    Assim, o CPPC vai participar e apela a todos os activistas da paz que participem nestas iniciativas comemorativas do dia internacional da mulher.

    O MDM marcou pontos de encontro de mulheres no Porto a 7 de março, 15h (junto à Cordoaria) a 13 de março 15h em Lisboa (nos Restauradores).