Outras Notícias

solidariedade

  • Solidariedade com o Brasil

    Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016

  • Solidariedade com o Brasil, contra tentativa de golpe

    Ontem, dia 8 de maio, prosseguiu , no Porto , a iniciativa "PAZ em ciclo: um filme e um debate"

    No Centro Católico de Operários do Porto, a sessão começou com um debate sobre a situação actual no Brasil, em que intervieram, na abertura, a dirigente do CEBRAPAZ, Moara Crivelete, e Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPCC. No debate que se seguiu com algumas dezenas de pessoas presentes, foi salientada a solidariedade do CPPC com o CEBRAPAZ e a confiança de que o povo brasileiro e as forças progressistas do Brasil consigam impedir um golpe e o retrocesso da política brasileira de combate às injustiças sociais, na defesa da democracia e da paz.

    Seguiu-se o visionamento do Filme "A oeste nada de novo", um notável testemunho contra a guerra.

     

  • Solidariedade com o Povo Brasileiro

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem estado presente e solidário com a luta do povo brasileiro pela democracia e pelo progresso social das várias ações que têm sido realizadas no âmbito da campanha " Fora Bolsonaro".
    Na ação realizada no dia 7 de Setembro, Ilda Figueiredo saudou, em nome do CPPC, o aniversário da independência do Brasil, recordando a revolução portuguesa do 25 de Abril e os princípios inscritos no artigo 7º da Constituição da República Portuguesa. Foi ainda manifestada a solidariedade do CPPC com todos os que lutam por um Brasil democrático e de progresso social.
    Para o próximo dia 2 de Outubro está marcada uma nova ação "Fora Bolsonaro" a que o CPPC voltará a dizer presente!, reforçando a afirmação da sua solidariedade com o povo Brasileiro.
  • Solidariedade com o povo brasileiro

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    Pela defesa dos direitos democráticos de Lula da Silva

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em negar o registo do candidato Lula da Silva como mais um grave passo no golpe de estado em curso no Brasil, iniciado com a destituição da presidente Dilma Rousseff e que continua com a perseguição contra Lula da Silva, na sua arbitrária prisão e na procura de impedir que possa concorrer às próximas eleições presidenciais no Brasil, marcadas para 7 de Outubro – um processo onde tem sido amplamente denunciada a instrumentalização do sistema judicial, que tem desrespeitado normas processuais e criado “jurisprudência” à medida do objectivo político de afastamento de Lula da Silva da participação nestas eleições.

    Denunciando este grave processo antidemocrático, o golpe institucional, as medidas arbitrárias e as acções de violência contra responsáveis e activistas políticos e sociais brasileiros e contra manifestações em defesa da democracia e pelo respeito dos direitos de Lula da Silva, assim como a campanha de desinformação e manipulação mediática que lhe dá cobertura, o CPPC reafirma a sua mais viva solidariedade ao povo irmão brasileiro e à sua luta para salvaguardar a soberania, os direitos e garantias democráticas no Brasil e resistir a um poder crescentemente repressivo e autoritário.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Solidariedade com o povo brasileiro Pela democracia no Brasil

    Acto público de protesto
    11 de Abril, 18h00
    Junto à Embaixada do Brasil
    (Estrada das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a ordem de prisão contra Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18.00 horas, junto à Embaixada do Brasil.

  • Solidariedade com o povo brasileiro Pela democracia no Brasil - PORTO

    Acto público de protesto
    13 de Abril, 18h00
    Junto ao Consulado Geral do Brasil
    (Avenida de França, 20 - junto à Rotunda da Boavista)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Sexta-feira, dia 13 de Abril, pelas 18.00 horas, junto Consulado Geral do Brasil no Porto.

  • Solidariedade com o povo da Bolívia Pela Paz contra a violência golpista

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade com o povo da Bolívia, alvo da onda de violência golpista promovida por forças reacionárias, de setores da oposição, que pretendem, por este meio, reverter o resultado das eleições de 20 de Outubro, em que Evo Morales foi reeleito como Presidente da Bolívia.

    O CPPC denuncia que estes atos de violência e desestabilização correspondem à agenda, dirigida a partir de Washington, daqueles que pretendem reverter os avanços progressistas alcançados pelo povo boliviano, de afirmação da sua soberania, progresso social, de paz e cooperação.

    O CPPC considera exigível do governo português a defesa clara dos princípios da Carta da ONU e da Constituição da República Portuguesa, recusando a ingerência e defendendo a democracia e a vontade expressa em eleições pelo povo boliviano.

    Direção Nacional do CPPC

    #ElMundoConEvo

  • Solidariedade com o povo da Ucrânia - Lisboa

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
    Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

     

  • Solidariedade com o Povo Palestino

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    Assinala-se a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, iniciativa da Assembleia Geral da ONU.
    Esta data assinala a aprovação, , em 1947, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que estipuls a divisão da Palestina em dois estados, um árabe e um judeu, sendo que o primeiro seria constituído em 44 por cento do território e o segundo em 55 por cento; Jerusalém e Belém permaneceriam zonas internacionais.
    Mais de sete décadas depois, só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio das potências ocidentais. Quanto ao povo palestino, resiste para permanecer na sua terra sob a mais violenta opressão. A ilegal ocupação de territórios da Palestina por parte de Israel é responsável por incontáveis crimes e pela tentativa de, por todos os meios, apagar o sentimento nacional palestino.
  • Solidariedade com o povo palestino - Aveiro (2014)

    Realizou-se ontem, dia 6 de Agosto, em Aveiro uma acção de solidariedade com a Palestina.

    Marcada ao final da tarde num dos sítios com mais circulação do concelho - a estação de comboio - esta foi uma iniciativa com grande impacto, quer pela participação de várias dezenas de pessoas, quer pela chamada de atenção a algumas centenas que por lá passaram, havendo mesmo algumas que se juntaram à acção e assinaram a petição do CPPC.

    Esta iniciativa, promovida pelo CPPC em conjunto com a União de Sindicatos de Aveiro, contou com a presença e intervenção de Joaquim Mesquita, da Direcção Nacional do CPPC, que sublinhou a solidariedade do povo português e, particularmente, dos habitantes do distrito de Aveiro, com a Palestina e a sua justa luta pela paz, liberdade e independência - contra o fim da ocupação e do genocídio!

     

  • Solidariedade com o povo palestino! Fim à ocupação e aos crimes de Israel!

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    A 29 de Novembro assinala-se o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino.
    Há 74 anos, as Nações Unidas prometeram criar um Estado da Palestina, em território da Palestina. Essa promessa nunca foi cumprida. Há décadas que o povo da Palestina vive a brutal ocupação israelita. É tempo de fazer justiça!
    Todos os dias Israel viola o Direito Internacional e as resoluções da ONU:
    • É a ilegal ocupação e a limpeza étnica que desde sempre a acompanha.
    • São os bombardeamentos de Israel sobre a população de Gaza e sobre os países vizinhos.
    • São os ilegais colonatos que Israel não pára de construir nos territórios ocupados em 1967, anexando cada vez mais território palestino.
    • São as inaceitáveis expulsões de palestinos das suas casas em Jerusalém e outras cidades.
    • É a protecção e a cumplicidade do exército israelita com a acção dos bandos armados de colonos que semeiam o terror entre a população palestina.
  • Solidariedade com o povo palestino! Fim à ocupação e aos crimes de Israel! Intervenção do CPPC

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    Estimados amigas, amigos,
    Saímos hoje e uma vez mais à rua em solidariedade com a Palestina, para exigir o fim da agressão, da violência e das humilhações infligidas por Israel ao povo palestino – numa palavra, para exigir o fim da ocupação.
    Neste dia 29 de novembro, Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano, é necessário reafirmar o direito do povo palestino a um Estado independente, viável e soberano, como vinculado neste mesmo dia, em 1947, numa resolução aprovada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas.
    Hoje, volvidas mais de sete décadas desde esta decisão, a existência de um Estado da Palestina continua a ser impedida e negada por Israel através da força da armas, da agressão, da opressão, da ocupação.
    Esta ocupação ilegal por parte de Israel tem condenado o povo palestino a viver sob um autêntico regime de apartheid, como um povo a quem são negados os seus direitos na sua própria terra, a quem são impostas as mais variadas formas de humilhações e violências, que marcam de forma brutal o dia-a-dia de gerações de palestinos.
  • Solidariedade com o povo Saaraui

    Solidariedade com o povo saarauí

    Aquando da visita ao Saara Ocidental do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas, Christopher Ross, as forças marroquinas reprimiram brutalmente as concentrações pacíficas, promovidas nos dias 19 e 20 de Outubro por activistas saarauís.

  • Solidariedade com o Povo Saaraui | Coimbra

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    No próximo dia 9 de Dezembro irá realizar-se uma sessão de solidariedade com o povo Saarauí, em Coimbra.

    Será às 18h, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e contará com a participação de Omar Mih, representante da Frente Polisário em Portugal, Mário Nogueira, da FENPROF, e Matilde Lopes do CPPC.
    Convidamos todos a participar! 🕊🇪🇭
  • Solidariedade com o povo sarauí e contra as agressões do Reino de Marrocos

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação vem, mais uma vez, denunciar as torturas e assassinatos de cidadãos sarauís detidos nas prisões marroquinas.

    Nos últimos dias soube-se da degradação das condições de saúde do preso político sarauí, Mbarek Daoudi, detido na prisão de Salé (Rabat), desde setembro de 2013, e em greve de fome desde o passado dia 1 de Novembro.

    Recordamos ainda que, em Setembro passado, o preso político sarauí, Hassana El Wali, detido na prisão de Dahkla, faleceu devido a negligência médica.

    Após quase quatro décadas desde a violenta e perversa operação militar intitulada de “Marcha Verde”, da qual resultou a ocupaçãoefectiva do território do Saara Ocidental, o povo sarauí ainda sofre as consequências desta colonização.

    É tempo de dizer basta!

  • Solidariedade com o povo Turco

    Solidariedade com o povo turco

    Solidárias com o povo turco e as suas aspirações de liberdade, democracia e justiça social, um conjunto de organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção promovem na sexta-feira, dia 7, às 18 horas, um acto público de solidariedade junto à embaixada da Turquia em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22), onde entregarão uma tomada de posição.

  • Solidariedade com o Saara Ocidental

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente o povo saaraui, assim como o movimento de solidariedade com a justa causa do Saara Ocidental, pela realização da 41.ª edição da Conferência Europeia de Coordenação e Apoio ao Povo Saaraui (EUCOCO), nos próximos dias 18 e 19 de Novembro em Vilanova, Catalunha.

    O CPPC reafirma o seu empenho no reforço do movimento da Paz, da cooperação e de solidariedade, particularmente com os povos vítimas de agressão, e contra o colonialismo e todas as formas de opressão, incluindo de opressão nacional, contra o militarismo e a guerra.

    Os povos têm o direito inalienável de resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, como o povo saaraui e a Frente Polisário, a sua legítima representante, que há 41 anos lutam pela liberdade, soberania e independência da sua pátria.

    Reiterando o nosso empenho no respeito e cumprimento do direito à autodeterminação do povo saaraui, desejamos os melhores sucessos para os trabalhos dessa conferência.

    A Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação

  • Solidariedade com o Saara Ocidental

  • Solidariedade com o Saara Ocidental

    O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

    Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

    Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

  • Solidariedade com o Saara Ocidental

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou no primeiro Fórum Internacional de Juventude em Solidariedade com o Saara Ocidental, que se realizou de 11 a 13 de Março, nos campos de refugiados saarauís em Tindouf, Argélia.

    Com a sua participação, o CPPC reafirmou, uma vez mais, a sua solidariedade de sempre com a justa luta do povo saarauí.

    Leia a intervenção de Sofia Costa, membro da direcção nacional do CPPC, neste fórum: