Outras Notícias

terrorismo

  • Orlando Figuera
    4 de Junho de 2017 – Altamira, Estado Miranda

    Elementos de grupo terrorista da “oposição” ao tomarem Orlando Figuera, de 22 anos, por apoiante do governo venezuelano golpearam-no, feriram-no com armas brancas e em seguida incendiaram-no. Orlando faleceu, devido aos seus ferimentos, alguns dias depois do ataque. Estão registadas pelo menos outras 3 pessoas a queimadas vivas em ataques dos grupos terroristas ligados à “oposição” na Venezuela.

  • O CPPC condena com veemência a morte de mais de duas dezenas de pessoas, na maioria crianças e jovens, em Manchester, à saída de um concerto. Este atentado terrorista - a somar-se a tantos outros perpetrados em países europeus e, particularmente na Síria, Iraque, Iémen, Líbia, Nigéria e Somália -, constitui um brutal crime cometido contra inocentes, a merecer o mais profundo e frontal repúdio.

    Mas a ter-se tratado efectivamente de um atentado cometido pelo auto-proclamado Estado Islâmico ou em seu nome, o crime responsabiliza também todos quantos fomentam, treinam, armam e financiam os grupos terroristas na Síria, no Iraque ou na Líbia, em nome de interesses geoestratégicos dos EUA, UE, NATO e seus aliados regionais. Não é, por exemplo, vendendo mais armas à Arábia Saudita - principal apoiante do Estado Islâmico na Síria -, como recentemente fizeram os EUA, que se combate o terrorismo, na Síria, na Europa ou seja onde for.

  • cppc condena atentados no sri lanka 1 20190426 1929781863

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente os atentados perpetrados no Sri Lanka, no dia 21 de Abril, que já provocaram a morte de mais de 300 pessoas e feriram muitas outras.

    Manifestando o seu pesar ao povo do Sri Lanka e, em particular, às vítimas e seus familiares, o CPPC reafirma a sua frontal condenação das acções de grupos terroristas que têm provocado tantas vítimas em países do Médio Oriente, de África, da Ásia ou da Europa.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu mais profundo pesar pelas vítimas dos recentes atentados terroristas perpetrados na Bélgica, que provocaram mais de 30 mortos e cerca de 270 feridos, e transmite às famílias das vítimas e ao povo belga a sua consternação e solidariedade.

    O CPPC reafirma a sua condenação de todos os actos de terrorismo, de todas as agressões aos povos, e chama a atenção para o desafio comum que está colocado a todos os amantes da Paz: a mobilização pela causa da Paz, pela denúncia e rejeição de todas as formas de terrorismo – incluindo o terrorismo de Estado –, da opressão, da agressão e da guerra.

    Mobilização pela causa da Paz que exige igualmente a rejeição da promoção da xenofobia e do racismo.

    O CPPC não pode deixar de denunciar as políticas de agressão e guerra contra Estados soberanos que os EUA, a União Europeia e a NATO continuam a praticar, inclusive, apoiando e usando grupos que espalham o terror e a destruição no Norte de África, no Médio Oriente ou na Ásia Central e, agora, em países da Europa.

    O CPPC considera que se coloca a exigência e a premência de parar as agressões e guerras, criar condições favoráveis ao desenvolvimento e progresso social, defendendo a liberdade e a democracia, respeitando os direitos e a soberania dos povos e a independência dos Estados, pugnando pela cooperação e diálogo para a resolução política dos conflitos internacionais de acordo com os princípios da Carta da ONU – objectivo que exige de todos os amantes da Paz um maior envolvimento em favor da causa da Paz e da solidariedade com os povos vítimas destas situações de agressão e guerra.

  • Face aos brutais actos terroristas que têm vitimado centenas de pessoas nos últimos tempos, de que são exemplo, o acto terrorista em Nice – cujos contornos continuam por apurar na sua totalidade – ou os atentados recentemente perpetrados em Bagdade, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) transmite, em particular, aos povos francês e iraquiano a sua solidariedade neste momento difícil, de dor e consternação.

    Compreendendo os naturais sentimentos de indignação dos povos vítimas do terrorismo, o CPPC reafirma que a forma mais eficaz de combater este fenómeno é pôr fim às causas que o geram e, em especial, às guerras de agressão que, nos últimos anos, as potências ocidentais têm perpetrado contra Estados soberanos, particularmente no Médio Oriente.

    A agressão dos EUA/NATO ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia e, de forma encapotada, à Síria, levou à promoção e multiplicação de actos terroristas – em primeiro lugar nestes países, mas também noutros locais do mundo, nomeadamente em países da Europa – pelo que a solução não poderá nunca passar pela intensificação desta política de agressão mas pela sua substituição por uma política de desanuviamento, cooperação e respeito pela soberania e independência dos Estados e pelos direitos dos povos, uma efectiva política de Paz.

    O CPPC alerta ainda para as tentativas, aliás já em curso, de instrumentalizar os legítimos sentimentos de dor e indignação, para implementar políticas securitárias e antidemocráticas, promover o racismo e a xenofobia e justificar novas agressões.

    O que se impõe é salvaguardar o legítimo direitos dos povos a viver em paz e a decidir soberanamente dos seus destinos, promovendo a solidariedade e a amizade entre os povos, promovendo o progresso e a Paz.

    Direcção Nacional do CPPC

  • La Carlota (base militar)

    Grupos da "oposição" Venezuelana já por várias vezes atacaram com extrema violência a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda “La Carlota” em Caracas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Armazém de alimentos

    27 de Junho de 2017 - Anzoátegui

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos da "oposição" incendeiam armazéns de alimentos e cadeias de distribuição, na imagem armazém no Estado de Anzoátegui, onde foram destruídas 50 toneladas de alimentos. O armazém servia 278 escolas, 31 centros de diagnóstico médico, 3 prisões, 1 lar de terceira idade entre outras instituições.

  • Numa clara acção de sabotagem e desestabilização grupos da “oposição” atacam e destroem transportes e outros serviços públicos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Comércio

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos terroristas da “oposição” atacam e destroem mercados e estabelecimentos comerciais.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Armas

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Bombas incendiárias

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Conhecidas figuras da denominada oposição instigam, provocam e são responsáveis pela acção dos grupos terroristas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.