Outras Notícias

Venezuela

  • CPPC condena sanções da UE contra a Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena as sanções contra a Venezuela aprovadas pela União Europeia no passado dia 13 e denuncia-as como uma violação grosseira do Direito Internacional e um ato de ingerência que mais não visa que procurar agravar a situação política, económica e social naquele país.

    Essas sanções surgem após a derrota sofrida pelos setores oposicionistas nas recentes eleições regionais venezuelanas, foram adotadas na sequência de medidas idênticas tomadas pelos EUA e da pressão exercida pela administração norte-americana sobre a UE, com um papel destacado do chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy.

  • CPPC denuncia e condena nova conspiração dos EUA contra a Venezuela

    cppc denuncia e condena nova conspiracao dos eua contra a venezuela 1 20200330 2070300903

    Em plena pandemia da COVID-19 no mundo, a Administração dos EUA, presidida por Donald Trump, acaba de dar mais um autêntico golpe contra a Venezuela e o povo venezuelano, ao acusar o seu legítimo Presidente, Nicolas Maduro, e outros responsáveis venezuelanos, de um alegado envolvimento em ‘tráfico de drogas’, sem que tenha sido apresentada uma qualquer demonstração que possa sustentar esta alegação, e ao estabelecer uma recompensa de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua detenção e/ou condenação.

    Os EUA, com a cumplicidade do Governo da Colômbia, insistem na mais miserável provocação e na infame conspiração contra a Venezuela e o Governo presidido por Nicolas Maduro, depois do FMI ter recusado o apoio de 5 mil milhões de dólares à Venezuela para fazer face à COVID-19, numa criminosa postura que revela a mais completa indiferença pelas eventuais consequências da pandemia para o povo venezuelano, assim como para a comunidade portuguesa que vive neste país.

  • CPPC solidário com Venezuela Bolivariana

    cppc solidario com venezuela bolivariana 1 20180523 1079343863

    No próximo domingo, dia 20 de Maio, realizam-se eleições para a presidência da República Bolivariana da Venezuela, culminando um processo eleitoral que tem decorrido com normalidade, apesar da acção desestabilizadora que EUA e seus aliados continuam a protagonizar, seja através da aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções e do bloqueio económico e financeiro, seja da ameaça de intervenção militar e do apoio a acções golpistas naquele país, criando acrescidas dificuldades ao povo venezuelano, e procurando desmobilizar a participação, criar medo e desconfiança no futuro, desacreditar ou mesmo impedir o processo eleitoral.

    As constantes declarações de responsáveis dos EUA e seus aliados contra o Governo de Nicolas Maduro e a permanente tentativa do seu isolamento político visam dificultar a evolução da situação democrática no país e influenciar resultados eleitorais para facilitar a ingerência externa ao serviço da oligarquia venezuelana.

  • CPPC solidariza-se com Venezuela Bolivariana

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena veementemente a acção terrorista praticada por grupos para-militares de extrema-direita e fascistas contra as forças progressistas e revolucionárias venezuelanas, de que é exemplo recente o hediondo assassinato do dirigente e deputado do Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV), Robert Serra, assim como da sua companheira e activista, María Herrera.

  • CPPC visitou a Venezuela

    solidariedade com a revolucao bolivariana 1 20190422 1215474582

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou na 2ª Missão Internacional de Solidariedade com o povo venezuelano, que teve lugar em Caracas nos dias 12 a 14 de Abril. Na missão participaram dezenas de organizações menbro do Conselho Mundial da Paz e da Federação Mundial das Juventudes Democráticas, oriundas de todo o mundo.

    As organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo venezuelano e a sua luta em defesa da soberania, da independência, da autodeterminação e da paz, tendo também repudiado as tentativas por parte dos EUA e seus aliados para promover um golpe de Estado na Venezuela.

  • De Lisboa para o mundo: “Venezuela vencerá!”

    b2a8b670-01c0-4bb9-9946-0e29007d6c74.png

    Foram muitos os que, na segunda-feira, 5 de Janeiro, se concentraram junto à estátua de Simón Bolívar, em Lisboa, para repudiar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e o rapto do presidente Nicolas Maduro e da esposa, Cília Flores, ocorridos dois dias antes. A ação foi convocada pelo CPPC, à qual se associaram organizações e coletivos que estiveram presentes nesse final de tarde. Entre bandeiras venezuelanas, cubanas e de muitas das organizações presentes, ouviram-se palavras de ordem como “Venezuela soberana é bolivariana”, “Os povos dizem não à agressão, EUA do petróleo tira a mão”, “Venezuela não se rende, soberania não se vende” ou “imperialismo não é futuro, liberdade para Maduro”. Os Ritmos da Resistência acrescentaram confiança e calor à solidariedade.
    Apresentada por Inês Jorge, do Projeto Ruído – Associação Juvenil, a concentração contou com as intervenções de representantes do CPPC, da CGTP-IN e da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC). Pelo CPPC, Isabel Camarinha salientou que «as declarações de Trump e seu séquito falam por si e revelam com clareza quais são os verdadeiros interesses dos EUA: pretendem apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial». Dinis Lourenço, da CGTP-IN, lembrou as 1081 sanções e medidas coercivas impostas pelos EUA e a UE à Venezuela para asfixiar a sua economia, prejudicar o seu povo e assim procurar derrotar o seu projeto emancipador. Sandra Pereira, da AAPC, denunciou as ameaças dos EUA contra Cuba e valorizou a resistência dos povos, que «há muito lutam pela sua soberania». Os EUA, denunciou, autodenominam-se a “maior democracia do mundo” mas são na verdade «um perigo para os povos do mundo e a sua ganância é ilimitada».
    Todos repudiaram a postura seguidista do Governo português, que não só não condenou a agressão norte-americana como até encontrou nela “intenções benéficas”. Como salientou Isabel Camarinha, o que o Governo faz é associar-se e legitimar a agressão, «o que é vergonhoso» e contraria a Constituição da República Portuguesa.
    A presidente da direção nacional do CPPC reafirmou, ao terminar a sua intervenção, exigências centrais que estiveram na base da convocação da iniciativa: «Daqui exigimos o fim da agressão e a libertação do Presidente da República Bolivariana da Venezuela e da sua esposa e exigimos ao governo português o cumprimento da Constituição da República Portuguesa que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre os Estados. Daqui reafirmamos a solidariedade com a Venezuela bolivariana, a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas! Paz Sim! Guerra não! Venezuela Vencerá!»
    611641918_1139674065044034_752508788713963678_n.jpg
  • Decreto da Oitava Estrela de Bolívar e Atualidade venezuelana

  • Defender a soberania da Venezuela | Defender o Direito Internacional

    defender a soberania da venezuela defender o direito internacional 1 20190928 1465125561

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia e considera de extrema gravidade a tentativa da Administração Trump de colocar em causa a participação da Delegação da República Bolivariana da Venezuela, designada pelo Governo venezuelano, presidido por Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que neste momento tem lugar na sua Sede, em Nova Iorque.

    Esta nova acção da Administração Trump, que conta com a cumplicidade de governos de países como a Colômbia ou o Brasil, constitui uma flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional que, a consumar-se, abriria um novo e grave precedente de instrumentalização da ONU para o suporte à ingerência, à desestabilização e à agressão contra um Estado soberano e independente – seja a Venezuela ou qualquer outro país.

    Reafirmando a sua solidariedade com o povo venezuelano e a defesa da sua soberania, o CPPC considera que o Estado Português e os seus representantes junto da ONU – em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa e a Carta das Nações Unidas – devem repudiar esta inaceitável manobra dos EUA, rejeitando uma qualquer iniciativa que vise colocar em causa os legítimos representantes da República Bolivariana da Venezuela, designados pelo legítimo Governo do Presidente Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Devolvam o dinheiro roubado à Venezuela

    devolvam o dinheiro roubado a venezuela 1 20211115 1537383128

    Dezenas de pessoas concentraram-se, ao final da tarde de dia 11, junto à sede do Novo Banco para exigir a devolução dos fundos venezuelanos retidos por esta instituição bancária. Nas intervenções de João Coelho, da CGTP-IN, e Luís Carapinha, do CPPC, denunciou-se o caráter desumano e ilegal do bloqueio norte-americano contra a República Bolivariana da Venezuela e as dramáticas consequências sobre o seu povo, incluindo sobre a numerosa comunidade portuguesa que ali vive e trabalha.
    Recentemente, o Novo Banco (que retém mais de 1500 milhões de dólares do Estado venezuelano) não procedeu a um pagamento de medicamentos e vacinas destinados a crianças, o que demonstra a total desumanidade daqueles que todos os dias falam de 'direitos humanos'.
    Entre as palavras de ordem entoadas, ouviu-se «Fim ao bloqueio! Devolvam o dinheiro!» e «Venezuela vencerá! Dinheiro de volta, já!»
  • Devolvam o dinheiro roubado à Venezuela! Fim ao bloqueio dos EUA contra o povo venezuelano!

    devolvam o dinheiro roubado a venezuela fim ao bloqueio dos eua contra o povo venezuelano 1 20211103 1620544629

    O Novo Banco, instituição financeira portuguesa criada na sequência da denominada resolução do antigo Banco Espírito Santo e hoje detida maioritariamente pelo fundo norte-americano Lone Star, não quer transferir parte dos ativos pertencentes à República Bolivariana da Venezuela aí depositados, para o pagamento à Organização Pan-Americana de Saúde de vacinas e medicamentos destinados às crianças venezuelanas.
    O pedido do Banco de Desenvolvimento Económico e Social da Venezuela (Bandes), efectuado a 22 de julho, com este fim, não obteve qualquer resposta do Novo Banco.
    Na sequência das sanções impostas em 2017 pelos Estados Unidos da América contra a Venezuela e o povo venezuelano, foram ilegalmente roubados ativos e bloqueadas contas da República Bolivariana da Venezuela em diversas instituições financeiras. O Novo Banco foi uma das instituições que reteve estes fundos, pertencentes ao Estado venezuelano, e que nada nem ninguém deverá impedir que possam ser utilizados para dar resposta às necessidades do povo daquele país.
  • Dia da Dignidade Nacional

    Dia da Dignidade Nacional - 4 de Fevereiro de 1992 Comemoração do 23º aniversário do Movimento Civico-Militar

  • Dia da Dignidade Nacional: Projecção do documentário "4 de Fevereiro na História" na Casa da Paz

    No passado dia 4 de Fevereiro, na Casa da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação assinalou o Dia da Dignidade Nacional da República Bolivariana da Venezuela.
    Nesta ocasião em que se assinalava o 23º aniversário do levantamento cívico militar de 1992 e que contou com a presença do Ex.mo Senhor Embaixador da Venezuela Lucas Ríncon Romero foi projectado o documentario "4 de Fevereiro na História".

     

  • Dia da Resistência Indígena

  • Dia de Ação Mundial de Solidariedade com a Venezuela | Fim à agressão, respeitar a soberania

    dia de acao mundial de solidariedade com a venezuela 1 20200418 1044023054

    O CPPC associa-se e convida todos a se associarem à iniciativa lançada pelo Comité de Solidariedade Internacional e Luta pela Paz (COSI - Venezuela) e pelo Conselho Mundial da Paz que assinala o dia 19 de abril.


    "19 de abril de 2020
    Dia Mundial de Ação em Solidariedade com a Venezuela

    Os partidos políticos, organizações e indivíduos abaixo assinados erguem as suas vozes em solidariedade com o povo Venezuelano que hoje é vítima de um cerco brutal e de sanções criminosas pelas potências imperialistas. Hoje, 19 de abril de 2020, quando se comemora o 210.º aniversário do grito do povo Venezuelano pela independência contra o domínio do antigo império espanhol, expressamos o nosso firme apoio à luta do povo Venezuelano para preservar essa independência e exercer o seu direito à soberania e autodeterminação.

  • DIA DE ACÇÃO MUNDIAL EM SOLIDARIEDADE COM A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA

    Realizou-se no dia 19 de Abril, no auditório da Junta de Freguesia da Amora, no Seixal, uma sessão de solidariedade com a Revolução Bolivariana, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC), no âmbito do apelo para o assinalar de um dia de acção mundial de solidariedade com a Venezuela.

    Na mesa da sessão estiveram o Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Sr. Engº Joaquim Santos, O Embaixador da Venezuela, Sr. General Lúcas Ríncon, a Embaixadora de Cuba Sra. Johana Tablada, o presidente da AAPC, Sr. Augusto Fidalgo e o vice-presidente do CPPC, Sr. Coronel Baptista Alves, que presidiu à sessão.

    A sessão, que iniciou com a leitura de alguns poemas, por Jorge Feliciano, contou ainda com a participação do Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Manuel Araújo e de dezenas de pessoas, entre as quais, cidadãos venezuelanos que se encontram em Portugal.

    A 19 de Abril comemora-sa o aniversário do início da luta pela indepedencia da Venezuela, em 1810, e também o aniversário da vitória cubana contra a tentativa de invasão de Playa Giron em 1961.

     

  • DIA DE ACÇÃO MUNDIAL EM SOLIDARIEDADE COM A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA

    19 DE ABRIL - 15H AUDITÓRIO DA J.F. AMORA - SEIXAL

    No âmbito do apelo para um dia internacional de solidariedade com a Revolução Bolivariana - promovido pelo Comité de Solidariedade Internacional (COSI) venezuelano, organização membro do Conselho Mundial da Paz - e no aniversário da revolução em Caracas em 1810, que marca o início da luta pela independência, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Associação de Amizade Portugal-Cuba promovem uma sessão de solidariedade com a Revolução Bolivariana.

     

     

  • Dia Internacional de Solidariedade com a Venezuela | Videoconferências

    No Dia Internacional de Solidariedade com a Venezuela, o Comité de Solidariedade Internacional (Venezuela) e o Conselho Mundial da Paz promovem um conjunto de videoconferências.

    dia internacional de solidariedade com a venezuela videoconferencias 2 20200423 1622299109

    dia internacional de solidariedade com a venezuela videoconferencias 1 20200423 1535691591

    dia internacional de solidariedade com a venezuela videoconferencias 3 20200423 1975371013

  • Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela

    dia mundial de solidariedade com a venezuela fim a agressao respeitar a soberania 1 20200418 1539242558

    Assinala-se a 19 de Abril, o Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela, que celebra o início da luta pela independência do jugo colonial espanhol, em 1810, dirigida por Simón Bolívar.

    Hoje, 210 anos passados, o combate pela afirmação da soberania e independência nacional da Venezuela, associada ao progresso social do seu povo, não só prossegue como se encontra num momento particularmente importante.

    Este dia assinala-se, numa situação complexa para os povos do mundo, devido à pandemia da COVID-19. Na Venezuela, as medidas de saúde pública prontamente assumidas pelas autoridades bolivarianas, e ao apoio solidário das equipas médicas cubanas, têm prevenido e combatido a doença, com alcançando taxas de contágio e de mortalidade especialmente baixas.

  • Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela

    19 de Abril 2016 - 17h30 - Almada

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associando-se ao Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela, assinalado na data em que se comemoram 206 anos do início da luta pela independência daquele país, em 19 de Abril de 1810, promove uma sessão pública no Átrio do Fórum Municipal Romeu Correia em Almada.

    Participa!

  • Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se ao Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela, que hoje se assinala, saudando o Comité de Solidariedade Internacional da Venezuela (COSI) e as outras forças populares venezuelanas que defendem os importantes avanços progressistas alcançados na Revolução bolivariana e, nomeadamente, a soberania e a independência da República Bolivariana da Venezuela face à ingerência e agressão externas.

    Neste dia de solidariedade com o povo venezuelano e a Venezuela, o CPPC reafirma a exigência do fim da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos contra este país.