Venezuela

  • Eleições na Venezuela foram expressão da vontade soberana do seu povo

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a realização, no passado dia 6 de dezembro, das eleições legislativas na República Bolivariana da Venezuela valorizando o que elas significam de expressão da vontade democrática de um povo decidir livremente do seu destino, sem pressões ou ingerências externas.
    O CPPC exige que o governo português rompa definitivamente com a política de ingerência dos Estados Unidos da América e da União Europeia sobre a Venezuela, abandone o seu apoio aos sectores golpistas (encabeçados por Juan Guaidó) e, de uma vez, reconheça as legítimas instituições deste país. Esta é a postura que respeita o espírito e a letra da Constituição da República Portuguesa e melhor serve os interesses da numerosa comunidade portuguesa residente naquele país sul-americano e os de todo o povo português.
    Das autoridades portuguesas exige-se também que pugnem pelo levantamento imediato das sanções e do bloqueio imposto pelos EUA à Venezuela e pela devolução por parte do Novo Banco dos avultados recursos soberanos que tem ilegal e ilegitimamente cativos.
    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da República Bolivariana da Venezuela e a sua luta em defesa da soberania, do progresso social e da paz, contra a ingerência do imperialismo e a violência golpista.
    Direção Nacional do CPPC
  • Em defesa da soberania da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação denuncia a operação de ingerência que está a ser levada a cabo neste fim-de-semana contra a República Bolivariana da Venezuela, promovida de forma coordenada por diversos países, sob a orientação dos Estados Unidos, em conluio com sectores da oligarquia interna.

    Esta campanha – económica, política, diplomática e mediática – é dirigída contra as instituições democráticas venezuelanas, incluindo os seus legítimos Presidente e Governo, e procurando degradar as condições sociais naquele país, prejudicando seriamente amplos sectores sociedade venezuelana - que integra uma vasta comunidade portuguesa.

  • Encontro COSI / CPPC

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    No dia 4 de Setembro, o CPPC recebeu, na Casa da Paz, Carolus Wimmer, presidente do COSI - Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz, da Venezuela. No encontro entre as duas delegações foram abordados os problemas que o povo da República Bolivariana da Venezuela está a enfrentar, tendo em conta o criminoso bloqueio económico e financeiro que EUA e seus aliados, incluindo a União Europeia, mantêm à Venezuela. Foi reafirmado pelo CPPC a continuação da solidariedade e empenhamento na defesa do direito soberano da Venezuela escolher o seu caminho de progresso e paz e o prosseguimento da exigência junto das autoridades portuguesas da defesa dos princípios consignados no artigo 7º da Constituição da República Portuguesa. Foram também abordadas linhas de trabalho futuro e de cooperação entre COSI e CPPC.

  • Entregue Carta Aberta contra agressão militar dos EUA à Venezuela

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    A Carta Aberta "Pela Paz e a Soberania! Não à agressão militar dos EUA à República Bolivariana da Venezuela e a outros países na América Latina e Caraíbas" foi entregue na residência oficial do primeiro-ministro ao final da manhã, por representantes das organizações promotoras: Associação de Amizade Portugal Cuba (AAPC), Associação Portuguesa de Juristas Democratas (APJD), Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e Projeto Ruído - Associação Juvenil.
    Eis o teor da Carta:
    Carta Aberta
    Pela paz e a soberania!
    Não à agressão militar dos EUA à República Bolivariana da Venezuela e a outros países na América Latina e Caraíbas
    Exmo. Senhor
    Primeiro Ministro
    Dr. Luís Montenegro
    Os princípios do direito internacional, consagrados na Carta das Nações Unidas, reconhecem a soberania e os direitos dos povos, incluindo à paz, ao desenvolvimento e a disporem dos seus recursos, e rejeitam a ingerência, a agressão e a guerra ou a sua ameaça, incluindo pela imposição de medidas coercivas unilaterais e o roubo de recursos.
    A concentração de poderosos meios militares dos Estados Unidos da América junto às fronteiras da República Bolivariana da Venezuela, as ações belicistas, as ameaças de uma agressão militar contra este e outros países da região, os ataques a embarcações e o assassinato das suas tripulações, a apreensão de um petroleiro e a ameaça de um bloqueio naval, constituem claras violações do direito internacional que não podem deixar de ser denunciadas e condenadas.
    A intensificação do bloqueio contra Cuba, as medidas coercivas contra a Nicarágua ou as pressões e as medidas económicas e políticas contra o Brasil, o México e outros Estados, revelam as intenções dos EUA de imporem o seu domínio sobre esta região e tentarem impedir a afirmação da soberania e o direito ao desenvolvimento dos povos latino-americanos e caribenhos.
    O pretexto anunciado – o alegado “combate ao narcotráfico” – lembra outras falsidades que serviram para dar cobertura a guerras outrora desencadeadas, como as “armas de destruição massiva” usadas como pretexto para agredir e destruir o Iraque, que simplesmente não existiam. As reais motivações dos EUA eram, como são agora, outras: o controlo e o saque do petróleo – a Venezuela tem as maiores reservas do mundo – e de outros importantes recursos naturais, a imposição da sua hegemonia e a destruição de seja quem for que a estes intentos se oponha.
    As organizações subscritoras desta Carta Aberta, que intervêm em várias áreas da vida do País, condenam as ameaças de agressão militar contra a República Bolivariana da Venezuela, que constituem uma ameaça contra o povo venezuelano, a sua soberania e os seus direitos, e lembram que vivem neste país centenas de milhares de emigrantes portugueses, que sofrerão igualmente com uma eventual agressão militar, do mesmo modo que têm sofrido com o bloqueio económico imposto pelos EUA à Venezuela, que tanto tem prejudicado o seu livre desenvolvimento e o bem-estar do seu povo.
    Pelo que instam o Governo português a expressar a condenação da ingerência e das abertas violações do direito internacional por parte dos EUA, incluindo a declarada ameaça de agressão militar à Venezuela e a outros países da região, defendendo os interesses do povo português, nomeadamente da comunidade portuguesa na Venezuela, e em consonância com os princípios inscritos no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa.
    Só o respeito pela soberania e os direitos dos povos asseguram a paz e a segurança na região da América Latina e Caraíbas, assim como por todo o mundo – o que corresponde às mais profundas aspirações dos povos.
    Lisboa, 18 de Dezembro de 2025
  • EUA apodera-se ilegalmente da CITGO - Parem de roubar a Venezuela e o seu povo!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia a recente decisão adoptada pela Administração norte-americana, através do Departamento do Tesouro, de apoderar-se da empresa CITGO Petroleum Corporation, pertencente à Petróleos de Venezuela (PDVSA), e de a entregar a forças da denominada “oposição” venezuela que servem a política de ingerência, saque e agressão promovida pelos Estados Unidos da América contra a República Bolivariana da Venezuela e o seu povo.
     
    Uma decisão nula e ilegal nos termos da legislação venezuelana e do direito internacional, que não é reconhecida pelo Estado venezuelano, nem pelos seus órgãos soberanos, incluindo o Executivo Nacional, dirigido pelo Presidente Nicolás Maduro.
     
    Esta inaceitável decisão enquadra-se no longo historial de ações criminosas e provocatórias dos EUA, designadamente contra a Venezuela, incluindo através da aplicação de cruéis sanções – impostas à margem da Organização das Nações Unidas e em afronta aos princípios da sua Carta –, com que procuram atingir as condições de vida do povo venezuelano que corajosamente tem defendido o direito de decidir soberanamente o seu caminho de desenvolvimento.
  • EUA Tirem as mãos da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente e considera da maior gravidade as declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, proferidas ontem dia 11 de Agosto, onde afirma que a Administração norte-americana tem muitas opções para a Venezuela, incluindo a “opção militar”.

    Estas inaceitáveis declarações de Trump colocam de novo em evidência o que há muito tem vindo a ser denunciado: que a desestabilização da Venezuela tem como principal responsável e promotor os EUA, que apoiam forças anti-democráticas e a violência de grupos fascistas com o objectivo de promover um golpe de Estado contra um país soberano, contra a sua Constituição, contra o seu legítimo governo, contra o seu povo.
    Um golpe de Estado, atentatório da soberania e independência da República Bolivariana da Venezuela e direccionado contra todos aqueles que estão empenhados em construir um futuro de paz e de progresso social na Venezuela e um caminho de cooperação entre os povos da América Latina e Caraíbas livre da tutela e dominio dos EUA.

  • Fim à agressao dos EUA à Venezuela! Pela paz! Não às ameaças dos EUA a países da América Latina e Caraíbas!

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    No dia 13 de janeiro, ao final da tarde, teve lugar, na Casa do Alentejo, em Lisboa, uma sessão pública sobre a situação na América Latina, de denúncia da agressão dos EUA à Venezuela e de solidariedade com os povos da América Latina e das Caraíbas!
    Os intervenientes, recebidos com uma grande ovação, foram a Embaixadora da Venezuela, Mary Flores, o Embaixador de Cuba, José Ramón Saborido Loidi, Moara Crivelente, do CEBRAPAZ, Pedro Prolaa, do núcleo do PT em Lisboa, e Sandra Pereira da Associação de Amizade Portugal Cuba. Na sessão dirigida por Isabel Camarinha, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, foram denunciadas as ameaças dos EUA a países desta região, nomeadamente a Cuba, Colômbia, Brasil ou México e a agressão militar à Venezuela, exigiu-se o respeito pelo direito internacional, o fim da agressão dos EUA à Venezuela e a libertação do presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, a deputada Cilia Flores.
    Entre outros aspetos, relembrou-se e reafirmou-se a importância da declaração da CELAC de 2014 que determinou a região da América Latina e das Caraíbas como uma Zona de Paz, um compromisso que estabelece esta zona como um território livre de conflitos, com respeito pelos «princípios e normas do direito internacional», ao direito inalienável de cada estado escolher o seu sistema económico, político, social e cultural como condição essencial para assegurar a convivência pacífica entre as nações», à «solução pacífica das controvérsias na região e no Mundo» e à promoção do desarmamento nuclear como «objectivo prioritário» para manter a paz na região.
    Do público, foram várias as intervenções que expressaram a solidariedade dos presentes com a luta destes povos pelo seu direito à soberania e paz, reafirmando o compromisso com o prosseguimento da mesma.
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  • Fim à agressão militar dos EUA à Venezuela, no Porto

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    No dia 5 de janeiro, no Porto, na Praça D. João centenas reafirmaram a sua solidariedade com o povo venezuelano e manifestaram o repúdio pela política de agressão dos EUA.
    As intervenções de Joana Teixeira da AAPC, de Paulo de Carvalho da USP/CGTP-IN, do Prof. Rui Pereira e Manuela Branco, do CPPC, repudiaram o ataque à Venezuela e o sequestro do seu presidente Nicolás Maduro Morós e da sua esposa Cilia Flores, por forças dos EUA numa clara violação do direito internacional. Reafirmaram e exigiram a condenação dos EUA pelo roubo de petróleo, ataques a embarcações e assassinatos de pessoas, bem como a ingerência nas opções politicas e económicas dos Venezuelanos.
    Condenada foi, também, a posição do Governo português, que face aos mesmos acontecimentos, legitimou a ingerência e agressão militar por parte dos EUA, a um país soberano, com é a República Bolivariana da Venezuela, afirmado que tais actos tinham “intenções benignas".
    Exigiu-se o fimd agressão e a libertação do presidente Nicolás Maduro Morós, cantando: Imperialismo não é futuro! Liberdade para Maduro.
  • Fim à agressão militar dos EUA contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente a agressão militar norte-americana nesta madrugada contra a República Bolivariana da Venezuela e o rapto do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, Cília Flores.
    Esta agressão é totalmente ilegal à luz do direito internacional e deve ser condenada inequivocamente. Não cabe aos EUA determinar as opções políticas e económicas de nenhum Estado.
    O CPPC reclama do Governo português uma clara condenação da agressão militar dos EUA à Venezuela, em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa, que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre Estados.
    Os ataques militares dos EUA em Caracas e em várias regiões da Venezuela, seguem-se a meses de ameaças, roubo de petróleo, ataques a embarcações e assassinato das suas tripulações, que por sua vez se sucederam a anos de bloqueio económico, roubo de activos e promoção da ingerência e da violência no plano interno.
    Como era evidente, o que os EUA pretendem é apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo. É isto, e não quaisquer falsas e hipócritas preocupações com a "democracia" ou o "narcotráfico", que move os EUA no que concerne à Venezuela e aos outros países da América Latina e Caraíbas.
    A apresentação recente da «Estratégia de Segurança Nacional» dos EUA aponta precisamente para o domínio norte-americano da América Latina e Caraíbas, numa reedição da famigerada Doutrina Monroe.
    Apelando à solidariedade com o povo venezuelano e com a numerosa comunidade portuguesa que ali vive e trabalha, o CPPC reafirma a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas.
    O CPPC apela à participação no ação de protesto «Fim à agressão militar dos EUA contra a Venezuela», que se realizará no próximo dia 5 de Janeiro, Segunda-feira, às 18h00, na Avenida da Liberdade, junto à Estátua de Simón Bolívar, em Lisboa.
    A Direção Nacional do CPPC
    03-01-2026
  • Fim à desestabilização e a bloqueio - Solidariedade com ao Revolução bolivariana e o povo venezuelano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, a pressão, a chantagem, o bloqueio e a interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

    O não reconhecimento do Presidente democraticamente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, é mais um episódio do longo processo de ingerência e desestabilização promovido e levado a cabo pelos Estados Unidos da América e pela oligarquia venezuelana e que dura há 20 anos, tantos quantos tem a Revolução Bolivariana – o golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez em 2002, a sabotagem da empresa estatal de petróleo PDVSA, o terrorismo, o bloqueio e as sanções económicas e diplomáticas foram e são métodos utilizados para dificultar a acção e, se possível, derrubar o poder bolivariano, as instituições legítimas do país, sufragadas democraticamente ao longo de 20 anos.

  • FIM À OPERAÇÃO GOLPISTA! NÃO À AGRESSÃO CONTRA A VENEZUELA!

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  • Fim do bloqueio contra a Venezuela

     

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    Os Estados Unidos da América, particularmente durante a Administração Trump, impuseram medidas coercivas contra a República Bolivariana da Venezuela, que agridem a soberania e os direitos do povo venezuelano – medidas que a Administração Biden insiste em manter.

    As medidas ilegais e com carácter extraterritorial impostas pelos EUA – com a cumplicidade da União Europeia –, em desrespeito da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, configuram um bloqueio económico e financeiro que atinge severamente a economia da Venezuela e as condições de vida do povo venezuelano.

    Recorde-se que ao bloqueio se acresce o colossal roubo de recursos do Estado venezuelano por parte dos EUA e do Reino Unido, no valor de dezenas de milhares de milhões de dólares, a que se adicionam os mais de 1400 milhões de dólares ilegalmente retidos em Portugal no Novo Banco.
  • Governo português com Trump contra a Venezuela

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia da forma mais veemente o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, datado de 31 de Março, que constitui uma nova e inaceitável ingerência nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, uma afronta à soberania do povo venezuelano e, consequentemente, um desrespeito pelos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta da ONU, do direito internacional.

    No comunicado do MNE português é saudada a inadmissível e vergonhosa manobra de chantagem da Administração Trump contra a Venezuela que – a partir da utilização da situação criada com a pandemia da COVID-19 –, faz depender o levantamento gradual das suas ilegais e criminosas sanções e bloqueio económico e financeiro contra o povo venezuelano, da aceitação da imposição de um dito “governo de transição” tutelado pelos EUA e à margem da Constituição da Venezuela.

  • Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder

    Solidariedade com a Revolução Bolivariana
    Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder
    Exposição "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar"
    5 de Março de 2014 - 18h30
    Casa do Alentejo - Lisboa

    https://www.facebook.com/events/1399256280334774/

     

  • Importante sessão no Porto sobre Venezuela hoje

    ini.jpgNo passado dia 22 de Janeiro, no Porto, nas instalações da UPP, no Porto, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), decorreu uma importante e muita participada sessão sobre a situação atual na Venezuela, com a embaixadora da Venezuela em Portugal, Mary Flores, o professor universitário Rui Pereira e em representação do Conselho Português para a Paz e a Cooperação a presidente da DN, Ilda Figueiredo. A excelente participação, de cerca de 100 pessoas, implicou a distribuição por duas salas, transmitida on-line. Nas intervenções iniciais e nas que se seguiram de diversos participantes, designadamente alguns que foram à Venezuela, e estiveram presentes em Caracas aquando da recente posse do presidente eleito Nicolás Maduro, foram dadas significativas informações e testemunhos sobre a realidade da Venezuela, da evolução da revolução Bolivariana iniciada por Hugo Chaves, das profundas transformações e progresso social, apesar do boicote de EUA e seus apoiantes. Todos salientaram o grande apoio popular e a alegria que se viveu na Venezuela com o presidente Nicolás Maduro e a revolução bolivariana. A sessão terminou com a reafirmação da solidariedade ao povo venezuelano, ao seu presidente e à Revolução Bolivariana.

  • Início do Processo de Independência da Venezuela. Comemoração do 204º aniversário

    No próximo dia 22 de Abril, pelas 18h30, na Casa do Alentejo em Lisboa a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela assinala o 204º aniversário do início do processo de independência da Venezuela, com uma exposição de fotografia e litografia. O Conselho Português para a Paz e Cooperação, que colabora na realização da iniciativa, apela à participação de todos os amigos e amigas neste momento de solidariedade com a revolução bolivariana.

  • Intervenção de Ilda Figueiredono ato político-cultural "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!"

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    Leia a intervenção de Ilda Figueiredo, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no ato político-cultural "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!" ocorrida no passado dia 22 de Fevereiro na Voz do Operário em Lisboa.

    "Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de todas as organizações promotoras, saúdo as amigas e amigos que connosco participam neste imprescindível ato político cultural em defesa da Paz e de afirmação da solidariedade com a Revolução Bolivariana, destacando em particular os artistas que vamos ver e ouvir, assim como a direção e os trabalhadores da Voz do Operário que nos cederam esta sala e apoiaram na organização desta sessão.
    Um caloroso agradecimento a todos os que tornaram possível esta iniciativa.

  • Liberdade para o diplomata Alex Saab

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação pela detenção ilegal do diplomata Alex Saab, enviado especial da República Bolivariana da Venezuela, que se prolonga há mais de dois anos.
    Em 2020, num contexto em que a pandemia agravava ainda mais a vida dos povos e países que se encontram sob ilegais e desumanos bloqueios e sanções económicas impostas pelos EUA, como é o caso da Venezuela, Alex Saab encontrava-se numa missão diplomática que visava garantir o fornecimento de alimentos e equipamento médico para o povo venezuelano, tendo sido ilegalmente detido em Cabo Verde a pedido das autoridades dos EUA, para onde acabou de ser transferido em Outubro de 2021, e onde permanece encarcerado.
    As sanções ilegais e unilaterais impostas pelos EUA à Venezuela violam abertamente a Carta das Nações Unidas e o direito internacional e constituem um brutal acto contra o povo venezuelano que importa denunciar.
  • Não à agressão à Venezuela | Salvaguardar a paz e a soberania

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    Uma tentativa de agressão terrorista contra a Venezuela, por um grupo de mercenários, a partir da Colômbia, foi frustrada no dia 3 de maio por organizações populares e forças militares venezuelanas. Dos confrontos resultaram oito vítimas mortais e vários prisioneiros.

    Esta situação grave enquadra-se nas ameaças que há muito vêm sendo feitas pelos EUA, a Colômbia e os sectores da oposição venezuelana ao serviço dos interesses dos EUA, de que também faz arte o ameaçador reforço da presença militar norte-americana junto à costa venezuelana, com o tão falso quanto provocatório argumento da luta contra o narcotráfico.

    Apesar da derrota de mais esta tentativa, impõe-se, aos que defendem a paz, a soberania e o direito internacional, permanecerem alerta contra todos quantos tentam promover a violência e cumprir os planos do imperialismo de dominar a Venezuela e a região.

  • Não à agressão à Venezuela | Salvaguardar a paz e a soberania

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    No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear ações de carácter terrorista.

    A tentativa de agressão foi gorada pela ação das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos atualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).

    Esta nova tentativa de agressão enquadra-se nas ameaças de intervenção militar que há muito vêm sendo feitas contra a Venezuela pelos EUA, com o apoio da Colômbia e de sectores golpistas da oposição venezuelana; e seguem-se ao recente reforço da presença militar norte-americana junto a águas territoriais venezuelanas, sob o pretexto da denominada ‘luta contra o narcotráfico’, como antes foram usados outros pretextos pelos EUA para as suas guerras de agressão, igualmente falsos e provocatórios.