Outras Notícias

WPC

  • Apelo a Acção do Conselho Mundial da Paz

    apelo a accao do conselho mundial da paz 1 20140828 1187591298

    NATO: Principal instrumento militar do imperialismo

    Cimeira da NATO, País de Gales, 4 a 6 de Setembro de 2014

    O Conselho Mundial da Paz apela a todas as pessoas do mundo amantes da paz para mobilizarem por um Dia Internacional de Protesto contra a NATO, no dia 30 de Agosto de 2014

    2014: Centenário da 1ª Guerra Mundial – 75 anos do início da 2ª Guerra Mundial

    O ano de 2014 assinala o 100º aniversário do início da 1ª Guerra Mundial. Foi um

  • Apelo aos Povos da Europa - Dar mais força à luta pela paz!

    dia internacional da paz 2017 1 20170920 1418491887

     

    No âmbito da decisão tomada pela Assembleia Mundial da Paz, ocorrida no Brasil e reafirmada pela Reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP) na Europa, ocorrida em Berlim, de assinalar o Dia Internacional da Paz com iniciativas contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva, e contra as bases militares estrangeiras, as organizações membro do CMP na Europa unem-se e contribuem para o sucesso deste Dia de Acção ao, entre outras actividades, colectivamente redigirem e divulgarem o "Apelo aos povos da Europa - Dar mais força à luta pela paz! - 21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras"

     

    21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras

    As organizações membro do Concelho Mundial da Paz na Europa decidiram celebrar o Dia Internacional da Paz — proclamado pelas Nações Unidas para o dia 21 de Setembro — unindo as suas vozes num apelo aos povos da Europa para dar mais força à luta pela paz!

    Os povos da Europa e de todo o Mundo enfrentam a crescente agressividade global do imperialismo, a escalada do militarismo, o aumento da despesa militar, a corrida por novas, mais sofisticadas e destrutivas armas, incluindo armas nucleares, a instalação de novas forças militares e equipamentos em bases

  • Comunicado Final do Encontro do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz

    O Comité Executivo (CE) do Conselho Mundial da Paz realizou com sucesso nos dias 23 a 25 de Novembro de 2013, em Caracas, na Venezuela, o seu primeiro encontro após a Assembleia de Katmandu (Julho de 2012). Foram proporcionadas ao encontro excelentes condições pelo Comité Internacional de Solidariedade (COSI), membro do Conselho Mundial da PAZ.

    Lembramo-nos bem da realização da Assembleia da Paz, em 2008, onde se anunciou Caracas como a “Capital Mundial da Paz e da luta Anti-imperialista”. A nossa Assembleia foi realizada sob os auspícios do falecido Presidente, Comandante Hugo Chavez, a quem prestamos o nosso mais profundo respeito pela sua contribuição e liderança de sucesso na revolução bolivariana, como o líder genuino do seu povo, amplamente reconhecido mundialmente.

  • Conselho Mundial da Paz exige libertação dos 3 cubanos presos nos EUA

    os cinco 1 20140228 1517325565

    Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, enviou uma carta ao presidente dos EUA, onde é exigida a libertação imediata dos três cubanos injustamente presos naquele país.  

    O texto da carta:

    "São Paulo, 4 de Junho de 2014
    SR. BARACK OBAMA
    PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS
     
    Senhor presidente,
     
    Da mesma forma que muitos movimentos sociais, personalidades do meio acadêmico, científico e artístico, e especialmente renomados juristas estrangeiros, venho, na condição de presidente  do Conselho Mundial da Paz,interceder em favor da imediata liberação dos 3 cidadãos cubanos, injustamente presos  nos Estados Unidos por protegerem seu país de atentados terroristas.

  • Conselho Mundial da Paz repudia violência fascista na Ucrânia

     fim as operacoes de ingerencia externa na ucrania 1 20140219 1524969842

    Em nome da presidência do Conselho Mundial da Paz, repudiamos com todas as nossas forças a escalada das ações militares do governo golpista da Ucrânia contra os movimentos federalistas do Sul e Leste do país, assim como o apoio explícito que este governo vem dando às ações criminosas cometidas por neonazistas.

    É uma gravíssima violação dos direitos humanos o massacre ocorrido no dia 2 de maio em Odessa, na Casa dos Sindicatos, onde manifestantes foram presos no prédio em chamas enquanto grupos neonazistas bloqueavam suas saídas. Com profunda dor, prestamos nossas condolências e solidariedade às famílias das vítimas.

    O atual governo ucraniano não possui legitimidade, assumiu o poder por meio de um golpe de Estado orquestrado pelo imperialismo estadunidense e europeu. Por trás deste golpe está o objetivo de desestabilizar o país e instalar um regime fantoche que aceite alargar a OTAN até as fronteiras com a Rússia. A presença de organizações ultranacionalistas de inspiração fascista e nazista no governo de Kíev merece o repúdio de todos os amantes da paz no mundo.

    Quando o mundo rememora o centenário da Primeira Guerra Mundial e transcorre o 75º aniversário da Segunda, episódios de que os povos tiram ensinamentos para impulsionar a construção da paz, é inaceitável que os Estados Unidos e a União Europeia continuem a fomentar conflitos que podem resultar em tragédias de graves proporções.

    Expressamos nossa solidariedade com as populações da Ucrânia na luta por seus legítimos direitos.

    Socorro Gomes
    Presidente do Conselho Mundial da Paz

     

    Original em http://cebrapaz.org.br/site/todas-as-noticias/1019-conselho-mundial-da-paz-repudia-violencia-fascista-na-ucrania.html

  • Declaração da Presidência do Conselho Mundial da Paz sobre o a situação entre a China e o Vietname

    logo cmp 1 20131202 1279315088Em nome da Presidência do Conselho Mundial da Paz (CMP), expressamos preocupação sobre a crise envolvendo a China e o Vietname. Estes países têm uma história comum de luta contra o colonialismo e o imperialismo e têm um projecto socialista, com o objectivo de superar o capitalismo. Somos solidários com as exigências do povo vietnamita e reconhecemos que a China é um país com plenas condições de estar aberto para um acordo, para um diálogo construtivo. Entendemos que o imperialismo dos EUA é hoje a maior ameaça aos povos da China e do Vietname, que com o sangue de seus heróis revolucionários foram capazes de derrotar maiores inimigos no passado, tem hoje plenas condições de chegar a diálogos visando a paz e a compreensão mútua.

    Socorro Gomes
    Presidente do CMP

    17 de Maio de 2014

  • Declaração do CMP sobre a situação no Mar do Sul da China

    logo cmp 1 20131202 1279315088O Conselho Mundial da Paz (CMP) manifesta sérias preocupações sobre a situação na região do Mar do Sul da China (Mar do Leste) em relação à disputa sobre as águas na área entre a República Socialista do Vietname e a República Popular da China, dois países amigos há décadas.

    O CMP apoia os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS) de 1982 e exorta todas as partes envolvidas para que se abstenham de acções unilaterais que minam este princípio. Ao mesmo tempo apelamos para acções de desescalada do conflito, a retirada do exército e da

  • Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

    assembleia nacional constituinte 1 20170727 1410065243

    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.