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Que não se esqueça, para que nunca mais se repitam!

O Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 35 anos decorridos sobre o massacre de refugiados palestinianos – muitos dos quais crianças, mulheres e idosos – perpetrados de 12 a 18 de Setembro de 1982 pelos falangistas libaneses, com a cumplicidade e apoio de Israel, nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, situados nos arredores de Beirute, no Líbano.

Estes massacres ocorreram aquando da guerra civil no Líbano, que foi seguida da invasão e ocupação de Beirute, capital deste país, por Israel. Sendo um crime dos fascistas libaneses («Falange»), foi apoiado pelas tropas israelitas, que cercaram os campos de refugiados, enquanto os palestinianos eram massacrados.

Em 16 de Dezembro de 1982, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma moção – sem votos contra, com 22 abstenções e 123 votos a favor – considerando estes massacres um acto de genocídio.

Nesta data, em que recorda este hediondo acto de barbárie sobre populações indefesas – e tal como então, quando denunciou o massacre e manifestou o seu apoio à justa causa do povo palestiniano –, o CPPC reafirma o seu empenhamento no fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, na criação de um Estado da Palestina, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerúsalem Leste, na libertação dos prisioneiros politicos palestinianos encarcerados nas prisões israelitas e no respeito do direito de regresso dos refugiados palestinianos – como impõe o espirito e a letra da Carta das Nações Unidas e exigem inúmeras resoluções da ONU.

VIVA A PALESTINA LIVRE E INDEPENDENTE!