O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinalou, por todo o país, o dia Internacional da Paz











Ao tomar conhecimento do falecimento de Mário Moutinho de Pádua, personalidade que sempre se empenhou na defesa da Paz, membro da Presidência do CPPC, a Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, neste momento triste, expressa condolências à família e reafirma que o seu exemplo e a sua obra continuarão a servir a nobre causa da Paz.

No próximo dia 7 de Outubro irá realizar-se o Concerto pela Paz em Lisboa.
Será às 16h no Fórum Lisboa, convidamos todos a participar!

Em 1981, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 21 de setembro como o Dia Internacional da Paz.
Assinalando esta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reitera o seu compromisso de contribuir para a mobilização de tantos quanto possível em prol da defesa da paz e da cooperação e contra a guerra.
Assinalar esta data é sublinhar a importância de trilhar um caminho de promoção da paz, direito de todos os povos, que passa pelo respeito ao seu direito de autodeterminação e à sua soberania, entre outros princípios fundamentais consagrados na Carta das Nações Unidas.
Assinalar esta data é reafirmar que é necessário continuarmos a agir para criar as condições em que a amizade, a solidariedade e a cooperação substituam a ingerência, a desestabilização, a violência nas relações internacionais – para que uma cultura de paz possa, finalmente, desenvolver-se em toda a sua plenitude.
No atual contexto em que vivemos, perante uma situação internacional preocupante e imprevisível, é determinante continuarmos a assinalar esta data, e é determinante também que, em todos os outros dias do ano, continuemos a lutar em defesa da paz.
Num quadro em que os povos de todo o mundo são confrontados com a continuação e intensificação de conflitos – seja na Europa, no Médio Oriente ou em África –, com o aumento das despesas militares, com a escalada armamentista – com cada vez mais sofisticado armamento, incluindo nuclear –, com a instalação de bases militares em países terceiros, é necessário levantar a voz para contestar tais decisões e caminho.
Neste dia, não podemos também de deixar de denunciar o alargamento da NATO cada vez mais para o leste da Europa e a criação de novos blocos e articulações político-militares – como AUKUS ou o QUAD na região Ásia-Pacífico – que representam uma grande e acrescida ameaça à construção de um mundo de paz.