
Nos termos dos estatutos do CPPC, vai realizar-se a Assembleia da Paz em 27 de novembro, incluindo as eleições para os órgãos sociais.
A Assembleia da Paz, com o lema " Reforçar o movimento da Paz", decorrerá na parte da manhã, a partir das 10h00, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, rua Vítor Cordon, nº 1, em Lisboa, e será reservada aos aderentes.
Seguir-se-há um almoço convívio. Solicitamos que nos confirme a presença.
Durante a tarde, a partir das 14h30, teremos uma conferência aberta a todos, sobre a Situação Internacional e o reforço do movimento da paz, a que se seguirá uma homenagem a Francisco Vilhena, presidente da Comissão Fiscalizadora durante cerca de 20 anos.
Apelamos a que participe na Assembleia da Paz, no almoço da paz e na conferência que se segue, no reforço do apoio e colaboração de todos os aderentes, das mais diversas formas, incluindo através do pagamento das quotas, de nova contribuição e adesão de novos membros.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a Manifestação Nacional, convocada pela CGTP-IN para o dia 20 de Novembro de 2021, e junta a sua voz aos que lutam por políticas que valorizem o trabalho e os trabalhadores, nomeadamente através do aumento real dos salários e das pensões, pela erradicação da precariedade e pela valorização das carreiras e das profissões, o que não tem sido devidamente assegurado pelas políticas governamentais. O mesmo tem acontecido no âmbito da política externa portuguesa, em que as políticas seguidas têm vindo a demonstrar uma total subserviência dos interesses nacionais às políticas da União Europeia e dos Estados Unidos da América.
A exigência de uma política que valorize o trabalho e os trabalhadores, que promova uma mais justa redistribuição da riqueza criada, reforce os serviços públicos e a função social do Estado, constitui um imperativo nacional.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação defende um Portugal de Paz e de progresso só possível com novas políticas que garantam a independência económica e politica face ao exterior, que assegurem o bem-estar de todos os cidadãos, que permitam que todos os portugueses possam usufruir de uma vida digna no presente e assegurem o futuro das gerações vindouras, com paz e progresso social.