A propósito de um texto infame

Desenganem-se aqueles que anseiam silenciar o Conselho Português para a Paz e Cooperação.
Na edição do PÚBLICO de 24 de Maio foi publicado um texto que procura denegrir o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) e a sua intervenção contra a guerra e em defesa dos princípios plasmados na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, como a paz, a solução pacífica dos conflitos internacionais, o desarmamento e a não ingerência nos assuntos internos dos Estados.
Regendo-se por estes princípios, o CPPC pauta a sua intervenção pelo fim do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos; pelo fim da corrida aos armamentos e pelo desarmamento geral, simultâneo e controlado, nomeadamente, pela abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva; pela dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, que contribua para a criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz, a justiça e a cooperação nas relações entre os povos, com vista à emancipação e ao progresso da Humanidade.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promoveu no passado dia 19 de Maio, no Fórum Lisboa, o seu 3º Concerto pela Paz em Lisboa.
