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Contra a agressão dos EUA, Reino Unido, França e seus aliados

Os povos do Médio Oriente têm sido vítimas de permanentes agressões protagonizados pelos EUA e seus aliados, nomeadamente da Europa e do Médio Oriente. São exemplo disso as guerras de agressão contra o Afeganistão, o Iraque, a Líbia ou a Síria.

Também a agressão contra o Iémene, a ilegal ocupação dos territórios palestinianos por Israel e a sua repressão sobre o povo palestiniano – não esquecendo a decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de mudar a sua embaixada para esta cidade –, são exemplos da política belicista contra Estados soberanos e desrespeitadora da soberania e direitos dos povos do Médio Oriente por parte das potências ocidentais e seus aliados.

O recente bombardeamento dos EUA, Reino Unido e França contra a Síria, sendo mais um inaceitável episódio da agressão que dura já há sete anos contra este país e o seu povo, alerta para a ameaça que paira não só sobre os povos do Médio Oriente, mas também sobre os povos de todo o mundo.

Estas guerras de agressão são responsáveis por muitos milhares de mortos, por um imenso sofrimento, por uma enorme destruição, por milhões de desalojados e refugiados – guerras que agridem os direitos dos povos, incluindo o seu direito fundamental de viver em paz.

A vinda a Portugal de Ghassan Ghosn, Secretário Geral da Confederação Internacional de Sindicatos Árabes, constitui uma oportunidade de ouvir de viva voz a experiência e a vivência de alguém que conhece esta realidade.

Apelamos assim à participação nesta iniciativa que, estamos certos, contribuirá para acrescentar conhecimento sobre a actual situação no Médio Oriente.