
No dia 7 de fevereiro 2022, o CPPC dinamizou uma “Conversa sobre a Paz” centrada nas Armas Nucleares, na Escola Secundária de Sto. António, no Barreiro.
Realizaram-se 3 sessões para 3 turmas do 11º ano com a presença, no total, de 60 alunos.
Zulmira Ramos e Armando Farias, respetivamente da Direção e da Mesa da Assembleia, fizeram uma apresentação sobre os problemas da militarização do mundo, as principais causas dos confrontos armados verificados ao longo destes últimos 100 anos, nomeadamente a rapina, por parte do imperialismo, das riquezas
dos povos e da sua dominação.
A eliminação das desigualdades económicas, sociais e culturais é uma condição fundamental na construção da Paz. Mas o que se verifica é a utilização da riqueza criada pelos povos em despesas militares, contrapondo a esta perigosa corrida armamentista a absoluta necessidade de acabar com a fome e construir escolas, hospitais e habitações em países que estão em extrema pobreza.

Vai realizar-se no próximo dia 2 de Março (quarta-feira) pelas 19 horas, um debate com o título "A situação Internacional e a Defesa da Paz".
Terá lugar na Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e contará com a presença de Ilda Figueiredo, José Pedro Rodrigues e Rui Pereira.
Participa!

Realizou-se ontem no Espaço Paz, em Gaia, a 2ª Conversa da Paz sobre o tema "Literatura e Paz".
Uma importante e animada conversa que contou com a presença do jornalista e escritor Valdemar Cruz.


O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve hoje no Chiado em Lisboa, no primeiro dia do lançamento desta petição.
As armas nucleares são uma das mais sérias ameaças que pendem sobre a Humanidade e o ambiente. A utilização de uma pequena parte das milhares de ogivas hoje existentes colocaria em risco a vida na Terra e provocaria danos irreversíveis no clima, na Natureza e nos ecossistemas.
A ação contra as armas nucleares é quase tão antiga quanto estas armas: logo após a terrível experiência que constituiu o bombardeamento nuclear de Hiroxima e Nagasáqui (que mataram de imediato centenas de milhares de pessoas e muitas outras desde então, vítimas dos efeitos da radiação) que há quem reclame a sua proibição.